segunda-feira, março 16, 2009

Evolução: conceitos, modelos, hipóteses e factos.

A evolução é a variação, ao longo do tempo, da distribuição de características herdadas numa população. Os criacionistas dizem que isto não é falsificável e não pode ser testado. Claro que não. Também não se pode testar a densidade nem o conjunto dos números naturais. Porque são conceitos. Não são proposições.

Baseando-se neste conceito, Darwin propôs um modelo de um mecanismo para a evolução. Numa população de organismos que se reproduzem e competem pelo acesso a recursos limitados, como comida, espaço e parceiros sexuais, enquanto houver diversidade de características aquelas que forem mais favoráveis à reprodução irão tornar-se mais frequentes com o passar das gerações. Os criacionistas dizem que isto também não é falsificável. Em rigor, não é. Um modelo teórico como este é apenas uma construção conceptual abstracta. Como a equação que modela a queda de um corpo no vácuo. Por si só, isto não é verdadeiro nem falso. É só um modelo.

O que pode ser verdadeiro ou falso, e que deve ser possível testar, é a hipótese de um certo modelo corresponder a um certo aspecto da realidade. É verdadeira a hipótese que a equação da queda no vácuo é um bom modelo de uma pedra a cair na Lua. Mas é falsa a hipótese que esta equação modela bem a queda de um pára-quedista aqui na Terra. Com o modelo de Darwin, da evolução por selecção natural, a hipótese de adequação à realidade é verdadeira no caso da origem das baleias mas é falsa se aplicarmos esse modelo aos ferros de engomar.

Uma teoria científica é um conjunto consistente de conceitos, modelos e das suas respectivas hipóteses testáveis. Numa teoria científica estabelecida, como a mecânica quântica, a tectónica de placas ou a teoria da evolução, muitas hipóteses são consideradas factos. Ou seja, são hipóteses tão solidamente fundamentadas que não se considera proveitoso questioná-las a menos que algo surja que as ponha em causa. São factos que o electrão é onda e partícula, que os continentes se movem e que a selecção natural tem influência na evolução nos seres vivos. Já não vale a pena financiar mais testes para ver se estes modelos correspondem bem a estes aspectos da realidade.

O criacionismo moderno só tem parte disto. Tem conceitos, como o pecado e o plano divino, e tem modelos, como o relato da criação no Génesis. Mas as hipóteses que deviam ligar cada modelo a algum aspecto da realidade estão tão diluídas em milagres e desculpas que não servem para nada. Resta ao criacionista baralhar tudo para tentar disfarçar essa falha. O Mats dá um exemplo:

«Qual das teorias da evolução tu estás a falar? Naquela que ainda acredita na desacreditada árvore da vida de Darwin, ou noutras? Ou será na que acredita na hipótese cursorial? ou será na arboreal?»(1)

A teoria da evolução é o conjunto destes modelos e das hipóteses testáveis, muitas delas bem testadas, acerca de como estes modelos correspondem à realidade. A árvore da vida de Darwin, representando a origem das espécies pela divergência de populações, é um bom modelo para espécies animais. Com bactérias funciona mal porque, entre estas, há muita troca horizontal de genes. Mas isto não é problema porque as hipóteses que especificam a que parte da realidade corresponde cada modelo também fazem parte da teoria. E não é problema que muitas hipóteses estejam a ser activamente investigadas porque são hipóteses testáveis. Ou seja, mais cedo ou mais tarde teremos uma boa ideia de quais são verdadeiras e quais são falsas.

1- Comentário em Miscelânea criacionista: Dissonância cognitiva.

14 comentários:

  1. Até os próprios evolucionistas reconhecem que a teoria da evolução não é científica. Por exemplo, Ludwig, bioinformático evolucionista conhecido nos blogs, candidamente admitiu que a evolução não é falsificável:
    «A evolução é a variação, ao longo do tempo, da distribuição de características herdadas numa população. Os criacionistas dizem que isto não é falsificável e não pode ser testado. Claro que não.»

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  2. ... «mas é falsa se aplicarmos esse modelo aos ferros de engomar.»
    Ludwig, conheces a teoria da evolução dos talheres?

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  3. MAIS CONFUSÕES DO LUDWIG. LEIAM AS RESPOSTA CRIACIONISTAS!


    “A evolução é a variação, ao longo do tempo, da distribuição de características herdadas numa população.”

    A variação é inegável.

    Ela é afirmada pelos criacionistas para explicar a diversidade das populações a partir da dispersão pós-diluviana.

    Só que essa variação nunca cria estruturas e funções inovadoras e mais complexas.

    As populações variam de acordo com a variabilidade genética que já possuem.

    Essa informação genética vai-se degradando e diminuindo.

    “Os criacionistas dizem que isto não é falsificável e não pode ser testado.”

    Os criacionistas dizem que a variação pode ser observada e testada.

    Ela é um facto inegável.

    A evolução de partículas para pessoas é que não pode ser trestada.

    “Claro que não.”

    A evolução de partículas para pessoas já tem sido testada e refutada.

    As mutações destroem a informação genética, dando origem a doenças.

    “Também não se pode testar a densidade nem o conjunto dos números naturais. Porque são conceitos. Não são proposições.”

    Ainda bem que compara a evolução com os números naturais.

    Isso só mostra que a evolução só acontece mesmo na cabeça dos evolucionistas e não no mundo real.

    “Baseando-se neste conceito, Darwin propôs um modelo de um mecanismo para a evolução.”

    Mecanismo esse que nunca foi visto a transformar espécies menos complexas noutras mais complexas.


    “Numa população de organismos que se reproduzem e competem pelo acesso a recursos limitados, como comida, espaço e parceiros sexuais, enquanto houver diversidade de características aquelas que forem mais favoráveis à reprodução irão tornar-se mais frequentes com o passar das gerações.”

    Sim.

    Mas nesse processo nada de novo é criado.

    Não surgem nenhumas estruturas e funções inovadoras.

    Pelo contrário.

    Cada sub-população terá menos informação genética do que aquela de que descende.

    O pool genético vai-se fragmentando.

    Não se cria informação genética nova.

    Apenas se vai seleccionando informação já existente.

    Isso é oposto da evolução.

    “ Os criacionistas dizem que isto também não é falsificável. Em rigor, não é.”

    Os criacionistas, o que dizem, é que nesse processo nada de novo é criado.

    Uma espécie nunca se transforma noutra espécie totalmente diferente.

    O que existe é a criação de sub-espécies, a partir da diferente expressão de informação pré-existente.


    “Um modelo teórico como este é apenas uma construção conceptual abstracta.”

    Que nada tem que ver com a realidade.

    “Como a equação que modela a queda de um corpo no vácuo. Por si só, isto não é verdadeiro nem falso. É só um modelo.”

    Mas a teoria da evolução pretende descrever o que efectivamente se passou.

    Só que não consegue.

    O facto de se ter descoberto tecidos moles, hemoglobina e vasos sanguíneos em ossos de dinossauro não fossilizados deveria levar os evolucionistas a meditar.

    O mesmo sucede com a sistemática descoberta de C-14 nesses mesmos ossos.

    A proliferação de fósseis vivos e polistráticos também dá que pensar.

    “O que pode ser verdadeiro ou falso, e que deve ser possível testar, é a hipótese de um certo modelo corresponder a um certo aspecto da realidade.”

    O que, no caso da evolução, não sucede.

    Nunca se explicou a origem acidental da vida, nem se mostrou que as mutações e a selecção natural conseguem transformar uma espécie menos complexa noutra totalmente diferente e mais complexa.


    “É verdadeira a hipótese que a equação da queda no vácuo é um bom modelo de uma pedra a cair na Lua. Mas é falsa a hipótese que esta equação modela bem a queda de um pára-quedista aqui na Terra.”

    Assim sucede, por causa da lei da gravidade, que Deus criou e Newton formulou.

    A teoria da evolução viola uma lei natural acerca da informação: um código e informação codificada nunca surgem sem uma origem inteligente.

    Tal nunca foi observado.


    “ Com o modelo de Darwin, da evolução por selecção natural, a hipótese de adequação à realidade é verdadeira no caso da origem das baleias”

    A alegada evolução das baleias não passa de outra fantasia evolucionista facilmente refutável pelos factos.

    Podemos voltar a ela, logo que o Ludwig queira.


    “…mas é falsa se aplicarmos esse modelo aos ferros de engomar.”

    Que conclusão brilhante!!

    “Uma teoria científica é um conjunto consistente de conceitos, modelos e das suas respectivas hipóteses testáveis.”

    No caso da teoria da evolução, ela não se adequa aos factos.

    Sempre que foi testada em laboratório perdeu sempre. A experiência Miller-Urey mostra que a vida simplesmente não surge por acaso.

    As décadas de experiências com radiações sobre moscas da fruta (Drosofilas), mostram que estas continuam sempre a ser moscas.

    “Numa teoria científica estabelecida, como a mecânica quântica, a tectónica de placas ou a teoria da evolução, muitas hipóteses são consideradas factos.”

    Isso é uma precipitação.

    Não devemos confundir os factos com os modelos que são usados para os interpretar.

    Este é um dos pontos fracos da teoria da evolução: a sistemática confusão de factos com interpretações.

    Na teoria da evolução 99% é interpretação e 1% é facto.


    “Ou seja, são hipóteses tão solidamente fundamentadas que não se considera proveitoso questioná-las a menos que algo surja que as ponha em causa.”

    Isso de serem solidamente fundamentadas só é assim para alguns.

    Mesmo muitos evolucionistas reconhecem que a teoria da evolução está longe de ser solidamente fundamentada.

    Ela só é mantida porque existe interesse ideológico nisso.

    Interesse doutrinar as pessoas no ateísmo e disfarçar isso de ciência.


    “São factos que o electrão é onda e partícula”

    O que mostra o carácter genial de Deus! Curiosamente, alguns físicos começam a considerar que existe informação codificada no núcleo dos átomos.



    “…que os continentes se movem”


    A Bíblia diz que antigamente existia só um continente.

    O dilúvio global, a maior catástrofe que a Terra experimentou, constitui uma boa explicação para a deriva dos continentes.

    Existem vários modelos de tectónica de placas catastrófica e de hidroplacas, através do qual se procura compreender melhor o que aconteceu e como.

    “…e que a selecção natural tem influência na evolução nos seres vivos.”

    A selecção natural limita-se a seleccionar os mais aptos e a eliminar os menos aptos.

    Ela não cria nada de novo.

    Além disso, ela opera em primeira linha sobre o fenotipo e não sobre o genotipo.

    A selecção natural elimina sempre informação genética.

    Nunca cria informação genética.

    Isso pode ser observado todos os dias.

    A evolução, não.

    “Já não vale a pena financiar mais testes para ver se estes modelos correspondem bem a estes aspectos da realidade.”

    Não correspondem.

    Eles não explicam a origem da vida, nem a origem de espécies mais complexas.

    Eles apenas mostram que a informação genética se vai reduzindo e deteriorando.

    “O criacionismo moderno só tem parte disto.”

    O criacionismo não nega a variação e a selecção natural.

    Apenas nega que isso possa criar toda a informação codificada necessária a transformar partículas em pessoas.

    “Tem conceitos, como o pecado e o plano divino”

    Não tem apenas isso.

    Tem também o facto observável de que a selecção natural e artificial elimina informação genética.

    Através de selecção artificial muitas “sub-espécies” de caninos têm sido “criadas”.

    No entanto, são sempre caninos, com menos informação genética e mais possibilidade de apanharem mais doenças.

    A selecção é eliminação.

    “…e tem modelos, como o relato da criação no Génesis.”

    Eles são corroborados pelos factos.

    A vida depende de informação codificada, e esta de inteligência.

    Os seres vivos reproduzem-se de acordo com a sua espécie. É isso que observamos.

    “Mas as hipóteses que deviam ligar cada modelo a algum aspecto da realidade estão tão diluídas em milagres e desculpas que não servem para nada.”

    Claro que não.

    A observação de informação codificada no DNA não depende de nenhum milagre.

    O Ludwig mostra que não passa de um naturalista, que exclui Deus à partida.

    Só excluindo Deus à partida é que se pode excluir os seus milagres à partida.

    O Ludwig mostra que o seu ateísmo é essencialmente uma posição de princípio, independente das evidências.

    É com base nele que ele nega os relatos históricos acerca da vida, milagres morte e ressurreição de Jesus.

    É com base nele que ele não percebe que a vida só pode ter origem inteligente, porque depende de informação codificada.

    A história e a ciência corroboram o ensino bíblico.

    Tanto a origem da vida como a ressurreição de Jesus Cristo dependem do poder sobrenatural de Deus.

    Nem uma nem outra podem ser explicadas apenas recorrendo a leis naturais.

    Não existe nenhuma lei natural que crie vida.

    Não existe nenhuma lei natural que possibilite a ressurreição dos mortos.

    A origem da vida e a ressurreição de Jesus têm a mesma causa: Deus.

    A Bíblia afirma isso de uma e de outra. A ciência confirma isso.

    Tentar explicar a origem da vida com base em leis naturais é tão absurdo como tentar explicar a ressureição de Jesus com base em leis naturais.

    Uma e outra atestam a existência de um Criador omnisciente e omnipotente.


    A origem acidental da vida não é cientificamente possível.

    A ressurreição dos mortos não é cientificamente possível.

    Não vimos a origem da vida, mas sabemos ela que não surge por acaso. Nunca tal foi boservado.

    A ressurreição de Jesus foi observada, registada e proclamada pelas testemunhas oculares.

    “Resta ao criacionista baralhar tudo para tentar disfarçar essa falha.”

    Não existe falha nenhuma.

    Os criacionistas têm rigorosamente os mesmos factos que os evolucionistas e exactamente os mesmos conhecimentos científicos.


    “O Mats dá um exemplo:

    “«Qual das teorias da evolução tu estás a falar? Naquela que ainda acredita na desacreditada árvore da vida de Darwin, ou noutras? Ou será na que acredita na hipótese cursorial? ou será na arboreal?»(1)”

    É uma boa pergunta.

    Existem várias hipóteses evolucionistas, que se cancelam umas às outras.

    “A teoria da evolução é o conjunto destes modelos e das hipóteses testáveis, muitas delas bem testadas, acerca de como estes modelos correspondem à realidade.”

    Sempre que foi testada em laboratório, a teoria da evolução chumbou no teste.

    “A árvore da vida de Darwin, representando a origem das espécies pela divergência de populações, é um bom modelo para espécies animais.”

    Ela está a ser neste momento alvo de duras críticas.

    Para além de não ter consistência no registo fóssil, ela não está a conseguir resistir
    à genética.

    “Com bactérias funciona mal porque, entre estas, há muita troca horizontal de genes.”

    Ainda bem que reconhece que as bactérias estão longe de demonstrar a evolução.

    Como os criacionistas dizem, recombina-se muita informação, mas não se cria estruturas e funções inovadoras e mais complexas.

    “Mas isto não é problema porque as hipóteses que especificam a que parte da realidade corresponde cada modelo também fazem parte da teoria.”

    A evolução é, essencialmente, um modelo naturalista com base no qual se pretende interpretar os factos.

    Os naturalistas interpretam os factos com base na sua visão do mundo.

    Os criacionistas bíblicos interpretam os factos com base na visão do mundo do Criador.

    “E não é problema que muitas hipóteses estejam a ser activamente investigadas porque são hipóteses testáveis. Ou seja, mais cedo ou mais tarde teremos uma boa ideia de quais são verdadeiras e quais são falsas.”

    O que será certamente óptimo para os criacionistas.


    Porque a Palavra de Deus é a Verdade, toda a experimentação científica mais não fará do que corroborar a Bíblia.

    Eis alguns exemplos:


    1) a existência de leis naturais no Universo corrobora uma criação racional;


    2) a sintonia do Universo para a vida corrobora uma criação racional;


    3) a estrutura racional e matemática do Universo corrobora uma criação racional;


    4) a existência de informação semântica codificada nos genomas corrobora uma criação racional.

    ResponderEliminar
  4. Pedro Ferreira17/03/09, 10:21

    perspectiva,

    "Existem vários modelos de tectónica de placas catastrófica e de hidroplacas, através do qual se procura compreender melhor o que aconteceu e como."

    Que, segundo o próprio perspectiva, servirá para nada, pois será ciência histórica, certo?

    Perspectiva, você é o maior!!! :D

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  5. mama eu quero17/03/09, 12:07

    "1) a existência de leis naturais no Universo corrobora uma criação racional;"

    :)

    Por exemplo, o facto da matéria curvar o espaço e o tempo de um modo que conseguimos entender corrobora uma criação racional?

    É isso?

    :)

    -Consigo arranjar um padrão para isto logo foi Deus que criou?

    Como dá esse salto? Gostava de entender (se conseguir... logo divino).

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  6. mama eu quero17/03/09, 12:27

    Penso... logo Divino!

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  7. Jónatas,

    «1) a existência de leis naturais no Universo corrobora uma criação racional;«

    As leis naturais são o que se espera de um universo natural. Em contraste com as leis sobrenaturais do género de "Lembra-te do dia de sábado, para santificá-lo", a quem só liga quem quiser.

    «2) a sintonia do Universo para a vida corrobora uma criação racional; »

    Por outro lado. a sintonia da vida para com a pequena parte do universo onde esta surgiu corrobora a evolução por processos naturais. 99.999999%+ do universo é hostíl à vida...


    «3) a estrutura racional e matemática do Universo corrobora uma criação racional;»

    Corrobora apenas a criação racional da matemática. Que não deve surpreender ninguém...

    «4) a existência de informação semântica codificada nos genomas corrobora uma criação racional.»

    Não existe semântica nos genes. Um livro tem palavras com significado. Um gene é uma parte de uma molécula.

    «“São factos que o electrão é onda e partícula”

    O que mostra o carácter genial de Deus!»


    Penso que o Jónatas substima bastante a idade dos leitores deste blog...

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  8. Caro Dr,

    "Através de selecção artificial muitas “sub-espécies” de caninos têm sido “criadas”.

    No entanto, são sempre caninos, com menos informação genética e mais possibilidade de apanharem mais doenças."

    São canideos (caninos são dentes, carateristica tipica dos carnivoros!) e não são sub especies, são raças!


    Senhor Dr, é melhor ir rever a sua noção do que é uma especie, uma sub especie e uma raça!
    Já agora deixo mais uma dica, há bons livros sobre genética e melhoramento animal que poderá tambem consultar, poderá desfazer algumas confusões sobre a selecção artificial, vulgo melhoramento animal.

    cumprimentos
    Cumprimentos

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  9. Perspectiva:

    «Só que essa variação nunca cria estruturas e funções inovadoras e mais complexas. »

    Afinal em que é que ficamos?
    O Mats dizia que podiam surgir funções inovadoras e mais complexas, que isso não queria dizer que a informação aumentasse.

    O Perspectiva desmente o Mats? Afirma que nunca surgem «estruturas e funções inovadoras e mais complexas» através do mecanismo mutações/selecção natural?

    ResponderEliminar
  10. São canideos (caninos são dentes, carateristica tipica dos carnivoros!) e não são sub especies, são raças!

    Joaninha,
    obrigada pormais uma boa gargalhada à custa das besteiras do costume. Quando vejo os comentários ao P, as vezes penso que devia ler uma outra coisa do P., nem que seja para rir. Mas depois falha-me sempre a paciência.
    Bjs
    Cristina

    ResponderEliminar
  11. São factos que o electrão é onda e partícula (...) Já não vale a pena financiar mais testes para ver se estes modelos correspondem bem a estes aspectos da realidade.


    Ui! Onde é que está a racionalidade numa afirmação desse tipo? Isso soa até muito à tal dualidade religiosa corpo e alma... partícula e onda, afinal!

    Quem defende que esse modelo atómico corresponde bem a aspectos da realidade fá-lo baseado em autênticas hipóteses físicas ou sustenta-se em meras elucubrações matemáticas?

    Meaning... compreendemos mesmo, mesmo, mesmo o tecido último deste universo material? Do we?! Tão bem assim que até não vale a pena financiar mais testes, afinal a este respeito já está tudo sabido e conhecido!

    Not so fast... está na hora de ser tudo virado de pernas para o ar! Porque essa pedra angular, que a ciência resolveu rejeitar, continua impávida e imóvel no mesmo lugar!

    É ela o alicerce inteligente...

    Rui leprechaun

    (...da mor sabedoria consciente! :))


    PS: Só uma dica: se os átomos radioactivos têm um tempo de meia-vida, característico do seu decaimento, por que não se poderá aplicar essa hipótese à tal partícula-onda ou a matéria-energia que tal como veio também se irá um dia?!

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  12. Só gostaria de deixar claro de que a ideia 'A evolução é a variação, ao longo do tempo, da distribuição de características herdadas numa população' não é correcta, a evolução não só pode, como é testada, é isso que fazem cadeiras tais como 'Evolução Experimental' (mais artificial) ou 'Evolução Ecológica'. A Evolução não é um conceito meramente ideológico tem algumas falhas, tais como outras teorias científicas mas tal como Lynn Margulis afirma as descontinuidades não assim tantas, muito antes pelo contrário, todos os passos do processo Endossimbiótico foram bem verificados. Isto é apenas a minha modesta opinião, mas claro que estes Senhores devem ser todos Biólogos Evolutivos extremamente sábios que dominam a coisa muito melhor do que eu.... (LOL!)

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  13. 'Nunca se explicou a origem acidental da vida, nem se mostrou que as mutações e a selecção natural conseguem transformar uma espécie menos complexa noutra totalmente diferente e mais complexa'

    Já agora, acrescento mais, que estupidez de comentário, isso é como perguntar porque é que não se podem fazer omeletes com cadeiras... Não se pode passar de uma espécie menos complexa para outra mais complexa totalmente diferente pela simples razão de não existirem as bases para o fazer na espécie menos complexa, onde não existe informação genética não se pode inventar! E sabe-se que as espécies podem sofrer variações mais bruscas mas não podemos de uma protozoário obter um animal em tempo real... isso deveria ser óbvio, não?!


    'Sempre que foi testada em laboratório, a teoria da evolução chumbou no teste.' Deve estar a brincar, chumbou?! Quanta alteração muito significativa já foi documentada! Enfim, que tristeza

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  14. 188.82 quelque chose anda aqui há binte minutes

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    os dos três e 15 segundos devem ser os abutres à espera

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