segunda-feira, agosto 02, 2010

Otite média.

É uma inflamação do ouvido médio, por trás do tímpano. Normalmente resulta de uma infecção viral e passa em poucos dias, mas trata-se com antibiótico pelo risco de infecções bacterianas oportunistas. A obstrução da trompa de Eustáquio e a acumulação de líquido aumentam a pressão no tímpano, o que dói. Bastante. Directamente, afecta quase exclusivamente as crianças. Indirectamente, tira também bastante sono aos pais, em especial quando são logo dois miúdos com dores de ouvidos ao mesmo tempo.

De um ponto de vista naturalista é mais uma de muitas chatices que se tem de aguentar. Mas numa perspectiva criacionista é intrigante porque é que um deus omnipotente e infinitamente misericordioso terá criado agentes infecciosos tão especializados para infectar os ouvidos das crianças e causar-lhes dor. Deve ter sido alguma coisa que veio na tal maçã.

De qualquer forma, talvez amanhã possa retomar a programação habitual. Se já conseguir dormir esta noite...

95 comentários:

  1. As melhoras.

    Talvez o amor e misericórdia do deus criador diga respeito às bactérias.

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  2. "De um ponto de vista naturalista é mais uma de muitas chatices que se tem de aguentar."

    Numa perspectiva naturalista, é intrigante porque é que o naturalista insiste em apelar emotivamente à injustiça divina para argumentar que não existe divino. Se o naturalista está correcto, para ser coerente com a visão que diz ser verdadeira, terá de considerar o sofrimento de crianças como "uma das muitas chatices que se tem de aguentar", até às últimas consequências. Incluindo filosóficas, sob pena de cair no rídiculo de apelar à inexistência de Bem e Justiça Absoluta, Deus, utilizando a ideia de que algo é absolutamente injusto ou mau.


    Se um dos filhos do Ludwig lhe perguntar se a dor que sente é "má", ele terá de lhe dizer que, "naturalisticamente", ela não é má bem boa, é-lhe favorável para procurar ajuda e sinalizar o problema no ouvido e desfavorável em termos de sofrimento físico e psicológico.
    Mas se um dos filhos do Ludwig lhe perguntar se existe um Deus Bom e Justo, ele se sentirá livre para responder que não, pois existem crianças com dores e mortes horríveis. Neste caso, já considera tais coisas más, ao ponto de provarem a inexistência de Bem Absoluto quando, curiosamente, elas só poderiam ser más ou injustas a esse ponto de criar um problema filosófico do Mal e Sofrimento, se houvesse Bem Absoluto, Deus.

    Porque é que existe Mal e Sofrimento se Deus Existe? Pergunta racionalmente legítima.

    Deus não existe, pois existe Mal e Sofrimento. Conclusão demasiado estúpida e auto-refutante.

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  3. Ludwig,
    Não acredito que uses a doença dos teus filhos para promover o ateísmo. É isso que estás a fazer? Que atitude tão fria e calculista perante a doença de uma criança. Enfim, consequências do naturalismo.
    ......
    PS: Já te foi dito que não há "maçã" nenhuma nos eventos de Génesis. Porque é que insistes com esse erro?

    PS2: Melhoras aos teus filhos, e que o altamente complexo e especializado sistema imunitário que Deus criou dentro deles combata as bactérias.
    ......

    O filho da viúva de Naím

    E aconteceu, pouco depois, ir Ele à cidade chamada Naím, e com Ele iam muitos dos seus discípulos, e uma grande multidão;

    E, quando chegou perto da porta da cidade, eis que levavam um defunto, filho único da sua mãe, que era viúva; e com ela ia uma grande multidão da cidade.

    E, vendo-a, o Senhor moveu-Se de íntima compaixão por ela, e disse-lhe: Não chores.

    E, chegando-se, tocou o esquife (e os que o levavam pararam), e disse: Mancebo, a ti te digo: Levanta-te.

    E o defunto assentou-se, e começou a falar. E entregou-o à sua mãe.

    E de todos se apoderou o temor, e glorificavam a Deus, dizendo: Um grande profeta se levantou entre nós, e Deus visitou o seu povo.

    E correu dEle esta fama por toda a Judeia, e por toda a terra circunvizinha.

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  4. talvez a assistenta da Drª te possa ajudar lol

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  5. todos os seres vivos são obra divina
    usar antibióticos é matar a obra de deus
    é destruir os nossos irmãos e suas reencarnações
    pois todo o ser vivo tem uma alma
    excepto italianos que têm duas
    Un'altra notte è passata, fra spaghetti, frittate, caffè, corona, camel blu e malboro.
    Che dire, vedo la luce ma non vedo il sole.
    Seduta qui, presa ancora dal agrodolce della nicotina.
    Per una volta, sto pensando a chi dovrei veramente pensare, a lui e a quel bacio così intenso.
    Le sue dita che mi sfioravano, e le sue labbra che cercavano il sangue nel mio collo.
    Ho ancora i segni.
    i due anima

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  6. Jairo Entrecosto:

    Já vários comentadores diferentes te responderam a essa pergunta, e até com respostas diferentes, pois nem todos concordamos em relação a esses assuntos.

    Eu aceito perfeitamente que tu acredites que cada uma das respostas que te foram dadas falha nalgum ponto, que incorpora falácias, ou erros de raciocínio, ou pressupostos que não aceitas, o que quer que seja que te leva a não as aceitar como respostas válidas. Certamente terás entendido que cada uma das pessoas com quem discutiste não foi convencida, mal ou bem, de que a resposta que te tinham dado era inválida.

    Agora, o que me parece desapropriado é reagires como se tais respostas nunca te tivessem sido dadas. Como se essa pergunta surgisse agora na caixa de comentários pela primeira vez, ou como se nunca ninguém lhe tivesse tentado responder.
    É para quê? Para se repetir tudo desde início?

    Se queres discutir esse assunto, ao menos tenta recomeçá-lo do ponto onde parou. Se te lembras das respostas que te foram dadas, começa por lhes apontar os erros que acreditas que têm, e se já te responderam a isso, e acreditas que a resposta continuava errada, responde à resposta, e por aí fora.

    De outra forma, parece que estamos a discutir com o perspectiva. Tudo o que se discuta é como se não tivesse acontecido. No próximo comentário começa a ladainha do início.
    Se o objectivo é que não respondam por falta de paciência e não por falta de argumentos, essa é uma boa estratégia. Mas se queres discutir essa questão, não escrevas como se nunca te tivessem dado uma resposta neste espaço.

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  7. Vasco;

    "Já vários comentadores diferentes te responderam a essa pergunta,"

    -Não fiz nenhuma pergunta.

    "e até com respostas diferentes, pois nem todos concordamos em relação a esses assuntos."

    -Sim vocês já têm resposta para tudo, afinal, eu sou um crente, logo, incapaz de pensar critica e racionalmente, derivado de "pressões psicológicas internas" sobre a existência de Deus e problemas que esta levanta. À partida, não precisas de dizer ao que estás a responder, como crente que sou, qualquer pergunta que faça já tem várias respostas dos inteligentes ateus. Incluindo as perguntas que não fiz...

    Ah, e vocês também são livres-pensadores que não concordam em muitas coisas. Parabéns, já conheço o auto-retrato.

    "Eu aceito perfeitamente que tu acredites que cada uma das respostas que te foram dadas falha nalgum ponto, que incorpora falácias, ou erros de raciocínio, ou pressupostos que não aceitas, o que quer que seja que te leva a não as aceitar como respostas válidas."

    -Obrigado pela tua aceitação perfeita da minha suposta incapacidade sincera de compreender as vossas grandes respostas, levando-me realmente a acreditar que sou eu que estou certo.És um tolerante...
    Só que há aí uma problema, não sei a que respostas e perguntas te referes. Tu sabes? Se sabes, sê concreto e explica-me em que é que tu e os teus amigos estão certos e eu errado.

    "Certamente terás entendido que cada uma das pessoas com quem discutiste não foi convencida, mal ou bem, de que a resposta que te tinham dado era inválida."

    Não. Eu estou mais convencido é de que a maioria gosta de dar baile e dar o dito pelo não dito.Como seja, por exemplo, começar invocando o
    Mal como demonstração de que Deus não existe, sendo forçados depois a admitir que, no seu ateísmo, não há espaço para chamar algo de Mal, mas sem a coragem suficente para admitirem que, assim sendo, o problema levantado não existe realmente numa perspectiva ateísta/naturalista/materialista. Algo que não existe ( Bem e Mal)não pode ser dado como existente só para provar como inexistente o que convém ao ateu.

    "Agora, o que me parece desapropriado é reagires como se tais respostas nunca te tivessem sido dadas."

    -Diz-me qual é a pergunta que queres que faça, e depois podes encaixá-la na resposta que vocês tão bondosamente já me deram e que justifica que me puxes as orelhas por comportamento "desapropiado". Por enquanto, e isto que fique bem claro, não te perguntei nada!

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  8. "Como se essa pergunta surgisse agora na caixa de comentários pela primeira vez, ou como se nunca ninguém lhe tivesse tentado responder."

    -Se eu tivesse feito alguma pergunta e tu respondesses assim, corresponderia a uma falácia: nós, os espertos já respondemos a isso, por isso não tens razão. E pronto, escudam-se assim a responder realmente à tal pergunta.
    Agora, o problema aqui ainda é mais grave, porque eu não fiz pergunta nenhuma, o que só revela desespero da tua parte: sem eu fazer qualquer pergunta, já lhe respondes...com uma falácia.

    "É para quê? Para se repetir tudo desde início?"

    -Acho que o Ludwig tem o direito de repetir os falsos dilemas que quiser, trazendo a discussão a mesma argumentação. O blogue é dele. Eu só comentei o texto. Porque é não fazes o mesmo, em vez de cavalgares contra perguntas que não fiz? ;)

    "Se queres discutir esse assunto,"

    - Sendo rigoroso "discutir" o assunto,não quero. Vocês nâo têm capacidade para tal.
    Como expliquei no meu comentário ( não perguntei nada) a pergunta "Porquê Mal e Sofrimento se Existe Deus?" é legítima e faz sentido. Mas a conclusão ateísta "Existe Mal e Sofrimento, logo Deus não existe" é demasiado pueril e imbecilmente contraditória nos próprios termos.
    Da pergunta, têm tratado os doutores da Igreja Católica, apologistas cristãos e de outras religiões. É com esses que a tens de "discutir", porque só para quem acredita em Deus é que o problema Deus vs Mal se levanta, filosoficamnte falando. É isso que faço.
    Para o ateu, o problema está resolvido: não existe problema. Eu não discuto com vós senhores ateus presentes um problema que, pelos vossas próprias definições de Bem e Mal, é um não problema.

    "ao menos tenta recomeçá-lo do ponto onde parou."

    É só leres o texto do Ludwig, é ele quem retoma o assunto, e leres o meu comentário. Aí está a possibilidade de situares algum ponto de onde queiras ( será qe queres mesmo?) retomar a conversa.

    "Se te lembras das respostas que te foram dadas, começa por lhes apontar os erros que acreditas que têm, e se já te responderam a isso, e acreditas que a resposta continuava errada, responde à resposta, e por aí fora."

    -Pá, não te devo nada. Nem tenho o ónus de provar que as vossas supostas grandes respostas ( que desconheço quais sejam) à pergunta ( que não fiz) estão erradas. Eristicamente esgrimes bem o boneco de que eu estou a fugir a alguma debate ou resposta, mas a realidade demonstra a tese como falsa. Para quê voltar a comentar o assunto, que, repito para que não hajam dúvidas, ao contrário do que acusas foi o Ludwig quem retomou e não eu, se tivesse medo de alguma das vossas magnifícas respostas?

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  9. "De outra forma, parece que estamos a discutir com o perspectiva."

    O perspectiva repete letra a letra os comentários que faz ( e que vocês ignoram). Quando aqui cheguei, ele já fazia isso e eu nunca o fiz. Não sei a razão para ele fazer isso ( se por teimosia se por vocês nunca responderem ponto por ponto ao que ele repete). Como nunca repeti comentários letra a letra, não há forma de me parecer com o perspectiva nesse sentido.

    "Tudo o que se discuta é como se não tivesse acontecido. No próximo comentário começa a ladainha do início."

    -Se o Ludwig repete os assuntos nos seus textos, os comentadores não irão inevitavelmente comentar esses textos de forma a contribuir para a repetição das posições conhecidas? A culpa é de quem, chorão?

    "Se o objectivo é que não respondam por falta de paciência e não por falta de argumentos, essa é uma boa estratégia."

    -Mau, também tens dores de ouvidos é? Isso é que é uma birra...

    1.Ludwig repete um assunto, o problema causado para a existência de Deus, perante o sofrimento causado pela sua criação.
    2-Relembrei-o que para o ateu naturalista, um Mal não pode ser argumento para justificar o seu ateísmo. Isso é um paradoxo.
    3- A ladainha só é uma, em vez de comentares vens em defesa do teu mestre agintado o dogma "Jairo Entrecosto nunca pode estar certo, já temos respostas para tudo o que ele diga e o Ludwig é o maior".
    4-Não tenho nenhum objectivo. Se disse uma mentira, onde está ela? Terias perdido menos tempo a dizer onde estava do que a inventar perguntas que não fiz e a acusar-me de desonestidade no debate. Paciência para escrever tens tu, mas para o que te convém...

    "Mas se queres discutir essa questão, não escrevas como se nunca te tivessem dado uma resposta neste espaço."

    -Só respondi a um texto do Ludwig,não posso decidir a minha escrita de acordo com a tua sensibilidade de princesa e realmente nunca pretendi discutir contigo, ateu, o problema do sofrimento perante a existência de Deus. Estás mesmo confuso..

    Sem birras e pontapés no chão,diz lá qual é o problema da minha posição: um ateu não pode considerar o mal um argumento contra a existência de Deus, sem cair em contradição.

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  11. Jairo,

    "Só respondi a um texto do Ludwig"

    O Ludwig não fez nenhuma pergunta no texto que escreveu. Por isso, tudo o que escreveu ao João Vasco, sobre respostas a perguntas que nunca foram feitas, e tal, e tal, e tal, aplica-se, ipsis verbis", a si... :)

    PS: Não seja um tipo tão amargurado... No fundo, somos todos filhos de Deus... Ou (muito provavelmente) filhos de um antepassado comum...

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  12. Mas que falta de sofisticação ... está visto que é expressão do Amor de Deus pelos teus filhos na vertente Dom-de-si-Mesmo numa acção de Não-Intevencionismo misericordiosa em prol da total liberdade humana.

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  13. Jairo:

    Não digas disparates

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  14. Mats:

    "Não acredito que uses a doença dos teus filhos para promover o ateísmo. É isso que estás a fazer? Que atitude tão fria e calculista perante a doença de uma criança. Enfim, consequências do naturalismo."

    São perguntas legitimas de quem quer saber.

    Mais vale isso que aproveitar a desgraça de todos para impor as prprias regras morais justificadas por acharem que sabem o que deus quer e que ele não queria que lhe comecem aquela maçã mas que de depois de engravidar uma mulher pelo nariz ou outro sitio menos natural saiu-lhe pelo canal obstetrico e atirou-se para cruz, não deixando por isso de haver grande sofrimento na terra mas ainda assim muita alegria nos cristãos.

    As perguntas são legitimas. O que se nota é que não gostas das respostas.

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  15. Entre os teus disparates respondo a este não va dar geito a alguem:

    " se por teimosia se por vocês nunca responderem ponto por ponto ao que ele repete"

    Tudo o que o perspectiva repete e afirma foi respondido aqui, por mais de uma pessoa em mais de uma ocasião.

    Tudo começou num frente a frente em oeiras com o Ludwig e podem encontrar respostas, historias e muita divulgação na etiqueta "miscelanea criacionista"

    .

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  16. Gostei do post. Isto pode ser visto desta maneira: um acidente cósmico (vírus) está a provocar um acidente cósmico (dor) num acidente cósmico (pessoa). Isto é um acidente cósmico (desconforto) para este último. Ainda por cima, por tabela, um acidente cósmico (Ludwig) sofre um acidente cósmico (chatice), porque por acidente cósmico, faz um acidente cósmico (toma conta) do outro.

    Nenhum acidente cósmico é melhor que outro. Isto é tudo natural.

    (E naturalmente um absurdo?)

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  17. Claro, para não ser um absurdo, só odemos concluir que tudo isto é intenção de alguém. Realmente faz muito mais sentido...

    É mesmo um cérebro apropriado para pensar tudo em termos sociais... Com que então o teu filho está doente... Parece muita coincidência para ser acaso. A quem é que fizeste mal para isso ter acontecido?

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  18. "Claro, para não ser um absurdo, só odemos concluir que tudo isto é intenção de alguém."

    Tradução: Claro, para não ser A, só podemos concluir que tudo isto é B.

    Então teríamos de concluir que "Não A" = B. Sempre.
    Isto não é mais um absurdo?

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  19. Jairo:

    «Sim vocês já têm resposta para tudo, afinal, eu sou um crente, logo, incapaz de pensar critica e racionalmente, derivado de "pressões psicológicas internas" sobre a existência de Deus e problemas que esta levanta.»

    Percebeste tudo mal.

    Aproveito e esclareço:

    a) Ninguém pensa racionalmente sobre todos os assuntos. Todas as pessoas são influenciadas por vários factores psicológicos, enviesamentos cognitivos, e por isso ninguém é perfeito a este nível.
    Se me disseres que não estou a ser racional sobre um determinado assunto, peço-te que mo proves, mas não fico ofendido.

    b) Eu acredito que a crença num Deus omnipotente e perfeitamente bom é irracional. Sei que a maioria das pessoas tem esta crença irracional em particular, como eu terei outras.
    Explico como é que pessoas inteligentes e racionais têm esta crença irracional exactamente da mesma maneira que explico porque é que eu tenho outras crenças irracionais, que certamente terei.

    c) É precisamente por assumir que algumas das crenças que eu tenho (inclusivamente a da não existência de Deus) podem ser irracionais, que eu tenho abertura para discutir.
    Se tu achas impossível que a tua crença seja irracional, então não estás cá para discutir, mas sim para dar palestras. Nesse caso, faz pouco sentido ires comentar blogues alheios.

    d) Bem podes continuar a traçar esse cenário de duas equipas - os crentes e os ateus.
    Tu és dos bons, nós somos dos maus.
    Com essa brincadeira, não entendes o que realmente se passa: o Perspectiva e o Alfredo Dinís discordam no essencial; o Miguel Oliveira Panão e o Bernardo Mota também discordam em questões essenciais. E eu, o Ludwig, o Barba Rija, o João, o Francisco Burnay, o Bruce Lóse, etc... não só discutimos abertamente quando o tema não é religião, mas mesmo quando é. Tanto o Alfredo Dinís, como a Joaninha, como outros comentadores crentes podem dar razão ao Ludwig quando ele discute com o Bernardo ou o Perspectiva. E por aí fora... Ou o Ludwig pode dar razão ao Bernardo e discordar de mim quando se fala sobre o aborto, e por aí fora...
    Há aqui comentadores que falam contra ou a favor de alguém, não consoante a "equipa" em que está, mas consoante as afirmações que faz. A forma como debate. Os argumentos e dados que apresenta.

    Mas tu fazes o contrário. Mesmo quando eu discuti com o Ludwig, o João e o Barba Rija em relação à resposta que te dei em relação ao dilema a que aludiste na última mensagem (já agora a pergunta implícita era "se não há Deus de onde vem o Bem e o Mal") e se viu que discordávamos em aspectos centrais, continuas a pôr-nos no mesmo saco como se defendêssemos o mesmo. Não me lembro de dares razão a um ateu aqui, em circunstÂncia alguma. Não me lembro de criticares o ponto de vista de um crente aqui em circunstância alguma. Pode ser que o tenhas feito, mas caramba se é raro.

    (continua)

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  20. Fica sabendo que, digas o que disseres, não sou da opinião que os crentes são estúpidos, tenho amigos e familiares católicos, respeito-os, e eles sabem, alguns em grande detalhe, o que penso sobre estes assuntos. Conseguimos discutir civilizadamente, sem um centésimo da agressividade que está presente neste diálogo. Se um deles me criticasse por me estar a repetir, e eu pensasse que tinha uma boa razão para a repetição (no teu caso alegas que o problema são os textos do Ludwig serem repetitivos) não lhes ia a seguir chamar "chorões". Não sei se tens alguma noção, mas faz sentido esse tipo de linguagm se eu estiver zangado, agressivo para com a pessoa. Se não estás, vê se escreves de uma maneira diferente. Sinceramente, acho que não te fiz mal nenhum. A menos que estejas a ler no meu comentário coisas que não estão lá. Por exemplo: «se tivesse medo de alguma das vossas magnísicas respostas» não Jairo, não achei que era por "medo" das nossas respostas.

    Se não estás nervoso nem precisas de te acalmar, por favor escreve de uma forma que não faça parecer que estás nervoso e agressivo.
    Se achas que eu escrevo isto porque sou da equipa dos maus, dos ateus, pede a algum amigo teu crente que leia o que escreveste, o que te respondi, o que me respondeste. Ele que te dê uma opinião sincera.

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  21. Lord Submisso:

    O Ludwig acredita que todos os efeitos dependem de causas e acaso. No que diz respeito às causas, elas estão relacionadas com as leis naturais, que não foram decididas por ninguém.

    Se esta combinação é dizer que todos os efeitos são "acidentes cósmicos" a única alternativa que eu concebo para que um efeito não seja um "acidente cósmico" é que exista intenção ao barulho. Seja a intenção de alguém que conduz directamente ao efeito em si, ou pelo menos que as leis existam por intenção de alguém.

    Se há outra alternativa que não envolva intenção, venha ela.

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  22. Pedro Picuinhas Ferreira, ao contrário do João Vasco fez em relação a mim, nunca disse que o Ludwig me tinha perguntado alguma coisa. Logo, o que eu escrevi não se aplica a mim. Por "respondi a um texto do Ludwig", leia "comentei um texto do Ludwig". Com muita amargura, desampara-me a loja e boas festas. ;)


    João, o Esperto, "não digas disparates" é algo que deves escrever numa parede do teu quarto e não dirigir a quem não está a falar contigo, como se fosses o árbitro deste recreio.
    Repara que, ao contrário do que parece com a truncagem que fizeste do meu texto, eu não vos acuso de não terem respondido ao que o Perspectiva repete,eu disse que quando cheguei aqui ele já o fazia e que não SEI se já lhe responderem ou não. Continuo sem saber, não acredito na tua palavra ( já sabes porquê, cientificistas são gajos complicados na relação com a verdade) mas também não me interessa nada essa questão. O João "Fã Nº1 do Krippahl" Vasco é que me comparou ao homem, só para divagar e desviar a conversa. ( que nem era com ele e, depois dos esclarecimentos que lhe dei, parece que voltou misteriosamente a não ser...)

    Cristy, de si nunca vi uma tentativa de argumentação e acho que vou morrer sem ver. Está bem que aqui há mesmo uma espírito de claque, mas aprenda com o João e João Vasco, há que entoar cânticos mais elaborados, para dar a impressão de discussão "céptica".

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  23. Bom, isso já é diferente.

    Mas então é ou não um absurdo o que escrevi no primeiro post? Foi só isso que perguntei.

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  24. Lord Submisso:

    Isso depende daquilo a que se chama "acidente cósmico"...

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  25. No comment, especificamente, aquilo a que referia como acidente cósmico é o que está entre parêntesis.

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  26. Ah, o João Vasco retomou o assunto que levantou. Que choramingas...

    "Ninguém pensa racionalmente sobre todos os assuntos."

    Discordo. A coisa mais racional que penso sobre a maioria dos assuntos é "não sei". Porque é que vocês não fazem o mesmo em relação a Deus e Religião?


    "Todas as pessoas são influenciadas por vários factores psicológicos, enviesamentos cognitivos, e por isso ninguém é perfeito a este nível."

    Hum...

    "Se me disseres que não estou a ser racional sobre um determinado assunto, peço-te que mo proves, mas não fico ofendido."

    Eu digo é que tu és cúmplice com mentiras! As que são ditas aqui neste blogue, tornando os crentes em palermas fideístas no Pai Natal.


    "Eu acredito que a crença num Deus omnipotente e perfeitamente bom é irracional."

    Irracional não é. Podes acreditar que é falsa ou errada e isso eu respeito e até debato.
    Irracional seria dizer coisas como "subi para baixo" "existo e não sou existente". Estudos demonstram que o homem moderno ( como o neoateísta esquerdóide) é que é irracional na sua militância imbecil. Ao contrário do índio agarrado às suas superstições, cujos mitos e histórias eram coerentes ainda que maravilhosas; o homem dito "científico" é que diz-se e desdiz-se no mesmo parágrafo. Sugiro que pesquises o conceito de paralaxe cognitiva.

    "Sei que a maioria das pessoas tem esta crença irracional em particular, como eu terei outras."

    Pois ,tu sabes de ti e dos outros. És grande, João Vasco.

    "Explico como é que pessoas inteligentes e racionais têm esta crença irracional exactamente da mesma maneira que explico porque é que eu tenho outras crenças irracionais, que certamente terei."

    Pois, tu é que explicas. Explicas-te a ti e explicas os outros. Ès Deus, conheces-te a ti e aos outros...

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  27. "É precisamente por assumir que algumas das crenças que eu tenho (inclusivamente a da não existência de Deus) podem ser irracionais, que eu tenho abertura para discutir."

    Não. A não crença em Deus não é irracional. Se fosse irracional, não haveria debate entre Ateus e Crentes.Irracionais são os animais!!

    "Se tu achas impossível que a tua crença seja irracional, então não estás cá para discutir, mas sim para dar palestras."

    Eu não quero discutir nada contigo. Tu é que te metes ao barulho em socorro do teu mestre. Sim, não estou cá para discutir, já estive, mas depois abri os olhos. Agora estou cá para te assustar, buhhh, fazes logo queixinhas e choraminguices, gritando "já respondemos a isso,não voltes ao mesmo", quando eu encosto o teu mestre às cordas, com a sua própria argumentação. Não preciso, nem quero, discutir. Apenas assustar-vos com cepticismo ao vosso neoateísmo cienticista imbecil. Pela tua reação, diria que estás preocupado. Eu só comecei por fazer um simples comentário e, com o teu imediato puxão de orelhas, olha onde já vamos...

    "Nesse caso, faz pouco sentido ires comentar blogues alheios."

    É só pedires para me expulsarem. Aguentaria bem o desgosto... :)


    "Bem podes continuar a traçar esse cenário de duas equipas - os crentes e os ateus. "

    Ateus? Aqui não há ateus, apenas neoateístas!

    "Tu és dos bons, nós somos dos maus."

    Quem é que te disse que eu me considero bom? Maus, vocês? Nã, ignorantes arrogantes e covardes, que são capazes de atacar o óbvio ( se uma velhinha analfabeta é enganada por um bruxo ou coisa que o valha promovem-se como racionais à custa do caso) mas ficam calados quando alguns dos vossos mais distintos palermas fazem a apologia dos memes ou do cientificismo.


    "Mas tu fazes o contrário. Mesmo quando eu discuti com o Ludwig,

    "continuas a pôr-nos no mesmo saco como se defendêssemos o mesmo."

    Se tu não considerasse o mesmo, já terias criticado o post do teu mestre. A verdade é que tu não vês problema algum com aquilo que o Ludwig escreveu. Nem tens de ver, eu não ofendi ninguém, é legítimo que concordes com ele e discordes comigo. Só é rídiculo dizeres que tive "comportamenteo despropositado" por escrever um simples comentário, que não te era dirigido.

    "Não me lembro de dares razão a um ateu aqui, em circunstÂncia alguma."

    Sobre o quê? Ateísmo? Como haveria de dar, não sou nem concordo com ateísmo. Teria de dar razão porque sim?

    "Não me lembro de criticares o ponto de vista de um crente aqui em circunstância alguma. Pode ser que o tenhas feito, mas caramba se é raro."

    Nunca verás fazer-me isso. A minha intenção aqui é dedicar cepticismo à vossa militância, não debater com crentes.
    Mas, já que falas nisso, nunca te vi criticars o ponto de vista frequentemente mentiroso do Carlos Esperança. Recorda-me lá se criticaste aquele teu colega do Esquerda Republicana que se gloriu por um político que ele não gostava ter sido agredido?( pergunto com sinceridade)

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  28. "Fica sabendo que, digas o que disseres, não sou da opinião que os crentes são estúpidos, tenho amigos e familiares católicos, respeito-os, e eles sabem, alguns em grande detalhe, o que penso sobre estes assuntos."

    São incapazes de pensar racionalmente sobre o assunto, derivado de questões psicológicas internas. As palavras foram tuas, há uns meses. E também dizes que aceitas que alguém acredita "porque quer", não porque diga que é racional. Ou seja, já dizes que os teus familiares são mentirosos, porque quem acredita porque quer, realmente não acredita.

    "Conseguimos discutir civilizadamente, sem um centésimo da agressividade que está presente neste diálogo."

    Pois, é a diferença entre ser teu pai, mãe, tia ou primo, e não o ser. Na minha condição, fico sem paciência para aturar os teus raspanetes e birras. Aliás, eu não tenho o dever de te aturar.

    "Se um deles me criticasse por me estar a repetir, e eu pensasse que tinha uma boa razão para a repetição (no teu caso alegas que o problema são os textos do Ludwig serem repetitivos)"

    Não "alego"; é a REALIDADE. Se me acusas de repetir argumentação, acusa antes o teu mestre por repetir assunto. Sinceramente, pensei em fazer só aquele comentário nesta caixa. Mas tinhas de vir tu com as tuas provocações-raspanete!

    "não lhes ia a seguir chamar "chorões"."

    Estás a julgar o meu comportamento pela tua moral? Cuidado, isso, para além de continuar a ser choramingas, é refutado pelo teu naturalismo...

    " Não sei se tens alguma noção, mas faz sentido esse tipo de linguagm se eu estiver zangado, agressivo para com a pessoa."

    Bolas, e tu quando fazes aquela conversa toda estás cheio de amizade e interesse genuíno na verdade. Bravo, João Vasco.


    "Se não estás, vê se escreves de uma maneira diferente. Sinceramente, acho que não te fiz mal nenhum."

    Claro que não fizeste..Acusas-me de Comportamento desapropriado, de ter estratégia para fugir às discussões, de repetir comentários. Agora, numa perspectiva naturalista não me podes ter feito mal algum, por isso não existe. É a isso que te referes, não é?

    "A menos que estejas a ler no meu comentário coisas que não estão lá. Por exemplo: «se tivesse medo de alguma das vossas magnísicas respostas» não Jairo, não achei que era por "medo" das nossas respostas."

    Então, diz lá a que respostas te referias. É que eu repito que não te fiz nenhuma pergunta para tu insistires que já me tinham respondido a tudo.

    "Se não estás nervoso nem precisas de te acalmar, por favor escreve de uma forma que não faça parecer que estás nervoso e agressivo."

    Ora, grande estratégia. Provocar e depois fazer-se de coitadinho..


    "Se achas que eu escrevo isto porque sou da equipa dos maus,"

    do palermas, dos palermas...

    "dos ateus,"

    aqui não há ateus, já disse. Só neoateístas.

    "pede a algum amigo teu crente que leia o que escreveste,"

    Mas achas que eu tenho 5 anos ou quê?

    "Ele que te dê uma opinião sincera."

    Opinião sincera dou-te eu: OU RESPONDES QUAL O PROBLEMA CONCRETO COM O MEU PRIMEIRO COMENTÁRIO OU, SE ME VOLTAS A PROVOCAR; RESPONDO-TE À LETRA. Se não quiseres falar a sério e quiseres voltar com essas mariquices do "acalma-te" "Eu não te quero ofender" e restante choraminguice de "vamos ser amiguinhos e rever o teu comportamento", mais vale não escreveres nada.

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  29. MACACO TAGARELA ESCONDIDO COM O RABO DE FORA

    O tema de hoje é uma inflamação do ouvido médio, por trás do tímpano.

    O Ludwig procura analisá-la, desde logo, de um ponto de vista naturalista, dizendo que se trata de mais uma de muitas chatices que se tem de aguentar.

    Aqui o Ludwig reconhece que adopta um ponto de vista naturalista.

    Ou seja, ele está longe de ser o cientista objectivo e neutral que gosta de apregoar.

    Ele interpreta o mundo de acordo com uma filosofia naturalista, de acordo com a qual a natureza é tudo o que existe.

    É claro que a visão naturalista do mundo não se baseia em nenhuma evidência científica.

    Pelo contrário.

    Tudo indica que a natureza não é tudo o que existe, porque as leis naturais (v.g. conservação da energia, biogénese) não conseguem explicar a sua própria origem, quanto mais a origem da matéria e da energia ou da vida e da informação codificada de que ela depende.

    Do ponto de vista criacionista bíblica a existência de doenças, o sofrimento e a morte nada tem de intrigante, precisamente porque a Bíblia diz que as doenças e a morte são a consequência do pecado humano.

    As mutações significam doenças e morte.

    A selecção natural significa sofrimento e morte.

    Basta ler Génesis 1-3.

    É exactamente por elas serem uma realidade que Jesus morreu pelos nossos pecados e ressuscitou ao terceiro dia com um corpo incorrupítvel, com que poderemos viver com Ele eternamente sem maldição, doenças, sofrimento e morte.

    Existe evidência histórica muito mais sólida de que Jesus Cristo ressuscitou dos mortos, do que de que a energia e a matéria se criaram a elas próprias a partir do nada (violando a lei da conservação da energia) ou de que a vida surgiu a partir de químicos inorgânicos (violando a lei da biogénese).

    Os evolucionistas naturalistas acreditam em coisas que violam manifestamente as leis naturais, que dizem que não existe nenhum processo natural que crie matéria e energia a partir do nada e que crie vida a partir de químicos inorgânicos.

    A matéria, a energia e a vida só podem ser criados a partir de processos sobrenaturais, dependentes de inteligencia.

    Daí o facto de dependerem de informação codificada, a marca por excelência da inteligência.

    Essa é a essência da mensagem da Bíblia.

    Para o naturalista, as doenças e a morte são inevitáveis.

    Para o crente, elas são uma consequência temporária do pecado que só existirá enquanto Deus não restaurar toda a Criação.

    O Ludwig admite que não passa de um naturalista autocompreendido como macaco tagarela.

    Isso leva-o a acreditar em coisas humana, física e naturalmente impossíveis.

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  30. Herege! Estás a culpar o Senhor pelas otites em vez de lhe agradeceres por nenhum dos teus filhos ter algo realmente grave como uma bronco-peneum... uh... esquece.

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  31. PARA OS NATURALISTAS, O HOMEM É UM ACIDENTE CÓSMICO E O MACACO TAGARELA É UM ACIDENTE CÓMICO

    O Ludwig acha que o Universo, a vida e o homem são o resultado de processos acidentais e irracionais.

    Depois, de maneira totalmente irracional, não só afirma a racionalidade do ser humano, como a existência de um dever de racionalidade.

    O problema é que ele viola esse dever quando afirma a sua existência, porque não se vê como é que se pode deduzir um dever de racionalidade a partir de processos irracionais.

    Emfim.

    A ideia de que o ser humano não passa de um acidente cósmico pode encontrar-se no falecido naturalista evolucionista Sephen Jay Gould, Bully for brontosaurus. New York: W.W. Norton, 1991, 13, que se refere ao ser humano como um pequeno e acidental ramo evolutivo (tiny and accidental evolutionary twig).

    É claro que se trata de uma ideia errada e absurda.

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  32. «Opinião sincera dou-te eu: OU RESPONDES QUAL O PROBLEMA CONCRETO COM O MEU PRIMEIRO COMENTÁRIO OU, SE ME VOLTAS A PROVOCAR; RESPONDO-TE À LETRA. Se não quiseres falar a sério e quiseres voltar com essas mariquices do "acalma-te" "Eu não te quero ofender" e restante choraminguice de "vamos ser amiguinhos e rever o teu comportamento", mais vale não escreveres nada. »

    É exactamente o contrário: se queres falar a sério com alguém, convém que a conversa seja civilizada.

    E isso é uma forma de conversar incivilizada.

    Podes não estar minimamente interessado em conversar comigo. Ninguém te obriga.

    Mas se porventura eu não tiver paciência para te dar troco, o leitor casual talvez já tenha lido o suficiente para saber que não é por faltarem argumentos às posições opostas às que defendes. É por, nessa circunstância, não querer discutir nestes termos.

    Se estás convicto da força dos teus argumentos, achas que eles valem por si, então sugiro que discutas como uma pessoa civilizada. Acho que o que citei é um bom exemplo da tua forma habitual de discutir, e daquilo a que me refiro quando falo em "agressividade", etc...

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  33. RESPOSTA AO KRIPPMEISTER

    Heresia é rejeitar a Palavra de Deus que é bem clara quando afirma que, por causa do pecado humano, Deus amaldiçoou a Criação e a morte entrou no mundo.

    Deus disse a Adão e Eva que se eles desobedecessem a morte entraria no mundo.

    Adão e Eva desobedeceram, logo a morte entrou no mundo.

    Através de Adão veio a morte, através de Cristo veio a ressurreição.

    Todos morremos em Adão, todos poderemos ressuscitar com Cristo.

    O Apóstolo Paulo diz isso mesmo em I Coríntios 15

    "Porque, assim como por um homem veio a morte, também por um homem veio a ressurreição dos mortos.Pois como em Adão todos morrem, do mesmo modo em Cristo todos serão vivificados."

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  34. João Evolucionista,

    "Não acredito que uses a doença dos teus filhos para promover o ateísmo. É isso que estás a fazer? Que atitude tão fria e calculista perante a doença de uma criança. Enfim, consequências do naturalismo."

    São perguntas legitimas de quem quer saber.



    Mas dentro do ateísmo, essas perguntas não fazem sentido nenhum. Qualificar algo de "mau" quando se nega a existência de forma absoluta de se qualificar algo de "mau" é internamente contraditório. É isso que muitos ateus não entendem/aceitam.

    O argumento do "mal" só faz sentido se Deus existe, porque se Ele não existe, não há "mal" nenhum para além das opiniões pessoais, subjectivas, emotivas de cada um.

    A questão não é "Como é que Deus pode existir se há sofrimento no mundo?", mas sim "Como é que Deus explica o sofrimento que há no mundo?". E Deus tem explicação para o sofrimento no mundo. O problema é que como a explicação aponta para nós como causa do mal, os ateus não gostam da explicação que Deus nos dá.

    Tal como a ciência, o sofrimento que existe no mundo não suporta o ateísmo. Pelo contrário: refuta-o.

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  35. Jairo e

    O que dizes é disparate. VEjo que fazes muita fé no primeiro comentario. Ca vai uma resposta clara e simples se bem que um pouco longa... So para que quem leia não fique com duvidas...

    "Numa perspectiva naturalista, é intrigante porque é que o naturalista insiste em apelar emotivamente à injustiça divina para argumentar que não existe divino"

    Porque são voces que dizem que ele é bom e justo. ora. Estamos a chamar a atenção para a inconsistencia que dá postular intecionalidade e depois querer atribuir a esta uma bondade e justiça pseudo-absoluta (cada religião tem as suas versoes).

    "Se o naturalista está correcto, para ser coerente com a visão que diz ser verdadeira, terá de considerar o sofrimento de crianças como "uma das muitas chatices que se tem de aguentar", até às últimas consequências."

    Naturalmente, o naturalista sabe que o bem e o mal são relativos ao observador (no minimo!), não havendo razões para considerar que o que é bom para a bacteria é bom para a criança. Isto num caso obvio em que o naturalista não tem razões nenhumas para optar pela prespectiva (pun intended) da bacteria. Mas casos há em que o mal de uns é o bem de outros humanos. O naturalista sabe que estas coisas são dificeis de contabilizar e que não ha outra maneira se não usar o melhor possivel a ciencia e a razão para ser capaz de perceber o que é melhor a longo prazo para todos.

    "ncluindo filosóficas, sob pena de cair no rídiculo de apelar à inexistência de Bem e Justiça Absoluta, Deus, utilizando a ideia de que algo é absolutamente injusto ou mau."

    Esse bem e justiça absolutas caiem por terra porque são incapazes de ser algo claro e obvio, verificavel cada vez que é preciso e de igual modo para toda a gente. Tal como tu tens demosntrado, aquilo que é o bem absoluto é impossivel de saber, mesmo que exista um deus que o tenha decretado.

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  36. Jairo:

    (cont):

    As nossas decisões começam por ser tomadas baseadas naquilo que nos queremos para nós, para o ambiente onde vivemos. E nem todos queremos as mesmas coisas. Uns não se importam que se percam recursos naturais desde que se possa sobreviver na mesma, outros acham que existir ricos é o suficiente para justificar a miseria de outros, outros acham que acabar com a miseria é suficiente para não poder haver ricos. ETc. Muitas escolhas são tão pouco claras como a propria noção de moral absoluta. A moral intestavel de um deus incomunicavel cujo maior argumento é um apelo à ignorancia, aqui relembrado uma e outra vez e enconstado à pergunta de porque existe tudo isto. Porque o como ja sabemos. Foi uma grande explosão de algo

    "Se um dos filhos do Ludwig lhe perguntar se a dor que sente é "má", ele terá de lhe dizer que, "naturalisticamente", ela não é má bem boa, é-lhe favorável para procurar ajuda e sinalizar o problema no ouvido e desfavorável em termos de sofrimento físico e psicológico."

    Lá está, a dor é relativa. E é boa e má consoante aquilo com que a medes. Num mundo cientifico a dor é já quase sempre so ma. Mas ainda protege e alerta para muita coisa.

    "Mas se um dos filhos do Ludwig lhe perguntar se existe um Deus Bom e Justo, ele se sentirá livre para responder que não, pois existem crianças com dores e mortes horríveis."

    Se a dor é boa para sinalizar e evitar mexer em orgãoe e tecidos lesados porque teria de existir dor se não houvesse esses orgãoes e tecidos lesados? Se não houvesse razão para ter dor, e é aí que esta a verdadeira questão, do ponto de vista humano, isso sim seria razão para achar que deus é bom. Mas tem de existir dor, ainda que obviamente a evolução tenha exagerado um bocado no sequestro que esta é capaz de provocar na mente do sujeito que a tem. Assim como a inflamação que tambem serve para resolver problemas mas vem quase sempre em intensidade maior que aquela que é desejavel - daí o sucesso dos anti-inflamatórios. Deus podia ter feito isto melhor nâo? é que assim vê-se mesmo que é algo que so serve para algumas situações e ainda não esta completamete aprefeiçoado.

    "Neste caso, já considera tais coisas más, ao ponto de provarem a inexistência de Bem Absoluto quando, curiosamente, elas só poderiam ser más ou injustas a esse ponto de criar um problema filosófico do Mal e Sofrimento, se houvesse Bem Absoluto, Deus."

    Que grande confusão que isto esta. Mas não, como expliquei acima mal absoluto e bem absoluto são fantasias. Algo cuja adequação à realidade só é justificavel por ela propria - justificando que uma acção é boa porque existe um bem absoluto a que ela "so pode" correnponder, e que ela existe porque nos fizemos o bem.

    "Porque é que existe Mal e Sofrimento se Deus Existe? Pergunta racionalmente legítima.

    Deus não existe, pois existe Mal e Sofrimento. Conclusão demasiado estúpida e auto-refutante."

    Enquanto tu tiveres um objectivo na vida e tu tiveres intencionalidade, não precisas de postular intencionalidade no universo para justificar teres de fazer escolhas para atingir objectivos.

    Agora que da geito para convencer os outros a fazer o que nos queremos da.

    Quando dizemos que a moral absoluta é a nossa.

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  37. Mats:

    Ñão da para dar atenção à tua pergunta, mas parece-me que a resposta se encontra no que respondi ao Jairo.

    So deixa de haver sofrimento quando tu o deixares de sentir. E não precisas de deus para isso.

    PAra ti é mau o que causa sofrimento. Ou dor. Ou impede a felicidade e conforto.

    Dentro dessas coisas algumas são ainda relativas à circusntacia e mesmo para ti proprio não são absolutas. Estudar custa um bocado e uma pessoa sofre uma beca, mas vale a pena. Senão arrisca-se a defender o criacionismo ou ideias tolas do genero.

    Se ha coisas que são mas para ti, ou boas, tambem não precisas de deus.

    A moral é o equilibrio do bem para uns e para outros. Tambem não precisas de deus. Basta haver vontades nos agentes. Não precisas postular haver uma vontade algures a dizer o qeu deves querer e não querer, considerar bem ou mal.

    Isso é gostar de impingir tretas.

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  38. Mats e Jairo:

    Se ficou alguma coisa por responder digam exactamente o que é e com clareza, porque se for so mais do mesmo não vos vou responder. Que voces não vão mudar de ideias eu ja sei. E que o "dialogo" esta comprometido por causa disso tambem ja sei.

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  39. RESPOSTA AO JOÃO:

    "A moral é o equilibrio do bem para uns e para outros."

    Esta afirmação é absurda:

    1) Se tudo é acidental, o bem, o mal e a ideia de que o bem deve prevalecer sobre o mal são acidentais não havendo razão nenhuma para pensar que deve existir sequer qualquer equilíbrio. Não existe nenhum critério objectivo que identifique o bem e que diga que o equilíbrio do bem deva ser procurado.

    2) Para muitos, o bem é o que serve os próprios interesses, mesmo que envolva mentir, subornar, matar, etc.Do ponto de vista naturalista não existe nenhum critério objectivo à luz do qual isso seja mal.


    Pelo contrário, se Deus, o Criador do Universo, é naturalmente bom e justo, devemos ser bons e justos, sabendo nós que, em última análise, o bem e a justiça triunfarão sobre o mal e a injustiça porque Deus é omnipotente.

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  40. UMA NOTA IMPORTANTE SOBRE A OTITE MÉDIA

    A otite média compreende-se melhor como evidência de corrupção da natureza (tal como fala Génesis) do que como uma vicissitude do processo evolutivo (a mesma não cria informação genética nova, codificadora de estruturas e funções inovadoras e mais complexas).

    A Bíblia diz que o corpo humano decaido pelo pecado é corruptível e sujeito a doenças, sofrimento e morte.

    A otite é uma forma de corrupção das funções do corpo humano.

    Logo, a otite média corrobora inteiramente aquilo que a Bíblia diz.

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  41. PARA MAL DOS PECADOS DO LUDWIG, RICHARD DAWKINS INSISTE: EXISTE INFORMAÇÃO CODIFICADA NO GENOMA.

    Já há muito tempo que Richard Dawkins afirmava:


    “The computer on which I am writing these words has an information storage capacity of about 64 kilobytes (one byte is used to hold each character of text). The computer was consciously designed and deliberately manufactured.

    The brain with which you are understanding my words is in an array of some ten million kiloneurones. Many of these billions of nerve cells have each more than a thousand ‘electric wires’ connecting them to other neurones.

    Moreover at the molecular genetic level, every single one of more than a trillion cells in the body contains about a thousand times as much precisely-coded digital information as my entire computer.”

    Richard Dawkins, The Blind Watchmaker, W. W. Norton & Co., New York, 1986, Preface, p. xvii.

    Numa entrevista recente, Richard Dawkins confirmou o que disse antes e o que os criacionistas dizem acerca da informação.


    Nas suas palavras,


    “we know that it’s [genetics, inheritance] really like computer code, it’s like reels and reels of computer tape.”


    O problema, é que o código de computador, a que Richard Dawkins compara o genoma, tem origem inteligente.


    Outro problema, é que o DNA é muito mais complexo, na informa ção que armazena e processa, do que qualquer programa de computador de origem humana.


    A observação de Richard Dawkins é inteiramente corroborada pelo físico não criacionista Paul Davies, quando afirma:


    “Most of the workings of the cell are best described, not in terms of material stuff—hardware — but as information, or software.”


    Daí que a questão fundamental se mantenha:


    1) em todos os casos conhecidos, a informação codificada tem origem inteligente;

    2) a vida depende de informação codificada, inabarcável pela comunidade científica, cuja origem o naturalismo não explica;

    3) logo, é razoável concluir que a vida depende de uma origem (super) inteligente;

    4) a Bíblia afirma que a vida foi criada pela Palavra de Deus.

    Tudo isso encaixa muito bem.


    O drama evolucionista está bem expresso nas palavras de Paul Davies, quando diz:

    “There is no known law of physics able to create information from nothing … ”.


    É este o problema fundamental do naturalismo...

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  42. Jairo,

    "Por "respondi a um texto do Ludwig", leia "comentei um texto do Ludwig".

    Ah bom. Peço desculpa. Tenho mesmo de desenvolver a capacidade de ler uma coisa e entender outra. Mas vou seguir o seu conselho: vou desamparar-lhe a loja.

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  43. perspectiva,

    "Heresia é rejeitar a Palavra de Deus que é bem clara quando afirma que, por causa do pecado humano, Deus amaldiçoou a Criação e a morte entrou no mundo.

    Deus disse a Adão e Eva que se eles desobedecessem a morte entraria no mundo.

    Adão e Eva desobedeceram, logo a morte entrou no mundo.

    Através de Adão veio a morte, através de Cristo veio a ressurreição.

    Todos morremos em Adão, todos poderemos ressuscitar com Cristo. [...]
    "


    Ok, ok, ok...

    Logo... Deus criou as otites??!!... Sinceramente, não percebi nada deste comentário… Podia explicar melhor a relação entre as otites dos filhos do Ludwig e a desobediência do Adão?

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  44. perspectiva,

    "A otite é uma forma de corrupção das funções do corpo humano.

    Logo, a otite média corrobora inteiramente aquilo que a Bíblia diz."


    Peço desculpa, mas não tinha lido a explicação sobre o porquê das otites. E claro, a explicação faz todo o sentido...

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  45. Prespectiva:

    Leste o texto ao menos? Tentas fazer sentido ao menos?

    " Se tudo é acidental, o bem, o mal e a ideia de que o bem deve prevalecer sobre o mal são acidentais não havendo razão nenhuma para pensar que deve existir sequer qualquer equilíbrio"

    Não enquanto pelo menos tu fores um agente com capacidade de ter intençºoes e vontades. O naturalismo aceita a existencia de emoções, votnades, impulsos etc e a ciencia explica bem isso. Atraves do modelo evolutivo, por isso não te peço para perceber completamente mas sabes que a união faz a força, certo?

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  46. Numa perspectiva da vida como um ciclo, tanto as bactérias, como os filhos de alguém, são simples fases de passagem
    A terra,é suportada por poderes emanados da vida: Alta verdade, Ordem formidável,Consacração da vida,ardor e sacrifício dos seres,fórmula(esta última é um pouco críptica)
    pode ser o Script que os ateístas, presumo eu,puseram num dos computadores é uma fórmula,( os geofísicos não me faziam isso, logo por exclusão de partes foi um de vocês), agradecido pelo presente....

    O Ludwig acredita que todos os efeitos dependem de causas e acaso.
    No que diz respeito às causas, elas estão relacionadas com as leis naturais, que não foram decididas por ninguém....é um truísmo
    já que gostam de elaborar podiam optar por outra coisa
    faça-se luz, um script primordial iniciou o universo
    é verdade que aqui não há Hindus, mas negar DEUS em CRISTO é só

    tentar dismistificar uma parte da fé
    É um ateísmo muito cristão o que se pratica

    Se esta combinação é dizer que todos os efeitos são "acidentes cósmicos" a única alternativa que eu concebo para que um efeito não seja um "acidente cósmico" é que exista intenção ao barulho. Seja a intenção de alguém que conduz directamente ao efeito em si, ou pelo menos que as leis existam por intenção de alguém....
    Pronto ...e existem :
    que a morte caia sobre tudo o que exista, pois tudo tem um fim
    página 126
    Reou L., Hymnes et Prières du Veda. Paris. Maisonneuve, 1938
    isto inclui sóis, deuses,seres vivos, pedras
    a ideia de morte aqui é a da inexistência da falta de perenidade
    e o universo consome-se e volta a existir pela vontade do ser supremo
    em ciclos de ou milhões ou biliões de anos depende das interpretações

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  47. Prespectiva:

    "Para muitos, o bem é o que serve os próprios interesses, mesmo que envolva mentir, subornar, matar, etc.Do ponto de vista naturalista não existe nenhum critério objectivo à luz do qual isso seja mal. "

    Se tivesses lido o meu texto ao Jairo tinhas la encotnrado a respostqa. Vai ler.

    Quanto à falta de preocupação com o que é verdade ou real isso nota-se mais em voces que consideram que é tudo valido desde que seja a vontade de deus, que naturalmente so voces é que sabem.

    Acabou-se a manipulação pela "moral absoluta" e tretas afins. Não ha moral absoluta.

    A moral é relativa ao observador e do que ele espera. FElizmente que ja sabemos que cada um por si não leva a nada. Desde o tempo das bacterias. Sentimos empatia para nos lembrar disso.

    Não é um sistema que só é verdade dentro dele proprio, não tendo qualquer adequação à realidade que seja passivel de justificar que serve para justificar outras coisas.

    Dizes que sabes que a biblia é a palavra de deus, mesmo que esteja cheia de asneiras. Mas como sabes isso? Não sabes. É mania. Eu posso justificar porque sei que o modelo evolutivo funciona. Porque a ciencia explica o que se pode verificar e faz previsões. Procura evitar explicações ad-hoc e tenta encontrar integração de tudo o que se conhece.

    Mas tu nunca vais perceber isso. Vais passar uma vida ao lado da verdade. E a dizer que os outros é que não tem maneira de a justificar.

    Sem verdade não tens nada por onde construir conhecimento, sociedade, civilização ou simplesmente comida. E sem estas coisas sofres e morres. É simples. E o naturalista não é o espantalho que voces querem que seja. O Naturalista não nega factos como as relações simbioticas ou o seu significado. Nãio nega que tenhamos sentimentos.


    Tu é que és um aldrabão que não te importas de citar artigos que não dizem o que tu dizes que eles dizem, não te importas de repetir argumentos depois de terem sido refutados e não te importats de dizer qeu tu é que sabes onde esta a palavra de deus e que essapalavra esta na biblia.

    treta.

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  48. Prespectiva:

    A visão do naturalista resume-se a isto:

    Se não podes argumentar porque é que é moral ou bom, então não tem validade.

    Se podes, então é porque há razões em relação às quais se pode justificar uma acção.

    Não precisas de deus para isto ou atribuir intecionalidade ao universo no processo.

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  49. Se dizes que é por raciocinio que conhecemos a moral então postular a existencia de uma moral absoluta é desnecesario .

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  50. Se dizes que é por raciocinio que conhecemos a moral então postular a existencia de uma moral absoluta é desnecesario .

    Consegues perceber o golpe que levaste com esta argumentação? Ou nem sequer tens inteligencia para perceber que ela acaba completamente com a noção de moral absoluta se não encontrares um meio para a conhecer que não seja pela razão? E que naturalmente esse meio não há, porque em relação a "felings" sabemos bem como eles não são absolutos.

    QED.

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  51. PS: Não tens inveja de os ateus terem tantas respostas consistentes? Ralas-te tão pouco com a verdade que não ponhas em causa estar enganado?

    Como podes propor ralar-te com a verdade, querer saber, se não podes aceitar nenhuma condição em terias de mudar de ideias?

    Porque se aceitares uma condição em que se prove que deus não existe, estas a propor que se pode afinar testar a existencia de deus.

    É essa a tua preocupação com a verdade. É não aceitar condições que desmintam a tua idelologia.

    Ou então, prova que estou enganado e diz-me o que aceitas como prova que deus não existe.

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  52. Desafio igualmente os ateus a verem buracos na minha argumentação.

    É que se for contar com os crentes ja sei que não encontram nada.

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  53. Se há outra alternativa que não envolva intenção, venha ela.

    Of course there is!

    Mas comecemos por aqui:

    ...todos os efeitos dependem de causas e acaso. No que diz respeito às causas, elas estão relacionadas com as leis naturais, que não foram decididas por ninguém.

    Problem is: o que é o "acaso" e o que são "leis naturais"? Melhor dito, por que razão hão-de existir essas leis que até são inteligíveis? Ou ainda, como será possível reconhecer uma tal inteligibilidade sem a admissão concomitante de que ela é inerente ou intrínseca à própria substância do universo... às partículas materiais em si?

    Este é mesmo o bê-á-bá de toda a pesquisa filosófica, o caminho inicial dessa busca pela sabedoria e o conhecimento, iniciado há muitos milhares de anos nas civilizações do Oriente. Sem conhecer esse pensamento filosófico primevo, não faz sentido discutir nada disto, porque as respostas mais fantásticas e subtis estão lá onde sempre estiveram... and we can find them entirely by ourselves! There is NO need for an external authority on this matter, we are our own masters of reality... you and me! :)

    Still... a mera racionalidade é insuficiente para alcançar esse centro da inteligibilidade imanente, que apenas pode ser apreendida pela revelação directa nesse maravilhamento de que todos os sábios falam e que também está ao nosso alcance... if we really, really long for IT!

    Enough for me the mystery of the eternity of life, and the inkling of the marvelous structure of reality. (...) There is in this neither a will nor a goal, nor a must, but only sheer being. – Einstein

    Not a He nor a She, just an It... the Universal Being!

    And true seeing is believing...

    Rui leprechaun

    (...this understanding means living! :))


    His [the scientist's] religious feeling takes the form of a rapturous amazement at the harmony of natural law, which reveals an intelligence of such superiority that, compared with it, all the systematic thinking and acting of human beings is an utterly insignificant reflection. – Einstein

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  54. "Acabou-se a manipulação pela "moral absoluta" e tretas afins. Não ha moral absoluta."

    Conheço quem discorde, entre eles: Utilitarismo Universal.

    Achei o texto interessante. Ver em: http://www.ebonmusings.org/atheism/carrot&stick.html

    Depois, pesquisem também por respostas a esta teoria.

    Este blog é porreiro pá. Gosto ver discussões bem fundamentadas e debatidas e farto-me de rir com as bacoradas menos bem conseguidas.

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  55. Num mundo científico a dor é já quase sempre só má. Mas ainda protege e alerta para muita coisa.

    Boa piada, essa do "mundo científico"!

    Mas tem de existir dor, ainda que obviamente a evolução tenha exagerado um bocado no sequestro que esta é capaz de provocar na mente do sujeito que a tem. Assim como a inflamação que também serve para resolver problemas mas vem quase sempre em intensidade maior que aquela que é desejável – daí o sucesso dos anti-inflamatórios.

    Ora isto sim, é um belíssimo tema de debate. Falando só da dor física, tal como a inflamação, trata-se de um óbvio mecanismo protector que sinaliza algo que está errado com o nosso corpo. A este respeito, lembro-me de ter lido, ainda na juventude, um artigo em que médicos russos falavam de casos muito raros de crianças em permanente analgesia, ou seja, eram incapazes de experimentar dor. Esta é uma condição gravíssima e potencialmente mortal, pois mesmo lesões intensas – queimaduras, fracturas, etc. – não conseguiam despertar nenhuma reacção dolorosa nos sujeitos. Logo, pelo menos a nível físico, a dor é utilíssima, tanto no tal mundo científico como no pré e pós... grande alerta em alta voz!

    Quanto à inflamação, que também provoca dor no estado agudo, trata-se novamente de um mecanismo de auto-reparação do organismo. Aqui o problema não será tanto o da intensidade, mas mais o facto dela poder evoluir para um estado crónico, se a agressão – interna ou externa – que originou essa resposta não for eliminada.

    Dor e inflamação, tal como a febre, são meros sintomas e NÃO doenças em si. Podem ser atenuadas, caso sejam muito incómodas, embora também haja processos naturais e não agressivos ou invasivos para o fazer. Porém, é inútil e perigoso ficarmos só pelo alívio de sintomas se as causas não são tratadas. Ora aqui é que "a porca torce o rabo", pois tais causas são bem mais fáceis de diagnosticar em afecções agudas do que nas crónicas. De facto, muitas doenças degenerativas – com processos inflamatórios crónicos e severos – têm causas insuficientemente conhecidas ou identificadas, ou seja, não se compreende bem a sua etiologia.

    Porém, não se ignora que hábitos e estilos de vida – alimentação, exercício, vícios, stress, ambiente familiar e profissional, etc. – influem o nosso estado de saúde, só que é MUITO mais difícil atacar directamente esses factores negativos do que usar métodos meramente paliativos e, claro, fundamentalmente ineficazes. No fundo, queremos ter boa saúde mas sem assumirmos plena responsabilidade por ela, isto é, pretendemos um resultado "bom" sem nos abstermos de acções "más"... será isso possível ou desejável?!

    Talvez... se de humanos passarmos a cyborgs ou robots! Still we are a LONG way from such a sci-fi future, even assuming that can be attainable.

    É por isso que, nos EUA, onde esta progressiva degenerescência assume uma gravidade crescente e impossível de ocultar ou mascarar, se começa a arrepiar caminho naquilo que é o mais básico para a sobrevivência da espécie humana, ou o homem civilizado neste caso: a alimentação... just food, eat well we should!

    Jamie Oliver - Teach every child about food

    Food Revolution

    Slow Food

    É deveras este o regresso às origens... are we still human primates or not?!

    A trindade original – Ar, Água, Comida...

    Rui leprechaun

    (...é o alicerce da Vida!!! :))


    Primo vivere, dopo filosofare!

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  56. Lord Submisso:

    Li por alto a parte da moral relativa e encontrei uma serie de erros.


    "The first point against this system is that moral relativism gives us no motivation to better ourselves or our society"

    O primeiro sendo este. Se leste as minhas respostas deverás ter lido que isso foi respondido . Enquanto sentes, tens motivações. Dimninuir o sofrimente e atingir segurança por exemplo. Fazer alianças. Criar condições de sucesso para os proximos. E depois com pessoas que nem sequer conheces.

    "Since, according to moral relativism, any morality is as objectively good as any other, "

    Outro erro. Enquanto ser humanos, terás sempre esse ponto de referencia obrigatorio. Existe sempre algo que motivará as tuas escolhas por seres primeiro um ser vivo, depois por seres humano e depois por quereres viver em sociedade - que em alguns aspectos ultrapassa a mera sobrevivencia, mas ajuda no desenvolvimento individual e etc.

    Por isso é possivel entendermo-nos. Mas isso não torna a moral absoluta, apenas que ha coisas que são iguais para todos porque somos iguais em muita coisa, e temos objectivos semelhantes. E acima de tudo, a argumentação principal, porque ha razões para escolher umas coisas e não outras. Dizer que é relativo não é o mesmo que dizer qeu é arbitrario ou ao acaso. Queremos viver, ser felizes, conhecer o universo que nos rodeia, etc. TEmos de nos unir para ajudarmo-nos uns aos outros, reduzir a competição ao minimo indispensavel (parece que sem competição ha quem nºao se mexa) e dar o nosso melhor. Mas melhor com um objectivo definido por nós. O universo não tem "planos" para nos. Não ha um melhor para o universo. Há um melhor para nós. Que nem sequer é claro, unanime ou persistente no tempo. É mutavel. E que até pode nem ser o unico caminho a seguir, ou estar correcto. Como se viu muitas vezes no passado. Na realidade, a historia mostra como a moral evolui com tentativa e erro e com raciocinio mais do que qualquer outra coisa. E que quando os recursos aumentam as regras mudam porque algumas deixam de fazer sentido.

    ha ainda condições em que não se consegue saber o q é o melhor, nem pouco mais ou menos devido a não haver maneira de aceder a nenhuma moral absoluta diretamente ou de contabilizar em tempo real todas as variaveis.

    A outra questão do que seria de esperar se houvesse moral absoluta era que houvesse um meio através do qual podessemos ter a certeza de conhecer essa moral e de as regras assim obtidas suportarem facilmente todo e qualquer tipo de ataque. O que sabemos pela historia da humanidade que é errado. A moral é sempre na melhor das hipoteses, a discussão honesta do melhor que se pode fazer por todos. Na pior das hipoteses um jogo de forças dos que podem contra os que não podem.

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  57. Leprechaun:

    "Boa piada, essa do "mundo científico"!"

    Não é uma piada. É algo muito importante. Mundo cientifico foi a expressão que me saiu para me referir a um momento na evolução humana em que tens acesso a conhecimento cientifico e tecnologia.

    Se releres outra vez vais perceber. A medicina cientifica consegue fazer melhor do que se deixares as coisas apenas entregues a elas propria. Isto é uma coisa que tem 80 anos no maximo. Msa é real. Vives mais por alterares a natureza das coisas.

    E alteras porque queres viver mais e melhor. Não por que tenha estado durante 200.000 anos de evolução humana esse BEM ABSOLUTO reservado para nós q dele usufruimos.

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  58. Rui:

    "Quanto à inflamação, que também provoca dor no estado agudo, trata-se novamente de um mecanismo de auto-reparação do organismo. Aqui o problema não será tanto o da intensidade, mas mais o facto dela poder evoluir para um estado crónico, se a agressão – interna ou externa – que originou essa resposta não for eliminada"

    A inflamação se for muito severa so por si pode matar. Pode tornar o orgão onde ela se instalou incapaz de funcionar por exemplo.
    Faz uma terapia tipo ou vai ou racha. Consegue-se melhor com a ajuda da medicna.

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  59. É interessante essa argumentação. Eu próprio não fiquei convencido com este Utilitarismo Universal, mas por outras razões.

    Nela, achei que o fundamento por eles dado para a existência duma Moral Absoluta é muito questionável. A saber:

    "...the goal of morality is to ensure happiness. All people want to be happy, and everything else which they desire is ultimately just a means to that end. The means by which people seek happiness are so varied that any other attempt at generalization would be futile, but the desire for happiness is the one true universal which unites all these disparate paths."

    Creio que isto levanta várias questões...

    Enfim, um tipo vai pensando nestas coisas.

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  60. Quanto às citaç~eos de Einstein é o que eu digo. O universo existe. Não tem é vontande propria.

    Quanto a haver inteligencia no universo, é como ele quiser, ja que esta morto. Mas então é inteligencia do tipo fraco sem vontade propria. Até prova em contrário,.

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  61. LS:

    A felicidade não é a unica. A ausencia de sofrimento à custa de menos felicidade para muita gente esta primeiro. Para outras a troca de algum sofrimento por mais felicidade é que é bom.

    É a diversidade tambem que sustenta outra parte da sociedade. Se pensassemos todos de modo igual iam existir muitas soluções que não conheceriamos. Mesmo na ciencia.

    Agora acho que se ele vai pela felicidade, então ele tem uma referencia. Se essa referencia é absoluta ou não é a questão. E não é porque o que traz a felicidade muda com a circusntancia. Muda com a pessoa. Muda com a cultura. Muda com as expectativas. etc, etc.

    Se houver moral absoluta ela tem de ser identificada inequivocamente como tal. Se la chegamos por discução então é como tudo o resto. Relativo a qualquer coisa.

    Se nos somos absolutos (não somos, nem o termo se aplica, mas pronto) e somos a referencia da moral (sim, somos, é relativa a nós), então era de esperar que todos os obsercadores chegassem às mesmas conclusões sobre essa moral.

    Ñão ha onde ir conhecer essa moral absoluta. O que para todos os efeitos (e todos são uma data deles) essa moral não existe. Dizer que existe é um acto de fé, tal como todas as outras coisas que para todos os efeitos não existem mas alguem insiste que são reais.

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  62. Em resumo, a moral so é absoluta se encontrarmos um refencial absoluto.

    Nessa altura a moral passa a ser algo parecido com a ciencia.

    Mas estamos longe disso. Para o bem e para o mal.

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  63. Rui:

    "Problem is: o que é o "acaso" e o que são "leis naturais"? Melhor dito, por que razão hão-de existir essas leis que até são inteligíveis?"

    São inteligiveis, se assim quiseres, porque o cerebro se formou de acordo com elas. O cerebro é plastico quer em termos do individuo quer em termos evolutivos.

    O acaso é acontecer uma coisa de entre muitas possiveis, quando so pode acontecer uma coisa de cada vez. Se puder acontecer tudo ao mesmo tempo, ou quase, acontece.

    O acaso é aquilo que acontece quando não ha nada a limitar os acontecimentos.

    O acaso é o sentido da entropia, da homogeneidade.

    Se deixares um berlinde para o chão ele vai ter de ocupar uma posição. Mas essa posição é dada ao acaso. É só um berlinde, so uma posiçã.

    Se largares milhares de milhares de berlindes e a sala for pequena eles vão-se distribuir quase homogeneamente pelo chão.

    Observas o mesmo com numeros numa lotaria, dispersão de energia, etc.

    Se aumentares a carga do que queres que estejas a fazer, vais criar focos de organisação expontaneos - uma onda de berlindes que se formou contra a parede, etc. Se por acaso houver um replicador - algo que aparentemente so surge muito raramente - então o foco de organisação pode-se perpetuar. Mas isso é outra história.

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  64. Joao Vasco:

    Estas convidado a falar sobre entropia.

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  65. Mas em ultimissima analise, acaso é o que acontece quando não houve um plano para o acontecimento com um objectivo à priori.

    Por isso, a não ser que se demosntre existir vontade, intencionalidade no universo, as coisas acontecem por acaso. Segundo a entropia. conforme podem.

    Porque não podem estar duas massas no mesmo espaço fisico? Porque não pode a mesma massa estar em dois sitios ao mesmo tempo? PArece que estas leis são coisas que emergem da interação das entidades umas com as outras...

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  66. João, o Esperto:

    "Se dizes que é por raciocinio que conhecemos a moral então postular a existencia de uma moral absoluta é desnecesario .

    Consegues perceber o golpe que levaste com esta argumentação?"

    Rapaz, tu é que não percebes que deste um golpe mas foi no teu próprio pé. Se conhecemos a moral pela razão, através de discernimento e conhecimento moral, e a razão é a adequação do intelecto à realidade, é óbvio que a moral já tem de ser absoluta e objectiva antes de ser compreendida pela razão, caso contrário, não poderia ser compreendida.

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  67. "é óbvio que a moral já tem de ser absoluta e objectiva antes de ser compreendida pela razão, caso contrário, não poderia ser compreendida."

    Hã? Inventas cada uma!

    So se todas as obras de arte ja existirem antes de serem criadas.

    E

    So se tu tiveres a certeza absoluta que chegaste ao melhor possivel.

    E

    todos chegarem à mesma conclusão.

    Isso faz sentido para ti?

    Se calhar faz, mas a culpa não é minha...

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  68. Este comentário foi removido pelo autor.

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  69. Jairo, o da treta absoluta:

    Além disso se leres o texto dos outros meus comentarios encontras mais questões que que poem em causa a tua afirmação que se não houver uma moral objectiva não se podes fazer uma relativa, não vá achares que isso é assim uma coisa bestial.

    É so para veres que mostrar que isso é aldrabice é canja.

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  70. Há mais uma condição curiosa para ser preciso uma moral absoluta:

    É todas as situações básicas estarem pre-planeadas e com uma solução à espera.

    De tal modo que tudo o que acontece é parte de um plano mestre em grande escala, onde deixa pouco espaço para o livre arbitrio humano. Ao fim e ao cabo fica o disparate da unica fuga à moral absoluta nas nossas acções, não havendo alternativas, é dizer que nos enganamos e não lhe conseguimos aceder.

    Jairo, parabens! Acabas de mostrar que não ha escolha na humanidade, não ha livre arbitrio. Estamos presos pelas nossas limitações e destinados a determinadas situações cuja unica saida boa nos esta vedada e temos de adivinhar.

    FAntastico.

    ha mais disparates teus para hoje?

    Quando é que ficas esperto?

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  71. Eu proponho que a existencia de uma moral absoluta é uma fantasia inutil e que temos de usar a cabeça para tentar saber o que é o melhor possivel que podemso fazer para nos proprios. Sem esquecer que o bem do planeta é o nosso bem tambem.

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  72. Jairo, o disparate falante:

    mais uma maneira de abordar a questão:

    Porque has de achar que a resposta para a pergunta existe ainda antes da pergunta ser feita?

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  73. João, o Esperto,

    como é que não há livre-arbítrio? Nunca disse isso.

    A prova do livre-arbítrio pode ser, por exemplo, a tua
    estupidez e imbecilidade. É que ela é manifestamente procurada e não causada, como se vê pelas tuas tentativas desesperadas de continuares cientificista, crente nos memes e na tua superioridade intelectual e grandes conhecimentos científico-filosóficos.

    Vou agora explicar qual o problema do João:

    O tipo faz uma argumentação imbecil, e acusa-me a mim de ter chegado à
    falaciosa conclusão que é sua. Se isto não é mentir livre e premeditadamente, nada o será.

    Para que se ilustre o que afirmo:

    "Há mais uma condição curiosa para ser preciso uma moral absoluta:
    É todas as situações básicas estarem pre-planeadas e com uma solução à espera."

    Ora, quem não compreende que deveres morais podem ser evitados e violados, continuando absolutos e fazendo de quem assim proceda alguém que agiu imoralmente?

    Só mesmo quem livremente tomou a decisão de que seria estúpido e mentiroso a vida toda,não é João?

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  74. O pato é a resposta para a pergunta õu é um animal?

    Sera que o pato não passa a ser resposta apenas quando eu perguntar algo cuja resposta é... Pato?

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  75. "A prova do livre-arbítrio pode ser, por exemplo, a tua
    estupidez e imbecilidade."

    ó Jairo, não sejas assim que és muito mais estupido e imbecil que eu.

    Mas diz-me. Se a moral absoluta esta la à espera das questoes a que ela é a resposta, tambem as situaçºoes que levem a essas perguntas tem de estar a aguardar algures ao lado dela.

    Algures num armario do "futuro absoluto". EM contrapuzição a um futuro procedural e consequente do presente, deterministico ou não.

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  76. Bem, segundo a tua grande sapiência, o pato só passa a existir se tu, João, o Esperto, pensares nele como real.

    Afinal, Deus existe, chama-se João, o Omnisciente.

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  77. Este comentário foi removido pelo autor.

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  78. "Bem, segundo a tua grande sapiência, o pato só passa a existir se tu, João, o Esperto, pensares nele como real."

    Não, bacano. O pato é real mas não é uma resposta até tu fazeres dele uma. E não é dele, é do conceito dele. Que afinal é tudo o que tu sabes sobre "patos".

    "Afinal, Deus existe, chama-se João, o Omnisciente. "

    Sim Jairo, esta foi inteligente. Tenho chamado a atenção que as vossas afirmações para defender a existencia de deus permitem que eu, Joao "o esperto ou o evolucionista" segundo alguns comentadores invejosos, se possa dizer que é deus.

    Mesmo que eu morra, é apenas o meu corpo. Continuarei a Ser e a Existir e a Reger todo o Universo. E Morrerei apenas por vós. Para vos salvar da vossa propria treta.

    Afinal, eu estou em todo o lado e sei tudo. No entanto apenas quero manter a minha face humana para os humanos, que criei à minha imagem.

    Não desesperes Jairo. E diz menos disparates para eu não gozar tanto contigo. Às vezes sinto que até eu, deus, podia ter sido mais misericordioso. Mas não blasfemes. SEnão ainda faço com que o SOl não nasça amanha. Na! estava so a brincar. Eu gosto de o fazer nascer todos os dias.

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  79. E deixo-te ficar na duvida porque eu sou intestavel.

    Não tenho de provar nada. Sou deus!

    E não quero que fiques sem escolha se souberes que eu sou mesmo deus.

    Para isso tu tens a moral absoluta
    ;)

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  80. Se fosses Deus, só agora terias descoberto que o eras, e com a minha
    suposta ajuda, mero ser contingente, finito e que um dia apodrecerá.
    Isso é incompatível com ser-se Deus. A omnisciência absoluta sempre saberia quem é...

    João, tu dizes essa porcaria do "prova-me que eu não sou deus", pensando que estás a fazer grande filosofia, não estás? O que vai ser a seguir, prova-me que o Pai Natal não existe?

    Como é que as "minhas afirmações para a existência de Deus" também implicariam que tu fosses Deus, se as minhas afirmações para a existência da tua burrice implicam, sem margem para dúvidas, que ela é real?

    Não podes ser Deus e Burro ao mesmo tempo. Vê lá se te orientas...

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  81. Começo a desconfiar que o que Deus introduziu na humanidade como castigo por lhe terem comido a maçã, não foi a morte, foi o Jairo.

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  82. Podem sempre procurar-me e enviar-me para um gulag. A bem da humanidade, seria menos um irracional que defende a existência de Deus como real. Nesse caso, mais perto estariam da sociedade perfeita, científica, racional e arejada que ardentemente desejam...

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  83. Se aumentares a carga do que queres que estejas a fazer, vais criar focos de organização espontâneos

    É a essa capacidade de organização espontânea da matéria que se pode chamar "proto-inteligência", a qual é contrária à tendência normal para a entropia. Deveras, há mesmo uma fórmula matemática que relaciona inteligência natural e entropia. Mas a actual concepção da matéria, ou o modelo atómico da mecânica quântica, é provavelmente insuficiente para explicar essa relação, que implica uma reformulação ou nova compreensão da (pseudo) dualidade onda-partícula.

    Basicamente, numa síntese sumária, a organização e crescente complexidade dos sistemas é gerada a partir do campo electromagnético das partículas atómicas, num processo em que a energia de elevada frequência (luz) é transformada ou dissipada em calor, consoante o princípio da entropia. Logo, a organização da matéria é conseguida à custa da desorganização da energia, mas isto só é válido localmente e de acordo com condições específicas que NÃO são universais.

    Assim floresce a Vida...

    Rui leprechaun

    (...eternamente aparecida! :))

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  84. Por isso, a não ser que se demonstre existir vontade, intencionalidade no universo, as coisas acontecem por acaso.

    Ora então, é um acaso muito bem ordenado e nadinha entrópico... pelo menos neste cantinho onde nos aconchegamos! :)

    É claro que existe igualmente uma "vontade" que acompanha a inteligência e os processos naturais. No mínimo, tudo isso existe em potência e por isso se manifesta em determinada altura da evolução, nem que seja apenas no aparecimento da espécie humana.

    Importa salientar uma vez mais que inteligência e vontade são independentes da consciência! Deveras, a simples existência desta implica igualmente que também ela já está presente desde o primeiro momento, mesmo que somente em estado potencial. Por isso, Bohm afirmava que the electron has a mindlike quality.

    Contudo, para ser possível demonstrar essa inteligência e vontade imanentes, é claro que teremos de ultrapassar muitíssimas limitações ao nosso conhecimento actual do mundo natural, incluindo a visão fortemente rígida e tacanha que ainda existe acerca da evolução por selecção natural. Há outros mecanismos muitíssimo mais subtis e inteligentes, onde também participa a vontade de sobrevivência da espécie, algo que já foi investigado no modo como as bactérias trocam informação genética para se adaptarem aos antibióticos – a conjugação bacteriana.

    Esta questão também já foi abordada aqui e por mais de uma vez, mas claro que as noções de "finalidade", "intenção" ou "vontade" continuam ausentes do vocabulário da biologia, embora a noção de "inteligência" já vá fazendo o seu aparecimento... isso é progresso! :)

    Claro que todos estes conceitos estão em desacordo com o paradigma vigente e é também por isso que a ciência tem de avançar contra o "status quo" dos próprios cientistas, algo que o confronto acerca do Aquecimento Global – antropogénico ou natural? – irá igualmente demonstrar já nesta década.

    Voltando ainda à biologia, veja-se apenas a ferocíssima resistência que durante dezenas de anos se opôs ao reconhecimento da endossimbiose como um dos principais mecanismos por trás da evolução. Esta não se limita apenas à competição entre organismos, mas também à cooperação e interacção, algo que se estende à própria sociedade humana nos seus diversos planos... incluindo o económico, onde a busca do lucro NÃO é tudo!

    A autopoiese de Maturana e Varela representa outro "breakthrough" crucial, tendo-se alargado inclusive a mais áreas do conhecimento, como as ciências sociais e a filosofia.

    E neste preciso momento, estamos a assistir a uma revolução conceptual relevantíssima numa nova ciência que entrou já para o domínio público, de tão badalada que tem sido nos últimos anos. A influência dos ciclos solares e também planetários na auto-regulação de Gaia – a teoria de Lovelock para a qual Margulis também contribuiu – será de novo reabilitada e um novo círculo se completará, milhares de anos após a simbiose astral ter sido intuitivamente conhecida.

    É esta a eterna evolução em espiral...

    Rui leprechaun

    (...impossível de parar a bem ou a mal! :))

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  85. Jairo:

    "se as minhas afirmações para a existência da tua burrice implicam, sem margem para dúvidas, que ela é real?

    Não podes ser Deus e Burro ao mesmo tempo. Vê lá se te orientas..."

    Para ja o que eu disse foi que as voças argumentações para suportar a existencia de deus servem para que eu defenda que sou deus da mesma maneira..

    E tu acabaste de dizer como aceitas que se possa testar a existencia de deus. Se fizer burrice.

    Belo Jairo. Sempre a bombar.

    Conclui-se então que deus não existe, pois se existisse tinha feito muita burrice, como por exemplo o Jairo.

    Ja para não falar que poe a biblia completamente de parte de qualquer origem divina.

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  86. Agora que admitiste haver uma maneira de por deus à prova o que me dizes da decisão de limpar a terra por afogamento? Ou dos orgãos que dão barraca? Ou de dar "auto-revelações" diferentes a cada um e permitir que andem à guerra por causa disso?

    Por falar em tiros nos pés... Deves estar na cadeira de rodas, não?

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  87. Bolas, o gajo também culpa Deus pela sua burrice. Ora, havendo Deus, podemos distinguir Certo do Errado, Luz da Escuridão, Inteligência do João, etc, etc.

    Eu já dei a hipótese de que a burrice do tipo é procurada e não causada. Se isso não prova que há livre-arbítrio, logo que há Deus, enfim...

    :)

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  88. Se alguém tem otite ou cancro, também foi por livre escolha do mesmo.

    Aliás, a morte é uma escolha. Mas isso qualquer cristão já sabe.

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  89. Resumindo, o bem só existe perante o bem absoluto.

    Isto é óbvio, e não existem razões para não generalizar.

    A luz só existe perante a luz absoluta. A beleza só existe perante a beleza absoluta. O orgasmo só existe perante o orgasmo absoluto. Toda esta argumentação só existe perante a argumentação absoluta.

    E tudo o que é absoluto só existe perante... ahhh.... o absoluto elevado ao quadrado.

    And so on and so on (introduzir pronúcia de Zizek).

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  90. Perspectiva,

    Se Deus introduziu a morte e a doença na humanidade como castigo pela ingestão abusiva de maçãs, não estás a baldar-te ao castigo cada vez que vais ao médico? Isso não é contrário à vontade de Deus?

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  91. Começo a desconfiar que o que Deus introduziu na humanidade como castigo por lhe terem comido a maçã, não foi a morte, foi o Jairo.
    esta é gira

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