quinta-feira, julho 30, 2009

Treta da semana: Duh...

Os criacionistas têm alguma dificuldade – ou relutância – em lidar com o óbvio. O Marcos Sabino escreveu que «O Ludwig parece entender “processos naturais” como tudo aquilo que acontece na natureza e, partir daí, acha legítimo dizer que todos os dias surgem novos seres vivos por processos naturais. Se essa for a definição de “processos naturais”, então é verdade que os seres vivos se criam através de processos naturais.» Não é o que me parece entender nem é a minha definição. É o uso comum dos termos. Os processos naturais são o que ocorre na natureza, em contraste com os alegados efeitos sobrenaturais de um ser hipotético que manipula a natureza de fora. «Mas não é a esse tipo de “processos naturais” que os criacionistas se referem»(1), continua o Marcos, sem explicar que processos naturais serão esses que não ocorrem na natureza.

O Mats tem uma dificuldade semelhante. «O pior naturalista não é aquele que o proclama sem rodeios, mas sim aquele que o esconde por trás do manto da tão-mal-definida “ciência”. O ateu evolucionista Ludwig Krippahl é um bom exemplo.»(2) Julgo que o meu naturalismo é bastante óbvio. É uma ferramenta indispensável porque assumir à partida que um fenómeno é sobrenatural impede-nos de perceber o que o causou. Não podemos desvendar o mecanismo dos milagres nem compreender os processos de intervenção divina. Por isso o ponto de partida tem de ser um conjunto de hipóteses acerca de causas naturais. Só estas podem ser testadas e destiladas em teorias coerentes que expliquem o que se passa.

Mas este naturalismo é metodológico. O Mats acusa-me de julgar saber «qual é o propósito final da ciência», mas o naturalismo não é o “propósito final”. É apenas o ponto de partida. A conclusão final depende dos resultados. Para verificar se uma moeda é equilibrada começamos por assumir que é porque essa hipótese permite calcular a probabilidade de cair em cada face, 1 em 2. Mas depois de a lançar várias vezes podemos concluir que, afinal, não estava equilibrada, se o resultado for incompatível com essa hipótese inicial. O naturalismo metodológico da ciência funciona assim. Começamos por assumir mecanismos naturais por trás do que observamos porque só desta forma podemos formular hipóteses testáveis. Mas se nenhum mecanismo natural for compatível com os dados teremos de concluir que o fenómeno é sobrenatural. Só que, até agora, temos encontrado sempre mecanismos naturais que explicam bem os dados que este universo nos fornece. Não parece ser preciso milagres.

Este problema do criacionismo é óbvio para quem não é criacionista. Assumir que tudo foi criado por um ser omnipotente impede qualquer investigação. É uma premissa estéril, não permite hipóteses testáveis e condena os criacionistas a ficar pasmados, assombrados, e ignorantes.

Outra confusão óbvia do Mats e do Marcos, nos seus blogs, e do Jónatas Machado nos comentários aqui (por alguma razão, o Jónatas ainda não conseguiu criar um blog), é no termo “informação”. No sentido coloquial, esta palavra implica consciência e inteligência porque informar é transmitir alguma ideia a alguém. Mas no sentido técnico o termo nem sempre implica inteligência. Pode ser uma propriedade de sequências abstractas de símbolos, da execução de programas no computador ou até de marcas na lama. A impressão da pata do cão copia informação da pata para a forma da lama. O que não implica códigos inteligentes. Em certa medida, um cão a passear sobre a lama aumenta a quantidade de informação desse sistema sem recurso a qualquer código inteligente.

O Marcos Sabino afirma também que «os animais se reproduzem sempre de acordo com o seu tipo, tal como refere o primeiro capítulo de Génesis. E isto é um facto científico. Observa-se os seres vivos a procriarem de acordo com as suas espécies». Se dois organismos se cruzam e dão um filho fértil então pertencem os três à mesma espécie. Não porque a espécie seja uma barreira à reprodução mas porque é assim que nós definimos “espécie”. E o caso do criacionista é ainda pior porque a égua e o burro podem-se cruzar e ter uma mula. Para salvar a regra bíblica, os criacionistas dizem que são do mesmo tipo e fecham por completo o círculo do seu argumento. Para qualquer outra pessoa é óbvio que, se podemos definir “tipo” como quisermos, então não quer dizer grande coisa que a reprodução seja segundo o tipo.

A classificação dos fósseis também baralha os criacionistas. O Marcos Sabino escreve que «O mais antigo fóssil de morcego que se conhece mostra que eles sempre foram morcegos». Duh. O fóssil mais antigo de morcego é classificado como morcego porque, se fosse classificado como outra coisa qualquer, já não seria o mais antigo fóssil de morcego. Isto só mostra que tudo o que classificamos como fóssil de morcego é considerado um fóssil de morcego.

Concluindo por hoje, o Marcos escreve que «os evolucionistas acreditam que [...] um ser vivo adquiriu informação genética que os seus progenitores não possuíam[...]. É aí que entra a fé evolucionista. Nunca ninguém viu tal acontecer.» O que ninguém viu acontecer foi o deus do Marcos a criar bicharada. Em contraste, filhos com genes diferentes dos pais há por aí aos montes.

1- Marcos Sabino, Resposta ao Ludwig – Com muita fé se constroem árvores da vida imaginárias.
2- Mats, Ciência e Certezas Naturalistas

137 comentários:

  1. Se calhar o trio do genesis acha que naturalista é andar só a tomar medicamentos da herbal...

    ResponderEliminar
  2. «Duh. O fóssil mais antigo de morcego é classificado como morcego porque, se fosse classificado como outra coisa qualquer, já não seria o mais antigo fóssil de morcego»

    HAHAHAAHAHAH! Lindo, isso só mesmo do Mats, aquele do Deus é um frigorífico

    ResponderEliminar
  3. "Anónimo",
    1. Quem disso a frase que citaste foi o Marcos.

    2. Quem disse que Deus é um frigorifico foi o Ludwig.


    Ludwig, ainda bem que admites que o naturalismo é o teu ponto de partida para a investigação. Agora só falta saber se o naturalismo é ciência ou não. Como é que testa o naturalismo? Como é que se falsifica o naturalismo? Se não se pode testar nem falsificar, será que ainda faz parte da ciência?

    Levando isso em conta, tu podes levar o naturalismo como ponto de partida, mas nós levamos a Bíblia. Tu não podes cientificamente invalidar o nosso ponto de partida assumindo que o teu ponto de partida (não testável e não falsificável) é a régua de medir em questões cientificas. Tens que justificar essa posição, sem confundires a ciência operacional com a histórica (como sempre).

    Como já foi dito, fé por fé, mais vale manter a fé cristã.

    Paz.

    ResponderEliminar
  4. Zarolho,

    É uma boa sugestão, mas eu sou contra adaptar palavras a outras línguas. Para mim blog é blog, duh é duh, e byte não é mordidela. Tudo o resto parece-me ser só para baralhar os motores de pesquisa sem qualquer vantagem compensatória.

    ResponderEliminar
  5. Mats,

    O que tu escreveste sobre o frigorifico foi:

    «O que o frigorífico faz é "suspender" os efeitos das leis da decomposição de modo a preservar os alimentos. O frigorífico não "viola" nenhuma lei apenas e só porque suspende os efeitos dos processos naturais. […] No que toca aos chamados "milagres" ocorre exactamente o mesmo. »

    No mínimo, isto quer dizer que o frigorifico faz milagres...

    «Ludwig, ainda bem que admites que o naturalismo é o teu ponto de partida para a investigação.»

    Já há algum tempo. Por exemplo, vê
    este post de 2006, onde aponto o problema que obriga a ciência a considerar hipóteses naturalistas:

    «O problema com o sobrenatural não é ter deuses, demónios, espíritos ou essas coisas que as pessoas inventam. O problema é que, normalmente, uma hipótese sobrenatural não diz nada. Um deus omnipotente que nunca actua quando está a ser testado não pode ser testado cientificamente. Mas não é por causa do naturalismo; um fertilizante químico que nunca actua quando estamos a tentar observá-lo é igualmente impossível de testar. As coisas que a ciência não pode testar são apenas as coisas que não podem ser testadas, ponto final. Chamar-lhes naturais ou sobrenaturais é irrelevante.»

    Quanto ao ponto de partida ser o naturalismo ou a bíblia, seria de facto irrelevante se fossem apenas pontos de partida. No entanto, tu não admites que a bíblia esteja errada. Enquanto que eu coloco hipóteses naturalistas precisamente porque essas, quando estão erradas, nota-se facilmente.

    Partimos de pontos de partida diferentes, mas tu recusas-te a saír do ponto de partida. Eu estou preparado para ir onde as evidências indicarem. Se vir o teu deus a criar bichos com certeza que tomarei esse dado em consideração.

    «Como já foi dito, fé por fé, mais vale manter a fé cristã.»

    Porquê? Eu prefiro não ir pela fé, que é pouco fiável. Mas, fé por fé, mais vale uma que não tenha tortura e homicidio como fundamento, não achas?

    ResponderEliminar
  6. Mats:

    Por piedade, não deixes de escrever. Dás-nos tantas alegrias, tanto humor, um gajo escangalha-se a rir. És um serviço público contra a depressão! Quem sabe se tu não és um instrumento nas Mãos* d'Ele contra o mau humor.


    *Sendo as Mãos do Senhor, também merecem maiúscula :D

    ResponderEliminar
  7. No mínimo, isto quer dizer que o frigorifico faz milagres

    Não necessariamente. O propósito não foi dizer sempre que se suspendem os efeitos das leis naturais, se está na presença de um milagre, mas sim que os milagres não "violam" leis da ciência, tal como frigoríficos e aviões não violam leis da ciência.

    ResponderEliminar
  8. Mats,

    Nem os frigorificos nem os aviões suspendem as leis da ciência. Se o fizessem seria evidência que a ciência se tinha enganado nessas leis e precisava de arranjar outras.

    ResponderEliminar
  9. Mas este naturalismo é metodológico. O Mats acusa-me de julgar saber «qual é o propósito final da ciência», mas o naturalismo não é o “propósito final”. É apenas o ponto de partida.

    Nem sequer e' o ponto de partida. O primordial e' mesmo a observaçao empirica de qual o metodo que oferece mais conhecimento, sendo que a conclusao obvia e' o naturalismo. E dai' parte-se para a ciencia.

    Nao ha' nenhum a priori aqui, a priori ;). Em principio, nao existe qualquer preconceito. Usar-se-ha' tudo o que seja util, o que seja belo, o que seja consistente, o que explique e preveja dados empiricos, etc.

    Apenas acontece que o sobrenaturalismo nao ajuda nada. E' treta metafisica. E' como uma "layer" pesada, "bloated", e inutil, que nao serve para nada excepto perder imenso tempo e maravilharmo-nos perante esta perda. Apenas o naturalismo parece ser util, e isto nao e' dogmatico. No dia em que o sobrenaturalismo se tornar u'til para explicar e prever o que experienciamos, entao veremos o que se pode retirar dai'.

    Claro, aqui a ironia e' que nesse dia, o sobrenaturalismo torna-se naturalismo e a teologia torna-se ciencia. E Deus e' empurrado ainda mais la' para tra's.

    Nao vejo grande saida para os confusos do costume....

    ResponderEliminar
  10. ah, esqueci-me, boa posta Ludwig.

    .... Mas isto de te picares com raciocinios de quarta categoria estranha-me. Qual e' o teu fascinio por estes literalismos idiotas?

    ResponderEliminar
  11. Barba,

    Um problema é que há duas formas de encarar o que se entende por "sobrenatural". Se quiser simplesmente dizer algo fora da natureza, então não haveria problema para a ciência. Por exemplo, se for verdade que rezar a Jahve ajuda a curar doenças isso pode ser testado como qualquer outra hipótese.

    O problema é apenas que, quando se invoca hipóteses sobrenaturais, é sempre para as tornar impossíveis de testar. Jahvé cura quem reza a ele, mas só se o fizer fora de algum teste, que ele não se deixa testar. E esse tipo de hipóteses, que se declaram impossíveis de testar, não podem ser aceites directamente. Só indirectamente pela eventual eliminação de todas as outras (e, mesmo assim, no fim sobram infinitas hipóteses impossiveis de testar).

    «.... Mas isto de te picares com raciocinios de quarta categoria estranha-me. Qual e' o teu fascinio por estes literalismos idiotas?»

    Esta semana estou na terrinha com os miudos. Não tenho nem ligação à net nem disponibilidade para lidar com coisas mais sérias... :P

    Além disso, este blog é mesmo para coçar comichões como estas...

    ResponderEliminar
  12. Barba:

    Bom comentário. Mas eu continuo a achar que os primeiros pressupostos são que a realidade existe e que é inteligivel.

    Descobri que a realidade ser inteligivel é equivalente a dizer que a lógica existe. Ou terme- hei enganado? Acho que não.

    Mas depois deste aparte, o teu comentário segue.

    ResponderEliminar
  13. Mário Miguel31/07/09, 17:38

    Fora de tópico.

    Ver aqui uma falácia caçada do blogue "caça tangas" A Pente-Fino.

    ResponderEliminar
  14. "filhos com genes diferentes dos pais há por aí aos montes."

    Bastardos! escapou-me o duplo sentido até agora.

    Acho que tambem sou um bocado criacionista às vezes. (E desculpa la se o duplo sentido era para ficar escondido, mas não quero que ninguem o perca, está muito fixe. Se por acaso foi por acaso as minas desculpas. Mas não mudes).

    ResponderEliminar
  15. Este comentário foi removido pelo autor.

    ResponderEliminar
  16. Este comentário foi removido pelo autor.

    ResponderEliminar
  17. Bem, os criacionistas andam mesmo aos tapetes!

    Como é que deixaste escapar esta Ludwig:

    "A natureza não cria nada. Quem cria são os seres vivos"

    do Marcus Sabino?

    Fomos todos promovidos a sobrenaturais. Eu sei que havia muito por onde escolher mas esta é linda.

    ResponderEliminar
  18. "Não é o que me parece entender nem é a minha definição. É o uso comum dos termos. Os processos naturais são o que ocorre na natureza"

    Tal como eu disse no post: quem define os termos ganha sempre o debate. Estar a discutir mais esta questão do que é que são "processos naturais" seria estar a dar pérolas a porcos. Não creio que o Ludwig seja tão louco para pensar que o que está em discussão é se os seres vivos se reproduzem na natureza ou não.

    "É uma ferramenta indispensável porque assumir à partida que um fenómeno é sobrenatural impede-nos de perceber o que o causou."

    Pena é que a posição naturalista morre logo à nascença. Aquilo que causou tempo, espaço e matéria não pode estar sujeito aos mesmos, caso contrário não poderia ser a sua causa. Matéria não cria matéria onde matéria não existia. Chega-se a um ponto em que temos de entrar nos portões da fé ou da metafísica.

    "Assumir que tudo foi criado por um ser omnipotente impede qualquer investigação."

    O Ludwig muito gosta de confundir o "como surgiu" com o "como funciona". Grandes nomes da ciência dos séculos passados não tiveram quaisquer problemas em fazer ciência acreditando que Deus era o Criador. Mas vem agora o Ludwig no século XXI dizer que tal não é possível. Bravo.

    "A impressão da pata do cão copia informação da pata para a forma da lama. O que não implica códigos inteligentes."

    Claro que não. Até porque ao vermos uma pegada no chão não estamos a descodificar nenhum código. Como seres inteligentes, podemos retirar informação de qualquer coisa que observamos. Mas aquilo que se passa no código genético é semelhante àquilo que se passa num software de computador. São os próprios evolucionistas a dizê-lo. Se quiser pode-se colocar as citações. As nossas células operam tal e qual uma fábrica de montagem, com maquinaria a trabalhar de forma coordenada para atingir o seu fim. Existem máquinas que lêem a "planta da casa" e que a descodificam. Não há programação sem programador.

    Se o Ludwig está tão firme no seu naturalismo, aconselho-o a tentar ganhar algum dinheiro (1 milhão). A tarefa é simples: ""The Origin-of-Life Prize" ® (hereafter called "the Prize") will be awarded for proposing a highly plausible natural-process mechanism for the spontaneous rise of genetic instructions in nature sufficient to give rise to life.". O mais difícil é que não pode ser uma explicação especulativa, como tantas que andam por aí. Mas para uma pessoa tão firme no seu naturalismo, isso não deve ser problema.

    "Não porque a espécie seja uma barreira à reprodução mas porque é assim que nós definimos “espécie”."

    E precisam de rever a classificação de muitas "espécies".

    "E o caso do criacionista é ainda pior porque a égua e o burro podem-se cruzar e ter uma mula."

    Eu posso ser incapaz de me reproduzir com a minha mulher mas isso não me faz uma espécie diferente. Os "becos sem saída" podem ser o resultado de mutações.

    ResponderEliminar
  19. "O Marcos Sabino escreve que «O mais antigo fóssil de morcego que se conhece mostra que eles sempre foram morcegos». Duh. O fóssil mais antigo de morcego é classificado como morcego porque, se fosse classificado como outra coisa qualquer, já não seria o mais antigo fóssil de morcego."

    E é com pena que vemos que em 52 milhões de anos supostamente decorridos desde esse antigo fóssil, o morcego pouco mudou. Mais triste é nem haver "elos perdidos" que ocupem os evolucionistas com especulações vãs.

    "Isto só mostra que tudo o que classificamos como fóssil de morcego é considerado um fóssil de morcego."

    E apenas é possível fazê-lo porque os mrocegos que vemos nos fósseis são similares aos que voam por aí hoje. O que só comprova aquilo que eu disse anteriormente: os morcegos sempre foram morcegos e apenas com interpretação evolucionista é que podemos construir putativas "árvores da

    "O que ninguém viu acontecer foi o deus do Marcos a criar bicharada."

    De igual forma, nunca ninguém viu o primeiro organismos auto-reprodutor a criar-se de matéria morta. Tal como nunca ninguém viu qualquer história evolutiva de qualquer ser vivo. Os criacionistas não querem saber com aquilo que os evolucionistas querem acreditar, só não lhe chamem ciência.

    "Em contraste, filhos com genes diferentes dos pais há por aí aos montes."

    O que pode haver é diferentes alelos. Todos nós temos os mesmos genes para as diferentes características. Não sou eu que o digo. São geneticistas evolucionistas. Se não concordar, chateie-se com eles.

    E eu não acredito que o Ludwig diga isto com cara séria: "Eu estou preparado para ir onde as evidências indicarem."

    Como é possível dizer que está preparado a ir para onde as evidências o levarem, se neste e noutros posts está sempre a dizer que o seu naturalismo é o ponto de partida fundamental e não sei quê bla bla bla. Se exclui Deus à partida, Deus não aparecerá na análise e na conclusão. Que fanfarronice de primeira.

    ResponderEliminar
  20. Anonymouse01/08/09, 14:57

    Marcos,

    vai lá papar o Nestum com mel.

    E para o ano faz favor de voltar à escola secundária.

    Confrangedor!

    ResponderEliminar
  21. Marcos Sabino: «Aquilo que causou tempo, espaço e matéria não pode estar sujeito aos mesmos».

    Um pouco de lógica: Deus para criar o tempo fê-lo antes do tempo existir?

    ResponderEliminar
  22. Marcos Sabino:

    Secundo a pergunta do Pedro,

    «Aquilo que causou tempo, espaço e matéria não pode estar sujeito aos mesmos».

    Um pouco de lógica: Deus para criar o tempo fê-lo antes do tempo existir?

    Fica bem

    ResponderEliminar
  23. Marcos Sabino,

    Sem tempo não pode haver causa. Uma causa é algo que, necessariamente, ocorre antes do efeito, e sem tempo não há antes.

    Por isso basta não assumir que o big bang tenha tido uma causa, nesse sentido que conhecemos. Tal como não assumes que o teu deus teve uma causa.

    «O que pode haver é diferentes alelos. Todos nós temos os mesmos genes para as diferentes características. Não sou eu que o digo. São geneticistas evolucionistas. Se não concordar, chateie-se com eles.»

    O termo é usado de maneiras algo diferentes. Se por gene quiseres dizer a sequência de bases, então alelos são genes diferentes que podem ocupar o mesmo locus.

    Seja como for, como as mutações podem duplicar trechos do ADN, o filho pode ter cópias adicionais de alguns genes, que depois acumulam mutações de forma independente nas gerações posteriores. Por exemplo, há fortes evidências que os sistemas de coagulação do sangue evoluiiram dessa forma, por duplicação e evolução independente de cópias de uma protease.

    «Como é possível dizer que está preparado a ir para onde as evidências o levarem, se neste e noutros posts está sempre a dizer que o seu naturalismo é o ponto de partida fundamental e não sei quê bla bla bla.»

    É simples. Se eu parto de hipóteses que podem ser falsificadas pelos dados, então posso mudar de ideias se obtiver informação que mostre ter partido de hipóteses erradas.

    Em contraste, se eu parto da hipótese que um ser omnipotente criou tudo como lhe deu na telha e que seja o que for que eu observe só poderá confirmar que isso aconteceu, condeno-me a nunca saír da minha hipótese inicial.

    É essa a diferença entre fé e ciência. Como tu tens escrito várias vezes, os cientistas dictutem, discordam e mudam de ideias.

    Tu estás disposto a fazer o mesmo? Estás disposto a rejeitar a tua religião se tiveres dados que a contradigam?

    ResponderEliminar
  24. Mário Miguel01/08/09, 16:48

    Marcos Sabino,

    «"A impressão da pata do cão copia informação da pata para a forma da lama. O que não implica códigos inteligentes."

    Claro que não. Até porque ao vermos uma pegada no chão não estamos a descodificar nenhum código.»


    É falso, as pegados de um cão podem "codificar" com elevado rigor a trajecto por ele feito de um dado ponto A até um dado ponto B, estando assim EFECTIVAMENTE o trajecto desse cão "codificado" de forma inequívoca nas suas pegadas, esta codificação e descodificação é tão óbvia, real e útil, que caçadores desde à muito tempo fazem bom uso da descodificação deste código para com elevado sucesso caçarem. Aqui fica claro um exemplo de informação codificada de forma independente da inteligência. No sentido que não houve inteligência que codificou de forma consciente com um dado objectivo aquela "informação"; o cão ou a presa, não tem a mínima consciência de codificar o seu percurso, que assim é "codificado" com ZERO inteligência envolvida. Isto também se destina ao Jónatas Machado, conhecido como Perspectiva.

    ResponderEliminar
  25. Isto está já a correr mal suficiente para os criacionistas, mas é sempre bom lembrar que o naturalismo é comprovado pela experiencia. Porque cada vez temos mais respostas. Ainda que tambem mais perguntas. Mas o conhecimento esta a aumentar.

    Se a medicina dos Genesis fosse a dos dias que correm estavamos tramados.

    Eu sugiro aos nossos criacionistas que quando precisarem de cuidados medicos superiores ao dos do genesis(e se precisarem, não vos desejo mal) agradaçam a Deus ter criado os Naturalistas. E eu sei o que la vem porque um de vosses expos ai orgulhosamente como se fosse uma coisa que de facto só pudesse ter vindo de deus. Sim, então nos ja sabemos mais que Deus. E sobre outros aspecto da criação tambem. Isto seguindo o vosso raciocinio.,

    ResponderEliminar
  26. Mario Miguel:

    A tua explicação foi boa e clara. Gostei de ler.

    ResponderEliminar
  27. À semelhança do exemplo das pegadas de cão deixo aqui o link para uma imagem onde se pode observar "informação codificada" em marcas:

    http://www.myspaceantics.com/images/myspace-graphics/funny-pictures/car-hood.jpg

    Qualquer um consegue facilmente determinar que se tratam de marcas deixadas por duas pessoas de sexos opostos e consegue ainda saber o que estavam a fazer nesse momento, embora mais "ninguém estivesse lá para observar esse evento". Atenção que apesar de se tratarem de seres +/- inteligentes, as marcas não foram feitas intencionalmente, ou seja, não foram "desenhadas".

    Quanto às pegadas deixadas por animais, um observador experiente consegue determinar que "tipo" de animal se trata, estimar o seu peso e ainda a velocidade a que se deslocava, para além do trajecto percorrido. Se além das pegadas houver um rasto de manchas avermelhadas sabe-se ainda que o animal estava ferido. É muita informação ininteligentemente codificada.

    ResponderEliminar
  28. Ludwg,
    "Nem os frigorificos nem os aviões suspendem as leis da ciência. Se o fizessem seria evidência que a ciência se tinha enganado nessas leis e precisava de arranjar outras."

    Onde mesmo é que eu disse que os frigoríficos e os aviões suspendem as leis da ciência?
    Posso me ter enganado, mas o propósito do posto focou-se sobre os efeitos e não na lei.

    Mas diz-me onde é que eu disse que as leis foram suspensas?

    ResponderEliminar
  29. Mats - (...) «milagre não é uma "violação das leis da natureza", mas sim a "suspensão dos efeitos de uma ou mais leis da natureza".» (...)
    «O que o frigorífico faz é "suspender" os efeitos das leis da decomposição de modo a preservar os alimentos. O frigorífico não "viola" nenhuma lei apenas e só porque suspende os efeitos dos processos naturais

    Ludwig: «No mínimo, isto quer dizer que o frigorifico faz milagres»
    Mats: «Não necessariamente. O propósito não foi dizer sempre que se suspendem os efeitos das leis naturais, se está na presença de um milagre» (...)

    ResponderEliminar
  30. Para o caso de não ser fácil de perceber:
    1) milagre é a suspensão dos efeitos de uma ou mais leis da natureza;
    2) o frigorífico suspende os efeitos dos processos naturais;
    3) o frigorífico não faz necessariamente milagres;
    4) não é necessariamente verdade que sempre que se suspendem os efeitos das leis naturais, se está na presença de um milagre;

    ResponderEliminar
  31. De facto os Deuses são um bocado desgostantes:

    Não se mostram, alegadamente mandam escrever uns livros obscuros, (o Alcorão, a bíblia, e etc) e não deixam perceber a sua natureza.

    Há é intérpretes fieis da vontade dos deuses.

    Sabem com uma precisão milimétrica o que agrada e enoja os deuses. E o que é mais como nos podemos salvar.

    Na perspectiva dos deuses e na sua interpretação infalível.

    É bom saber isso. Que os deuses não se deram a conhecer mas que há representantes legais cá em baixo isso é facto.

    Não sei por que carga de água é que esses deuses e esses representantes me soam a falso.

    Manias de descrente que quando lhe falam dum negócio em pirâmide, em time-sharing, num cartão com bué de descontos, numa magia eficaz e numa dieta "cientificamente provada", fica bestialmente céptico.

    Uso, para meu mal, o método!

    Venham as provas e a gente come a história....

    Dos Deuses, Diabos, pulseiras magnéticas, aplicações a 25 % garantidas e negócios vários de ocasião não tive provas concludentes da veracidade.

    Defeitos graves de evolucionista que apenas crê no naturalismo!

    Sei que é errado mas ... que diabo..é a minha natureza.

    Tenho alguma dificuldade em crer num projecto de time-sharing e num testemunho de prodígios vários passados há bué de tempo sem testemunhas credíveis.

    Se calhar foi por isso que não meti guita no BPP.

    Enfim!

    Se alma não se salvar pelo menos ficam os bens materiais.

    Ai quem me dera ter fé !

    Pelo menos no BPP. Pelo menos enquanto não sabia a verdade ia multiplicar a guita.

    ResponderEliminar
  32. Este comentário foi removido pelo autor.

    ResponderEliminar
  33. "Parque Discovery
    http://discovery.pt/PDiscovery.swf
    Publicada por Mats em 02:33 0 comentários
    Etiquetas: Ciência, Criação, Geologia, Portugal "

    02-08-2009 9:40

    Podiam montar esta coisa ao lado da Escola "superior" de "medicina" tradicional chinesa.

    ResponderEliminar
  34. Mário Miguel02/08/09, 12:50

    Já que este post é sobre tretas, aqui vai um baú repleto delas!

    E aqui está um documentário relacionado, pena é ser pirataria... Comprar dependendo das convicções sobre a temática copyright.

    ResponderEliminar
  35. A minha pergunta ao Sabino foi para mostrar um "duh!", se respondesse.

    Algo criado implica que esse algo não existia e depois passou a existir. Fiz uma ilustração para o caso de ser difícil perceber o que acabei de escrever: imagem.
    O que não foi criado:
    1) existiu sempre
    2) ou nunca existiu;
    3) ou teve o "não existe" e "existe" ao contrário (existiu sempre até determinado momento);

    Vamos supor que Deus criou o tempo. Isso significa que o tempo não existia e depois passou a existir. E que há um antes do tempo. Isso é um absurdo, portanto o tempo não pode ter sido criado.

    Mas já ouvi criacionistas a dizerem coisas como "before time" (ex: VenomFangX) e "pre-dated time" (philos71). Suponho que não entendem a analogia de Stephen Hawking: "What lies north of the North Pole?". Gostaria de saber o que querem dizer com "criar", "tempo", "antes" e "precede".

    ResponderEliminar
  36. Mário Miguel02/08/09, 14:39

    Como estou no embalo das tretas, aqui vai mais uma. O mundo vai acabar em 2012, vou já pedir um empréstimo faraónico a pagar após essa data :)

    ResponderEliminar
  37. Atenção: o que vão ver a seguir é "violações" das leis da natureza nem suspensões das leis da natureza. São suspensões dos efeitos dos processos naturais. Não recomendado a ateus sensíveis.

    * 1
    * 2
    * 3
    * 4
    * 5

    Atenção ateus - o seguinte prova que não são "violações" das leis naturais mas sim suspensões dos processos naturais:
    * 1
    * 2
    * 3
    * 4
    * 5

    Fico contente que tu, como uma pessoa com conhecimentos de Física,
    estejas a assimilar o meu ponto.

    ResponderEliminar
  38. Nuno Gaspar02/08/09, 23:34

    Regresso ao Ultramar.
    Viagem a ler «Evolucionismo e Criacionismo» de Teresa Avelar e colegas. Confirma-se a impressão que temos ao ler o blog do Ludwig. Naturalismo ontológico e criacionismo evangélico são cada vez mais parecidos. Um tenta usar a ciência para pouco mais do que diminuir a religião. Outro serve-se da religião para tentar fazer ciência. Ambos padecem da mesma limitação literalista, seja a olhar para a natureza ou para um livro. Talvez por isso gostem tanto de falar um com o outro e um do outro. Ambos se arriscam a perder o melhor da ciência e da religião. Quem, como aqui há dias dizia F. Ayala em entrevista ao El Pais, se habituou a vê-las como janelas diferentes de uma mesma casa só pode encontrar divertimento ao observar o frenesim com que se pelejam.

    ResponderEliminar
  39. Nuno Gaspar02/08/09, 23:40

    Corrijo: «Evolução e criacionismo - uma relação impossível»

    ResponderEliminar
  40. ERRATA: «não são "violações" das leis naturais mas sim suspensões dos processos naturais» devia ser «não são "violações" das leis naturais mas sim suspensões dos efeitos dos processos naturais»

    Até eu me esqueço de vez enquando que é dos efeitos, não dos processos. Há uma diferença fundamental.

    Agora vou suspender os efeitos da lei natural do desperto para amanhã suspender os efeitos da lei natural do sono.

    Que Deus vos abençoe para terem o melhor da religião.

    ResponderEliminar
  41. STEPHEN HAWKING E O BIG BANG

    É interessante notar que Stephen Hawking defendia a teoria do Big Bang, considerando que a mesma é a que melhor permite explicar o Universo.

    No entanto, ele próprio reconheceu que, apesar de tudo, a origem das estrelas e das galáxias ainda não é convenientemente explicada pela teoria do Big Bang.

    Ora, considerando que existem triliões de triliões de estrelas no Universo, e que o Big Bang não consegue explicar a sua origem, podemos perguntar que Universo é que Hawking tinha na cabeça quando afirmou a plausibilidade do Big Bang.

    Será que ele só tinha apenas uma nuvem de gás na cabeça? Provavelmente.

    Porque isso é, na melhor das hipóteses, a única coisa que o Big Bang conseguiria explicar.

    E mesmo assim, teriamos que ser muito optimistas.

    Mas não há nada do que escutar o que o próprio Stephen Hawking diz sobre a questão.

    Vejamos:



    “This [big bang] picture of the universe that started off very hot and cooled as it expanded is in agreement with all the observational evidence we have today.

    Nevertheless it leaves a number of important questions unanswered …

    Why is the universe so uniform on a large scale?

    Why does it look the same at all points of space and in all directions? (p154 ss.)

    Despite the fact that the universe is so uniform and homogeneous on a large scale, it contains local irregularities, such as stars and galaxies.

    These are thought to have developed from small differences in the density of the early universe from one region to another.

    What was the origin of these density fluctuations?’ (156)

    Hawking, S.W., The Illustrated a Brief History of Time, Bantam Books, New York, 1996, 154 ss.

    Em face destas considerações, a explicação do Génesis, segundo a qual as estrelas foram criadas de forma sobrenatural por um Deus eterno, infinito, omnisciente e omnipotente, continua em cima da mesa como a única plausível.

    Mas isso seria chocante e insuportável para muitos.

    ResponderEliminar
  42. PALMIRA SILVA, CUBOS DE GELO E DNA

    Ao tentar conciliar a lei da entropia com a evolução, e pensando com isso desferir um golpe letal nos criacionistas, defendeu a analogia entre a estrutura ordenada dos cristais de gelo e a informação complexa e especificada do DNA.

    Esqueceu-se apenas que se tivéssemos DNA do tamanho de um cubo de gelo de um refrigerante vulgar teríamos aí possivelmente armazenada a informação genética suficiente para especificar cerca de 50 biliões de pessoas, coisa que, nem de perto nem de longe se passa com um cubo de gelo, o qual é sempre um cubo de gelo, pelo menos até se derreter ou, partindo-se, dar origem a dois ou mais cubos de gelo.

    O DNA contém é um sistema optimizado de armazenamento de informação codificadora de estruturas e funções que não são inerentes aos compostos químicos do DNA.

    Essa informação pode ser transcrita, traduzida, executada e copiada com sucesso para criar e manter múltiplos e distintos organismos plenamente funcionais.

    O DNA codifica os 20 aminoácidos necessários à vida, de entre os 2000 existentes.

    Sequências precisas de aminoácidos darão, por sua vez, origem às cerca de 100 000 proteínas necessárias à realização das mais diversas e complexas funções biológicas.

    O DNA contém informação susceptível de ser transcrita, traduzida, executada, copiada e replicada, permitindo aos diferentes seres vivos reproduzir-se de acordo com a sua espécie, tal como a Bíblia ensina.

    As letras da molécula de DNA representam aminoácidos que só seram fabricados numa fase posterior, a fim de serem subsequentemente incorporados numa proteína.

    Assim, a informação não é uma estrutura material, mas sim uma grandeza imaterial capaz de representar de forma abstracta relações conceituais ou estruturas materiais.

    Essa representação é feita através de um sistema de codificação de informação, sendo que essas relações ou estruturas podem ser físicas, químicas ou biológicas.

    A realidade que é representada através do código (v.g. GCA GCC GCG GCU) é um aminoácido (Alanina) que não está presente como estrutura material no momento em que é representada.

    O aminoácido é fabricado mais tarde, através de um conjunto de instruções contidas na informação genética que o precede.

    Num cristal não existe a representação codificada de qualquer realidade para além do próprio cristal.

    A questão fundamental aqui nem sequer é a entropia, mas a origem da informação codificada no DNA.



    A teoria da informação diz-nos que toda a informação codificada tem uma origem inteligente.

    Diferentemente, os cristais de gelo são estruturas arbitrárias sem qualquer informação codificada.

    Ou seja, eles não conseguem codificar a sua estrutura e garantir a respectiva reprodução num momento ulterior.

    O erro da Palmira Silva é evidenciado não apenas pelos criacionistas, mas também pelo conhecido evolucionista Leslie Orgel (já falecido), que durante anos procurou, sem sucesso, uma explicação naturalista para a origem da vida.

    Nas suas palavras, que a Palmira deveria ter considerado atentamente, “living things are distinguished by their specified complexity. Crystals such as granite fail to qualify as living because they lack complexity; mixtures of random polymers fail to qualify because they lack specificity.”

    Se tivesse feito o trabalho de casa, a Palmira nunca cairia no erro de equiparar sal e gelo com DNA.

    ResponderEliminar
  43. LUDWIG DIZ:

    "O naturalismo uma ferramenta indispensável porque assumir à partida que um fenómeno é sobrenatural impede-nos de perceber o que o causou."

    Falso. Não existe nenhum processo naturalista que permita explicar a origem de informação codificada no genoma.


    "Não podemos desvendar o mecanismo dos milagres nem compreender os processos de intervenção divina."


    Podemos na medida em que isso seja revelado por Deus, o que é o caso.

    "Por isso o ponto de partida tem de ser um conjunto de hipóteses acerca de causas naturais."

    Mas não existe causa natural para o Universo, porque antes dele não havia nada natural.

    Do mesmo modo, não existem causas naturais para a vida, porque ela depende de informação codificada.

    As causas naturais funcionam no Universo criado, mas nada nos dizem sobre a sua origem.


    "Só estas podem ser testadas e destiladas em teorias coerentes que expliquem o que se passa."

    Engana-se. A presença de informação codificada no genoma pode ser confirmada pela observação.

    A origem inteligente de toda a informação codificada também.

    O Ludwig é que se recusa a ver o óbvio, e por isso vai grelhar na forquilha criacionista.

    ResponderEliminar
  44. LUDWIG KRIPPAHL E UM INCAUTO CIDADÃO:

    LK: Sabes, estou absolutamente convencido que os micróbios se transformaram em microbiologistas ao longo de milhões de anos!!

    IC: A sério? Grandes afirmações exigem grandes evidências!! Quais são as tuas?

    LK: É simples! Tenhum um mecanismo rigoroso que só testa causas naturais e que permite comprovar empiricamente a evolução de partículas para pessoas.

    IC: Sim? Qual é ele? Estou tão curiosos...

    LK: Se olhares bem à tua volta descobres que:

    1) moscas dão moscas

    2) morcegos dão morcegos

    3) gaivotas dão gaivotas

    4) bactérias dão bactérias

    5) escaravelhos dão escaravelhos

    6) tentilhões dão tentilhões

    Como vês, o meu naturalismo metodológico não falha.

    Ele atesta que partículas se transformam em pessoas.

    IC: Mas...espera lá!

    Não é isso que a Bíblia ensina, em Génesis 1, quando afirma, dez vezes, que os seres vivos se reproduzem de acordo com a sua espécie?

    Afinal, os teus exemplos "naturalistas" corroboram o que a Bíblia ensina!!

    ResponderEliminar
  45. A “AUTORIDADE” DE UM AUTODENOMINADO MACACO TAGARELA (1)

    1) O Cristianismo baseia-se na revelação de Deus na história, através das Escrituras Sagradas e da pessoa de Jesus Cristo. Trata-se do livro mais influente em toda a história e da pessoa mais influente em toda a história.


    2) A Palavra de Deus é autoridade, na medida em que é inspirada pelo Criador. Ela não erra nem mente. Ela baseia-se em alguém que tem toda a informação e todo o conhecimento.


    3) Por ser autoridade, todo o conhecimento se deve basear nela. A Bíblia ensina que um Deus racional criou o Universo racionalmente para ser compreendido por seres racionais. Essas premissas tornam a ciência possível e significativa.



    4) Diferentemente, a “autoridade” dos cientistas é falível e precária, incluindo a “autoridade” de que o Ludwig se reclama para negar a autoridade de Deus e da Sua Palavra.



    5) O que em ciência é verdade hoje, amanhã é mentira. A ciência não pode resolver a questão das origens com base na observação e na experiência.


    6) O Ludwig pretende negar a autoridade bíblica, mas não tem autoridade nenhuma para o fazer. Não existe razão nenhuma para preferir a autoridade de um ateu à autoridade de Deus.


    7) O Ludwig pretende negar a existência de uma autoridade divina inquestionável como se tivesse uma autoridade inquestionável para o fazer. Mas não tem.


    8) A Autoridade da Bíblia, como Palavra de Deus, não pode ser avaliada por qualquer “autoridade” humana, porque se pudesse então não era autoridade divina e estava subordinada a uma autoridade humana.



    9) O Ludwig pretende afirmar uma suposta autoridade para o ateísmo, sendo que este nem sequer consegue explicar a origem da informação codificada contida no DNA.



    10) A existência de informação codificada é a marca, por excelência, da presença da inteligência. Ninguém pode negar isso. Ora, o DNA é essencialmente informação codificada. Ninguém pode negar isso.




    11) A Bíblia afirma que o Criador de toda essa informação codificada é um Deus revelado como LOGOS (Razão/Palavra). É uma explicação inteiramente adequada, do ponto de vista lógico.


    12) Ao reconhecer as autoridades terrenas da sua sociedade, o ateu confia em “autoridades” precárias, falíveis, contraditórias e provisórias, remetendo a decisão das questões últimas da vida para a criatura e não para o Criador.

    Boa sorte!!

    A

    ResponderEliminar
  46. “AUTORIDADE” DE UM AUTODENOMINADO MACACO TAGARELA (1)


    13) As autoridades humanas baseiam-se na ignorância das coisas ou num conhecimento parcial. O Ludwig prefere isso, o problema é dele.

    14) Mas ficamos sem saber com que autoridade é que o Ludwig afirma que devemos confiar nas autoridades humanas. De onde lhe veio essa autoridade? Essa é uma posição cientificamente sustentável?.


    15) A autoridade de Deus baseia-se no conhecimento de alguém que é omnipotente, omnisciente, eterno e infinito.


    16) Em todo o caso, as observações científicas são as mesmas para criacionistas e evolucionistas. A grelha interpretativa é que é diferente. Não existe nenhuma observação científica que os criacionistas neguem.


    17) A Bíblia relata a história da Terra de forma autorizada, tendo por isso autoridade para servir de critério de verdade em matéria de biologia, geologia e cosmologia.


    18) A Bíblia ensina que a vida só vem da vida, e a biologia confirma isso.


    19) A Bíblia ensina que os seres vivos se reproduzem de acordo com a sua espécie, e apenas podemos observar isso. Tentilhões dão tentilhões, gaivotas dão gaivotas.


    20) A Bíblia ensina que o pecado resultou na corrupção e na morte. As mutações e a selecção natural corroboram isso, ao degradarem e diminuírem a informação codificada na natureza.


    21) A Bíblia ensina que houve um dilúvio global e podemos observar triliões de fósseis abruptamente sepultados nos cinco continentes por camadas transcontinentais de sedimentos.


    22) A Bíblia ensina que Deus criou a Terra com um propósito especial e as observações astronómicas só têm confirmado a singularidade da Terra.


    23) Quem baralha tudo é o Ludwig, que chega a autodefinir-se como Macaco Tagarela. Ele reclama para as suas Palavras uma autoridade que quer negar à Palavra de Deus.


    24) A verdade é que faz mais sentido confiar em Deus, do que num Macaco Tagarela.


    25) A Bíblia é autoridade. Ela não pode ser validada por qualquer autoridade exterior, acima dela, mas é corroborada pelos factos observáveis. Ela tem resistido a todas as provas e mais algumas.


    26) O Ludwig quer que as pessoas prefiram a sua “autoridade” à autoridade divina e a aceitem de forma inquestionável. Ele parte do princípio de que Deus não se revela com autoridade. Mas a verdade é que as Escrituras sagradas têm demonstrado a sua total veracidade e que todos reconheciam que Jesus falava com autoridade.


    27) Porque têm um critério de verdade, os cristãos podem por em causa mesmo o cepticismo nos cépticos.


    28) Jesus disse: “os céus e a Terra passarão, mas as minhas palavras não hão-de passar”.


    29) Diferentemente, até Charles Darwin achava que não faria muito sentido confiar nas convicções da mente de um macaco, se é que existem algumas convicções numa tal mente.

    ResponderEliminar
  47. OS MÉTODOS NATURALISTAS CONFIRMAM A REDUÇÃO DE INFORMAÇÃO GENÉTICA NOS MAMÍFEROS

    Os criacionistas afirmam que a evolução das espécies não aconteceu, não necessariamente porque prefiram explicações religiosas a todo o custo, mas porque existem boas razões teológicas, hermenêuticas e científicas para reconhece que a Bíblia é, efectivamente, Palavra de Deus e que, por isso a sua autoridade deve ser reconhecida.

    Quando se reconhece a autoridade da Palavra de Deus obtém-se uma grelha interpretativa que funciona como critério de verdade e guia de pesquisa, permitindo compreender o que se observa e fazer previsões sobre o que se espera observar.

    A Bíblia ensina que todos os seres vivos foram criados de forma inteligente, reproduzindo-se de acordo com a sua espécie.

    O conceito bíblico de espécie está mais perto do de género ou família, traduzindo um determinado potencial genómico.

    A existência de um Criador Comum inteligente para todas as espécies permite compreender, não apenas as semelhanças e as diferenças que encontramos entre elas (estamos a falar de um Criador Comum para todas elas), mas também a dependência da vida de informação codificada, sendo que a informação codificada é a marca, por excelência, da inteligência e da racionalidade.

    No entanto, a Bíblia também diz que depois do pecado humano toda a criação ficou sujeita à corrupção e à morte.

    Esta afirmação permite compreender porque é que os genomas estão a perder informação genética.

    Isso foi recentemente observado em estudos sobre o Cromossoma Y (que está a perder genes) e foi novamente confirmado no estudo de muitos mamíferos.

    Esses estudos confirmam a trajectória descendente da informação.

    Ou seja, as mutações e a selecção natural degradam e eliminam informação genética pré-existente, dando origem a genomas de menor dimensão e com menor variedade e funcionalidade.

    Por esse motivo, o que nós vemos na natureza não é evolução (criando informação genética nova e mais complexa), mas corrupção (eliminando e degradando a informação genética pré-existente).

    A corrupção observada é exactamente o contrário da evolução.

    Esta realidade permite compreender que os fósseis e as camadas de sedimentos não são evidência de evolução (na verdade não existe evidência de evolução gradual no registo fóssil!) mas sim da ocorrência de um dilúvio global, com uma causa fortemente teológica e proporções cataclísmicas globais, por causa do pecado do ser humano.


    Assim se compreendem bem as evidências de catastrofismo na coluna geológica (que explica a emergência do neo-catastrofismo) e a descoberta repetida de tecidos moles, hemoglobina, vasos sanguíneos, etc., em ossos de dinossauros (T Rex e Hadrossauros) não fossilizados.


    Veja-se o estudo:

    After Dinosaurs, Mammals Rise But Their Genomes Get Smaller
    ScienceDaily (July 29, 2009)

    Aí se diz: “The depressed numbers of very young LTRs, Lynch says, strongly suggests a contraction in overall genome sizes of the lineages of the mammals the scientists studied.”

    ResponderEliminar
  48. CROMOSSOMA Y E O LIVRO DE GÉNESIS: OS MÉTODOS NATURALISTAS CONFIRMAM A PERDA DE GENES NO CROMOSSOMA Y


    A limitada variação genética no Cromossoma Y nas diferentes populações humanas à volta mundo é inteiramente consistente com a origem recente da humanidade, há escassos milhares de anos atrás.

    A isto acresce que a análise do Cromossoma Y corrobora que todos os homens de hoje descendem de um mesmo homem.

    Do mesmo modo, a análise do Cromossoma Y demonstra que judeus e árabes descendem do mesmo homem, o que corrobora a narrativa bíblica acerca de Abraão e dos seus filhos Ismael (de onde descendem os árabes) e Isaque (de ondem descendem os judeus).

    Na verdade, o tipo de variação que existe no Cromossoma y corrobora inteiramente as narrativas bíblicas.

    Com efeito, recentemente alguns estudos científicos vieram confirmar que o Cromossoma Y se encontra a “evoluir rapidamente”, num processo em que alguns genes se iam perdendo.

    Ou seja, longe de estar a adquirir informação genética nova, codificadora de estruturas e funções mais complexas, como a teoria da evolução exige para ser verdade, a “evolução” do Cromossoma Y não é mais do que redução e deterioração da informação genética pré-existente.

    No fundo, isso só confirma, mais uma vez, a doutrina bíblica. A Bíblia ensina que a morte entrou no mundo por causa do pecado de Adão.

    Com isso iniciou-se um processo de corrupção, de que se fala em Génesis 3.

    A “evolução rápida” do Cromossoma Y, perdendo genes no processo, é apenas mais uma evidência empírica que corrobora a mensagem bíblica.


    Veja-se:

    Male Sex Chromosome Losing Genes By Rapid Evolution, Study Reveals
    ScienceDaily (July 17, 2009)

    ResponderEliminar
  49. O NATURALISTA FILOSOÓFICO E METODOLÓGICO RICHARD DAWKINS REITERA: O DNA TEM INFORMAÇÃO CODIFICADA


    O Ludwig diz que o DNA não tem informação codificada (ou tem, ou não tem, ou tem, conforme a disposição do Ludwig.)

    Richard Dawkins, no seu livro The Devil’s Chaplain, pags. 27 ss. diz:

    “The genetic code is truly digital in exactly the same sense as computer codes.

    This is not some vague analogy.

    It is the literal truth”.

    Ou seja, existe efectivamente informação codificada no DNA.

    Daí que possamos com toda a certeza reafirmar:

    1) Sempre que sequências não arbitrárias de símbolos são reconhecidas, como numa linguagem, como representando ideias ou instruções passíveis de serem lidas e executadas, por pessoas ou maquinismos, para a realização de operações específicas orientadas para resultados determinados, estamos perante informação codificada;


    2) Toda a informação codificada tem sempre origem inteligente, não se conhecendo excepções a esta regra;



    3) A vida depende da informação codificada no DNA, que existe em quantidade, qualidade, complexidade e densidade que transcende toda a capacidade tecnológica humana, e que, depois de precisa e sincronizadamente transcrita, traduzida, lida, executada e copiada conduz à produção, sobrevivência, adaptação e reprodução de múltiplos seres vivos altamente complexos, integrados e funcionais.


    4) Logo, a vida só pode ter tido uma origem inteligente, não se conhecendo qualquer explicação naturalista para a sua origem.

    5) A Bíblia ensina que um Deus autorevelado como LOGOS (Razão/Palavra) criou a vida. Isso faz sentido, porque, tanto quanto se pode observar, Razão/Palavra são ingredientes inerentes à informação codificada.

    ResponderEliminar
  50. TRÊS ATEUS SEPULTARAM O ATEÍSMO COM OS SEUS PRÓPRIOS ARGUMENTOS NATURALISTAS.

    1) Ludwig Krippahl diz que um código tem sempre origem inteligente.

    2) Richard Dawkins afirma que no DNA existe um código quaternário, com os símbolos ATGC, que codifica grandes quantidades de informação como um computador.

    3) Por concordar com o Ludwig em 1) e Dawkins em 2), o ex-ateu Anthony Flew, ao fim de 60 anos a dizer o contrário, concluiu que então o código do DNA só pode ter tido origem inteligente, abandonando assim o seu ateísmo e o seu naturalismo.

    Teve assim lugar o funeral do ateísmo.

    Os ateus Ludwig Krippahl e Richard Dawkins carregaram a urna e abriram a cova.


    Anthony Flew enterrou-o.

    A Palmira Silva ainda tentou a respiração boca a boca, mas as suas manobras desajeitadas sempre ainda conspurcavam mais o defunto.


    Ludwig Krippahl e Richard Dawkins permanecem até hoje diante da sepultura do ateísmo a velar o morto, a embalsamá-lo e mumificá-lo, para ele não cheirar mal.


    As exéquias foram celebradas pelos criacionistas.

    Que descanse em paz.

    ResponderEliminar
  51. OS MÉTODOS NATURALISTAS MOSTRAM: AS MUTAÇÕES E DEGRADAM A INFORMAÇÃO CODIFICADA NO GENOMA(1)


    Os criacionistas chamam a atenção para o facto de que as mutações não acrescentam informação genética nova, sendo inteiramente realista considerar que as mesmas constituem o mecanismo da evolução.


    Em rigor, não são só os criacionistas que dizem isso. Alguns evolucionistas também reconhecem essa realidade, tendo por isso proposto outras vias de evolução.


    Os proponents da teoria da endossimbiose sentiram-se forçados a avançar com o seu modelo evolutivo precisamente porque encaixaram a crítica criacionista e reconheceram que:

    “Mutation accumulation does not lead to new species or even to new organs or tissues.” (p. 11)


    “Mutations, in summary, tend to induce sickness, death, or deficiencies.” (p. 29)


    Margulis, L. & Sagan, D., Acquiring genomes. A theory of the origins of species, Basic Books, New York, 2002.

    Para além do facto de que não existe informação codificada sem uma origem inteligente, deve ter-se em consideração o facto de que a informação contida no DNA é como uma linguagem escrita.


    A sequência de pares de bases, tal como as letras numa linguagem escrita, codifica algo dotado de significado (frequentemente uma sequência de aminoácidos para uma proteína, como a insulina ou a hemoglobina.


    Pensemos, por exemplo, na frase “SEI QUE ELE NÃO TEM PAI NEM MÃE” (a escolha de palavras com 3 letras foi deliberada, procurando reflectir os codões do código genético).


    Agora imaginemos que inserimos uma letra nova: “SEI TQUE ELE NÃO TEM PAI NEM MÃE”.

    A frase tem agora mais uma letra, mas com isso não adquiriu nova informação. Pelo contrário, introduziu ruído na informação já existente.


    Na verdade, as coisas são mais graves no caso do DNA, na medida em que a inserção de uma base (“letra”) resulta na destruição de toda a informação subsequente.


    Assim, no nosso exemplo, e abstraindo agora de que as palavras do DNA têm três letras (de quatro possíveis) a frase passaria a ler-se como “SEI TQU EEL ENÃ OTE MPA INE MMÃ E”, o que, basicamente, deixaria de corresponder a qualquer sentido codificado.


    A sequência passaria a ser inútil, do ponto de vista da especificação do que quer que seja.

    As inserções acabam por ter um efeito tão destrutivo a jusante como as delecções.


    As substituições podem ser neutras, tendo em conta o modo inteligente como o DNA foi concebido pelo Criador, com redundâncias.

    Sendo as três letras de DNA (de quatro existentes) lidas em conjuntos de três letras (codões) há 64 codões possíveis, significando isso que existem vários codões possíveis para a maioria dos 20 aminoácidos.


    Isso significa que algumas substituições são possíveis sem alterar o aminoácido que se pretende codificar.


    Isso explica porque é que, em contraste, as inserções e as delecções baralham a informação de DNA nas sequências a jusante, porque a maquinaria celular passa a ler os codões errados.


    Se considerarmos a sequência CTGCTGCTGCTG, a mesma seria lida como CTG CTG CTG CTG.


    Mas a inserção de um A na sequência (agora CTGACTGCTGCTG) resulta na leitura dos codões como CTG ACT GCT GCT, o que altera inteiramente o respectivo significado, apesar da adição de uma nova letra.

    ResponderEliminar
  52. OS MÉTODOS NATURALISTAS MOSTRAM: AS MUTAÇÕES E DEGRADAM A INFORMAÇÃO CODIFICADA NO GENOMA(2)


    Por aqui se vê que as mutações tendem a corromper a informação genética, problema que só se agrava se considerarmos que as mutações tendem a acumular-se de geração em geração, sendo por isso cumulativas e degenerativas.


    O problema agrava-se, porque em muitos casos a leitura da informação genética é bidireccional.


    As mutações tendem a introduzir ruído em informação codificada pré-existente.


    As mutações não criam um código nem criam a informação que nele se contém. Elas apenas degradam essa informação repercutindo-se negativamente na respectiva execução.


    Existem cerca de 9000 mutações conhecidas no genoma humano, responsáveis por cerca de 900 doenças.


    As mutações têm sido associadas, por estudos científicos, a numerosas patologias, a doenças cardíacas, à progeria, ao nanismo, ao cancro na próstata, a doenças de ossos, encefalopatia, a insónias, à morte súbita, etc., etc., etc.

    As mutações são uma realidade. Nenhum criacionista nega as mutações.

    Mas elas, nada têm que ver com a criação de informação genética nova, codificadora de estruturas e funções mais complexas, necessária à evolução de partículas para pessoas.


    O mesmo se passa com a selecção natural, que vai gradualmente eliminado informação genética.


    Nota: alguns estudos científicos recentes confirmam a tendência degenerativa das mutações.

    1. The worst luck in the world? The heart disease mutation carried by 60 million. Wellcome Trust Sanger Institute press release, January 18, 2009, reporting the publication of Dhandapany, P. S. et al. 2009. A common MYBPC3 (cardiac myosin binding protein C) variant associated with cardiomyopathies in South Asia. Nature Genetics. 41: 187-191.


    2. Gene Mutations Increase Risk of Aggressive Prostate Cancer. Albert Einstein College of Medicine press release, January 29, 2009, reporting the publication of Agalliu, I. et al. 2009. Associations of High-Grade Prostate Cancer with BRCA1 and BRCA2 Founder Mutations. Clinical Cancer Research. 15: 1112-1120.



    3. Williams, M. Rats bring riches in research on disease. Rice News. Posted on media.rice.edu February 18, 2009, reporting publication of Kohn, M. H., R. E. Price, and H-J. Pelz. 2008. A cardiovascular phenotype in warfarin-resistant Vkorc1 mutant rats. Artery Research. 2 (
    4): 138-147.


    4. Genetic Mutation Causes Familial Susceptibility for Degenerative Brain Disease. Cincinnati Children’s Hospital Medical Center press release, January 6, 2009, reporting publication of Neilson, D. E. et al. 2009. Infection-Triggered Familial or Recurrent Cases of Acute Necrotizing Encephalopathy Caused by Mutations in a Component of the Nuclear Pore, RANBP2. The American Journal of Human Genetics. 84 (1): 44-51.



    5. Study on origin of mutation that causes Fatal Familiar Insomnia. Basque Research press release, January 7, 2009.



    6. Meder, B. et al. 2009. A Single Serine in the Carboxyl Terminus of Cardiac Essential Myosin Light Chain-1 Controls Cardiomyocyte Contractility In Vivo. Circulation Research. 104: 650-659.


    7. Mayo Clinic Researchers Suspect a Novel Gene is Causing Restless Legs Syndrome in a Large Family. Mayo Clinic press release, February 3, 2009, reporting publication of Young, J. E. et al. 2009. Clinical and Genetic Description of a Family With a High Prevalence of Autosomal Dominant Restless Legs Syndrome. Mayo Clinic Proceedings. 84 (2): 134-138.


    8. Sanford, J. et al. 2008. Mendel’s Accountant: A New Population Genetics Simulation Tool for Studying Mutation and Natural Selection. Proceedings of the Sixth International Conference on Creationism. Pittsburgh, PA: Creation Science Fellowship, and Dallas, TX: Institute for Creation Research, 87-98.

    ResponderEliminar
  53. Mário Miguel03/08/09, 14:07

    Jónatas Machado AKA Perspectiva,


    «
    As exéquias foram celebradas pelos criacionistas.

    Que descanse em paz.»


    Então se já está morto para quê que te dás a tanto trabalho? Assim como assim tu afirmas que está morto!? Pela tua energia investida
    a retorquir, parece não estar a assim tão morto, mas se está morto então para quê tanto palavreado?


    Reparaste no meu exemplo no meu comentário das "01-08-2009 16:48" em que é simples identificar "informação codificada" sem a intervenção de inteligência, logo a premissa de que o DNA só pode ter sido feito por um ente inteligente devido a "informação codificada" só pode existir se for codificada inteligentemente é falsa, pois o exemplo que dei mostra-o, como é que ficas em relação a isto?

    ResponderEliminar
  54. OS MÉTODOS “NATURALISTAS” DEMONSTRAM: OS VESTÍGIOS DE PELE DE UM DINOSSAURO PARECEM RECENTES!

    Há uns anos atrás, foram encontrados, na formação “Hell Creek”, no Dakota do Norte, vestígios de um dinossauro tão bem preservados que alguns cientistas dizem se qualquer coisa como um “soco no estômago”.


    Os vestígios pertencem a um Hadrossauro, cuja alcunha é “Dakota”, e são objecto de um artigo recente na revista Proceedings of the Royal Society B.

    Supostamente, de acordo com a datação uniformitarista do evolucionismo dominante, o “Dakota” terá cerca de 66 milhões de anos.


    No entanto, à semelhança do que vem sucedendo com outros dinossauros, em que têm sido descobertos tecidos moles, proteínas, vasos sanguíneos, etc., em ossos não fossilizados, também este se mostra incrivelmente bem preservado, muito para além das previsões mais optimistas dos evolucionistas.


    Para os criacionistas que acreditam que um dilúvio global recente sepultou abruptamente os dinossauros e é responsável pelos triliões de fósseis nos cinco continentes e pelas camadas de sedimentos transcontinentais, estes dados nada têm de surpreendente.


    Usando métodos sofisticados, os cientistas detectaram evidência de macro-moléculas, tendo comparado a dupla camada da pele dos dinossauros com a de répteis e aves actualmente existentes.


    Contrariamente ao que o Ludwig sugere, os criacionistas não recusam nenhuma observação ou medição científica.

    Eles apenas interpretam as observações com base no testemunho histórico existente hoje de eventos ocorridos no passado, e não com base numa crença naturalista sem qualquer base empírica ou científica.



    Do dilúvio global falam-nos não somente a Bíblia, mas mais de 250 relatos de culturas da antiguidade.


    Os dados empíricos, que são exactamente os mesmos para criacionistas e evolucionistas, consistem apenas no facto de que se encontraram moléculas orgânicas intactas ou parcialmente decompostas no dinossauro.


    O bom estado de preservação deste e doutros dinossauros encaixa como uma luva no criacionismo bíblico.

    Os dados empíricos existentes não dão mostras de o dinossauro ter 1 milhão de anos, quanto mais 66 milhões de anos!


    No entanto, os evolucionistas, porque a isso obriga a sua teoria, é que têm que fazer os maiores malabarismos argumentativos (v.g. “poder dos sedimentos”) para tentar compatibilizar esse bom estado de preservação de tecidos moles com os supostos 66 milhões de anos em que o dinossauro está morto.

    Estranho é que ninguém tenha usado esses argumentos para prever os achados agora encontrados.

    Os criacionistas limitam-se a aceitar a evidência e a encaixá-la calmamente no seu modelo.

    De acordo com ele, o dinossauro foi abruptamente sepultado há cerca de 4 300 anos, por causa de uma catástrofe global.


    Também aqui o modelo bíblico encaixa nos dados observados, já que, segundo os cientistas, o dinossauro terá sido abruptamente sepultado por acção da água.

    FONTES:

    1. Manning, P. L. et al. 2009. Mineralized soft-tissue structure and chemistry in a mummified hadrosaur from the Hell Creek Formation, North Dakota (USA). Proceedings of the Royal Society B. Published online before print July 1, 2009.


    2. Mummified dinosaur skin yields up new secrets. The University of Manchester press release, July 1, 2009.

    ResponderEliminar
  55. Mário Miguel

    O facto de o ateísmo estar morto, e de isso ser comprovado pela falta de argumentos do Ludwig (coitado!), não quer dizer que não esclareçamos as pessoas que o visitam a pensar que ele está vivo.

    Quanto à existência de informação codificada sem origem inteligência, gostaríamos de ver esse exemplo, porque podemos dizer de antemão que é falso.

    Mas podes repetir o post.

    Certamente que te acontecerá a ti o que está a acontecer ao Ludwig.

    Provavelmente alguém o ouviu a dizer baboseiras incompreensíveis quando ele era pequeno e caiu na asneira de dizer que o miudo era um génio.

    ResponderEliminar
  56. RICHARD DAWKINS, OVNIS E ALIENS

    É interessante e divertido observar o modo como Richard Dawkins se prepara para explicar a crescente evidência de design a nível da biologia molecular.

    Nas palavras de Dawkins:

    “It could be that at some earlier time, somewhere in the universe, a civilization evolved by probably some kind of Darwinian means to a very, very high level of technology— and designed a form of life that they seeded onto perhaps this planet.

    … And I suppose it’s possible that you might find evidence for that if you look at the details of biochemistry, molecular biology, you might find a signature of some sort of designer"

    A avaliar pelas suas próprias palavras, o problema de Richard Dawkins não é admitir a possibilidade de design na natureza.


    O que ele não quer é admitir que Deus seja o Designer.


    Como se sabe, à medida que se torna inequívoco que a vida depende de quantidades inabarcáveis de informação codificada e que esta só pode ter origem inteligente, o problema de Richard Dawkins aumenta.

    Daí que ele já esteja a pensar em maneiras de o resolver.

    Como se vê, pelas suas palavras, essa resposta envolve muita ficção científica, muitos Aliens e certamente muitos OVNI's.

    Só lhe falta dizer que foram os Klingons e os Vulcanos que semearam a vida na Terra.

    ResponderEliminar
  57. ATOMISMO E CRISTIANISMO

    Tito Lucrécio Caro, nunca reclamou, para os seus escritos, qualquer inspiração divina. No seu poema Rerum Natura, limitou-se a escrever o que pensava.

    Era um louco e suicidou-se.

    Para ele, o Universo, a vida e o homem têm uma origem irracional. No caso de Tito Lucrécio Caro, o seu fim foi igualmente irracional.

    A presença de informação codificada no núcleo da célula, em quantidade, qualidade e densidade inabarcáveis pela mente humana, refuta a sua visão do mundo.

    O atomismo é uma forma de culto à natureza, em termos neo-pagãos, que acaba por atribuir aos átomos e a processos aleatórios capacidades inteligentes de projecção e de design que eles realmente não têm.

    O físico evolucionista Paul Davies pressente esse problema, quando pergunta:

    ‘How did stupid atoms spontaneously write their own software? … Nobody knows …"


    Jesus Cristo, afirmou ser o Messias, o Filho de Deus. Ele disse que os céus e a Terra passarão, mas as suas Palavras nunca irão passar.

    Ele é o centro do Livro mais influente da história da humanidade.

    Era um Sábio, que morreu e ressuscitou.

    Para ele, o Universo, a vida e o homem têm uma origem racional. No caso de Jesus Cristo, Ele não tem princípio nem fim.

    Ele é Razão eterna.

    A presença de informação codificada no núcleo da célula, em quantidade, qualidade e densidade inabarcáveis pela mente humana, corrobora a sua mensagem.

    ResponderEliminar
  58. DARWIN, TENTILHÕES DOS GALÁPAGOS E CRIACIONISTAS

    Charles Darwin disse:

    «é possível imaginar que algumas espécies de aves neste arquipélago derivam de um número pequeno de espécies de aves encontradas originalmente e que se modificaram para diferentes finalidades».

    Os criacionistas não disputam esta realidade.

    Pelo contrário!

    A generalidade dos criacionistas concorda com esta afirmação de Charles Darwin.

    Mas para concordar com Darwin neste ponto não é necessário acreditar na teoria da evolução. Basta acreditar na Bíblia.

    De acordo com a Bíblia, depois do dilúvio as diferentes espécies foram-se espalhando pela face da Terra, adaptando-se a novas condições ambientais e dando origem até a várias sub-espécies.

    Assim, de acordo com o modelo bíblico, as diferentes espécies de aves encontradas no arquipélago dos Galápagos derivavam realmente de um número pequeno de espécies de aves encontradas originalmente e que se modificaram para diferentes finalidades.

    A intuição de Darwin estava correcta.

    Nada a objectar.

    Todavia, essa intuição está longe de provar a evolução, na medida em que nessa derivação não foi criada nenhuma informação genética nova, geradora de estruturas e funções totalmente novas e mais complexas.

    Se a população de aves inicial tiver suficiente variabilidade genética (potencial genómico), ela pode dar origem a diferentes (sub)espécies, com diferentes características, sem que no processo se crie qualquer informação genética nova.

    A selecção natural se encarregará de tornar isso possível.

    Estamos a falar, claro, das cerca de 13 espécies de tentilhões nos Galápagos.


    A informação genética contida nas espécies de aves presentes nos Galápagos é uma especialização da informação genética já contida na população de aves continentais de que as mesmas derivaram.

    De resto, o mesmo se passa na selecção artificial.

    O caso das diferentes espécies de caninos é paradigmático.

    Também aí se assiste à especialização de informação genética pré-existente e não de criação de informação genética nova.

    A informação genética vai sendo reduzida, reduzindo também o potencial para nova selecção.

    Não se pode obter São Bernardos de Chihuahuas.

    A variação, a adaptação e a especiação acontecem. A selecção natural também.

    Mas a evolução através da criação de informação genética nova, mais complexa, especificada e integrada, não.

    ResponderEliminar
  59. Perpectiva:

    A delusão ganha um novo grau de significado contigo:

    "Certamente que te acontecerá a ti o que está a acontecer ao Ludwig."

    ResponderEliminar
  60. perspectiva,

    tinhas já escrito: «Em vez de tentar demonstrar que o DNA não contém um código ou cifra, o que é impossível, o Pedro Couto devia tentar demonstrar a possibilidade de criar códigos ou cifras sem inteligência.»

    E eu respondi para além de ter dado uma notícia.

    Dizes que podes ver o exemplo de Miguel porque dizes (ou os bots dizem) que de antemão é falso. Suponho que sejam dos óculos de ceguinho bíblico.

    Talvez não seja tão óbvio para os criacionistas, mas o SPAM e argumentos foleiros não permitem que alcançam os seus objectivos. A única coisa que acontece é chatear quem quer ler os comentários sobre um assunto e verificamos dezenhas de mensagens de SPAM de autistas amnésicos que ficaram caladinhos que nem ratos em ocasiões anteriores.

    Aliás, são tão burros que não sabem fazer seja o que for, como um programinha para retribuir os SPAMs. Deixo aqui a minha sugestão para um programa informático:

    1) com o curl obtem-se o HTML dos últimos comentários deste blog;
    2) com o DOM procura-se por comentários do perspectiva e colocá-los numa base-de-dados;
    3) os comentários são enviados mails dos comentários para o endereço de e-mail da faculdade do Jónatas ou para dos seus colegas;
    Podem usar o Cron para executar o programa, por exemplo, uma vez por dia.

    É evidente que os criacionistas não tem capacidade de fazer um programa informático, senão teriam feito algo muito pior. Só sabem mentir, roubar, matar e ter relações sexuais homossexuais enquanto consomem droga. Mas se um evolucionista, que mesmo que não saiba programar consegue aprender, pode fazê-lo.

    ResponderEliminar
  61. Ludwig:

    Acho que devias por um inquérito aqui a perguntar quem acha que existe uma analogia entre aquele personagem dos Monty Python que depois de ter as pernas e os braços depados continua a oferecer porrada, e o Perspectiva.

    É que é a mesma coisa.

    Talvez depois de uma derrota retumbante tivesse uma atitude digna e fosse fazer o seu próprio blogue e acabasse com o spam autista.

    ResponderEliminar
  62. João,
    até as elocubrações dos personagens são muito semelhantes: ni ni ni :-)
    Cristy

    ResponderEliminar
  63. Mário Miguel03/08/09, 16:11

    Jónatas Machado AKA Perspectiva,

    O que me pedes para repetir não é um post mas sim um comentário que está nesta caixa de comentários a este post. Com tanta obstinação nem deste por eu referir que era um comentário meu em "01-08-2009 16:48"

    Aqui vai a repetição, levemente editada, na qual eu juntei dois comentários meus a este post.

    As pegados de um cão podem "codificar" com elevado rigor um trajecto por ele feito de um dado ponto A até um dado ponto B, estando assim EFECTIVAMENTE o trajecto desse cão "codificado" de forma inequívoca nas suas pegadas, esta codificação e descodificação é tão óbvia real e útil, que caçadores desde há muito tempo fazem bom uso da descodificação deste código, para com elevado sucesso caçarem. Aqui fica claro um exemplo de informação codificada de forma independente da inteligência, no sentido que não houve inteligência que codificou de forma consciente com um dado objectivo aquela "informação". O cão ou a presa, não tem a mínima consciência de codificar o seu percurso, que assim é "codificado" com ZERO inteligência envolvida.

    Assim sendo, é absolutamente trivial verificar que existe "informação codificada" sem a intervenção de inteligência, logo a premissa de que o ADN só pode ter sido feito por uma entidade inteligente devido ao facto de "informação codificada" só ser possível existir se for codificada inteligentemente é falsa, pois o exemplo que dei mostra-o sem a mínima dúvida, portanto o teu argumento sobre o ADN ter que ser NECESSARIAMENTE criado de forma consciente por uma entidade inteligente por ter "informação codificada", foi à vida, lamento.

    ResponderEliminar
  64. Cristy,

    é não é? Eu vejo o prespetiva e só me lembro desse personagem.

    ResponderEliminar
  65. João,

    «Acho que devias por um inquérito aqui a perguntar quem acha que existe uma analogia entre aquele personagem dos Monty Python que depois de ter as pernas e os braços depados continua a oferecer porrada, e o Perspectiva.»

    Eu deixei de responder ao Jónatas por uma questão prática. Ele raramente diz algo de novo e perde-se demasiado tempo à procura entre tanta repetição.

    Mas também me tem parecido cada vez mais que o Jónatas está a ter algum problema com isto. Aparecem por aqui vários criacionistas, têm a sua fé arreigada e os seus argumentos do costume, mas a obcessão compulsiva do Jónatas em descarregar dúzias de lençóis em cada post que eu escrevo parece ir muito além da defesa de uma opinião ou mesmo de uma fé religiosa.

    Infelizmente, não tenho confiança com ele para o sugerir directamente, mas penso que alguém que o conheça melhor pessoalmente e tenha acompanhado estes seus comentários devia sugerir que o Jónatas consultasse um neurologista ou algum profissional que pudesse, pelo menos, despistar complicações mais graves.

    ResponderEliminar
  66. Mario Miguel

    "As pegados de um cão podem "codificar" com elevado rigor um trajecto por ele feito de um dado ponto A até um dado ponto B"

    Isso só será assim se existir uma inteligência que olhe para essas pegadas e lhes dê esse significado.

    A mesa em que se encontra o meu computador nunca poderia fazer isso, porque não têm inteligência para isso.

    O meu computador talvez fizesse isso se fosse inteligentemente programado para "ler" essas pegadas e concluir que as mesmas são de um cão e que por isso "codificam" a informação sobre o seu padadeiro.

    Mas a atribuição desse significado a essas pegadas exige sempre uma inteligência, porque não existe informação codificada sem inteligência.


    "...estando assim EFECTIVAMENTE o trajecto desse cão "codificado" de forma inequívoca nas suas pegadas, esta codificação e descodificação é tão óbvia real e útil, que caçadores desde há muito tempo fazem bom uso da descodificação deste código, para com elevado sucesso caçarem."

    Exactamente, são eles que, graças à sua inteligência, são capazes de associar um significado informativo a essas pegadas e usá-las como um código.

    Mas uma espingarda, só por si, nunca conseguiria fazer isso.

    O código exige sempre uma atribuição de significado. E isso é uma operação intelectual que só um ser inteligente (ou um maquinismo inteligentemente programado) pode fazer.



    "Aqui fica claro um exemplo de informação codificada de forma independente da inteligência, no sentido que não houve inteligência que codificou de forma consciente com um dado objectivo aquela "informação"."

    Já vimos que sim. O cão limitou-se a andar. Mas os caçadores, por serem inteligentes, conseguiram atribuir a esses sinais no solo, feitos pelo cão, um significado.

    A partir desse momento, eles conseguiram usar esse "código" para armazenar a informação acerca do seu paradeiro.

    Mas esse "código" só existiu a partir do momento em que alguém inteligente percebeu que esses sinais poderiam ser usados para armazenar essa informação.

    O meus se passa, em muitos casos.

    Nós usamos os nossos sentidos para atribuir significados informativos a muitas coisas.

    Em todo o caso, no exemplo, que deu, duas coisas são claras:

    1) o significado informaativo é sempre atribuído por uma inteligência, porque o código e a informação é sempre uma realidade intelectual.

    2) As pegadas do cão, apesar de tudo, não conseguem criar o mecanismo de leitura e descofificação que permita executá-las e transformá-as noutra realidade que não as próprias pegadas.


    Em contrapartida, as sequências de nucleótidos contém informação que, depois de lida, traduzida e executada permite criar seres vivos altamente complexos e funcionais, capazes de se reproduzirem e sobreviverem em diferentes meios ambientais.

    Se esse era realmente o seu exemplo, falhou completamente.

    Ele só mostra que o código só existe se, e na medida em que, exista inteligência envolvida.

    Continua a pensar no assunto e volte a tentar.

    O cão ou a presa, não tem a mínima consciência de codificar o seu percurso, que assim é "codificado" com ZERO inteligência envolvida.

    Assim sendo, é absolutamente trivial verificar que existe "informação codificada" sem a intervenção de inteligência, logo a premissa de que o ADN só pode ter sido feito por uma entidade inteligente devido ao facto de "informação codificada" só ser possível existir se for codificada inteligentemente é falsa, pois o exemplo que dei mostra-o sem a mínima dúvida, portanto o teu argumento sobre o ADN ter que ser NECESSARIAMENTE criado de forma consciente por uma entidade inteligente por ter "informação codificada", foi à vida, lamento.

    ResponderEliminar
  67. João, o perspectiva é criacionista. Ele não deve saber do que estás a falar: o cavaleiro negro.

    ResponderEliminar
  68. Mário Miguel

    Por lapos, não acabei de responder ao seu argumento.

    "O cão ou a presa, não tem a mínima consciência de codificar o seu percurso, que assim é "codificado" com ZERO inteligência envolvida."

    Engana-se. O caçador é que conferiu um significado informativo às pegadas, graças à sua inteligência.

    A espingarda do caçador nunca conseguiria tal feito.

    "Assim sendo, é absolutamente trivial verificar que existe "informação codificada" sem a intervenção de inteligência"


    O seu exemplo desmente isso. A informação é codificada na mente do caçador.



    "...logo a premissa de que o ADN só pode ter sido feito por uma entidade inteligente devido ao facto de "informação codificada" só ser possível existir se for codificada inteligentemente é falsa"

    Nada disso. O seu exemplo requer que a informação seja codificada na mente do caçador, que por ser inteligente se serve das pegadas para lhes atribuir um significado informativo.

    Como disse, sem inteligência não haveria a atribuição de qualquer significado às pegadas.



    "... pois o exemplo que dei mostra-o sem a mínima dúvida, portanto o teu argumento sobre o ADN ter que ser NECESSARIAMENTE criado de forma consciente por uma entidade inteligente por ter "informação codificada", foi à vida, lamento."


    Como deve ter percebido, o seu argumento vai ficar nos anais da estupidez, juntamente com outros argumentos do Ludwig.

    Vou repeti-lo, juntamente com a minha resposta.

    No fundo, ele resume-se a isto: os seres inteligentes têm capacidade de atribuir significado informativo às coisas.

    Isso já todos sabemos. Assim como sabemos que mesas, cadeiras ou rochas não têm essa capacidade.

    Qual é mesmo a sua ideia?

    ResponderEliminar
  69. O MÁRIO MIGUEL, AS PEGADAS DO CÃO E O CAÇADOR QUE AS USA PARA CODIFICAR INFORMAÇÃO SOBRE O PARADEIRO DO CÃO

    MM: "As pegados de um cão podem "codificar" com elevado rigor um trajecto por ele feito de um dado ponto A até um dado ponto B"

    Isso só será assim se existir uma inteligência que olhe para essas pegadas e lhes dê esse significado.

    A mesa em que se encontra o meu computador nunca poderia fazer isso, porque não têm inteligência para isso.

    O meu computador talvez fizesse isso se fosse inteligentemente programado para "ler" essas pegadas e concluir que as mesmas são de um cão e que por isso "codificam" a informação sobre o seu paradeiro.

    Mas a atribuição desse significado a essas pegadas exige sempre uma inteligência, porque não existe informação codificada sem inteligência.


    MM: "...estando assim EFECTIVAMENTE o trajecto desse cão "codificado" de forma inequívoca nas suas pegadas, esta codificação e descodificação é tão óbvia real e útil, que caçadores desde há muito tempo fazem bom uso da descodificação deste código, para com elevado sucesso caçarem."

    Exactamente, são eles que, graças à sua inteligência, são capazes de associar um significado informativo a essas pegadas e usá-las como um código.

    Mas uma espingarda, só por si, nunca conseguiria fazer isso.

    O código exige sempre uma atribuição de significado. E isso é uma operação intelectual que só um ser inteligente (ou um maquinismo inteligentemente programado) pode fazer.



    MM: "Aqui fica claro um exemplo de informação codificada de forma independente da inteligência, no sentido que não houve inteligência que codificou de forma consciente com um dado objectivo aquela "informação"."

    Já vimos que sim. O cão limitou-se a andar. Mas os caçadores, por serem inteligentes, conseguiram atribuir a esses sinais no solo, feitos pelo cão, um significado.

    A partir desse momento, eles conseguiram usar esse "código" para armazenar a informação acerca do seu paradeiro.

    Mas esse "código" só existiu a partir do momento em que alguém inteligente percebeu que esses sinais poderiam ser usados para armazenar essa informação.

    Nós usamos os nossos sentidos para atribuir significados informativos a muitas coisas.

    Em todo o caso, no exemplo, que deu, duas coisas são claras:

    1) o significado informaativo é sempre atribuído por uma inteligência, porque o código e a informação é sempre uma realidade intelectual.

    2) As pegadas do cão, apesar de tudo, não conseguem criar o mecanismo de leitura e descofificação que permita executá-las e transformá-as noutra realidade que não as próprias pegadas.


    Em contrapartida, as sequências de nucleótidos contém informação que, depois de lida, traduzida e executada permite criar seres vivos altamente complexos e funcionais, capazes de se reproduzirem e sobreviverem em diferentes meios ambientais.

    Se esse era realmente o seu exemplo, falhou completamente.

    MM: “Ele só mostra que o código só existe se, e na medida em que, exista inteligência envolvida. O cão ou a presa, não tem a mínima consciência de codificar o seu percurso, que assim é "codificado" com ZERO inteligência envolvida."

    Engana-se. O caçador é que conferiu um significado informativo às pegadas, graças à sua inteligência.

    A espingarda do caçador nunca conseguiria tal feito.

    MM: "Assim sendo, é absolutamente trivial verificar que existe "informação codificada" sem a intervenção de inteligência"


    O seu exemplo desmente isso. A informação é codificada na mente do caçador.


    MM: "...logo a premissa de que o ADN só pode ter sido feito por uma entidade inteligente devido ao facto de "informação codificada" só ser possível existir se for codificada inteligentemente é falsa"

    Nada disso. O seu exemplo requer que a informação seja codificada na mente do caçador, que por ser inteligente se serve das pegadas para lhes atribuir um significado informativo.

    Como disse, sem inteligência não haveria a atribuição de qualquer significado

    ResponderEliminar
  70. Portanto, concluímos que as sequências de nucleótidos passaram a ser código depois de haver cientistas a analizarem o ADN e ARN, tal como as pegadas passaram a ser códigos depois de haver caçadores que perceberam os padrões.

    ResponderEliminar
  71. LUDWIG DIZ:

    "Infelizmente, não tenho confiança com ele para o sugerir directamente, mas penso que alguém que o conheça melhor pessoalmente e tenha acompanhado estes seus comentários devia sugerir que o Jónatas consultasse um neurologista ou algum profissional que pudesse, pelo menos, despistar complicações mais graves."


    Concentre-se no essencial: os seus argumentos são facilmente respondidos e tudo isso pode ser comprovado com um simples cut/paste.

    ResponderEliminar
  72. PEDRO AMARAL COUTO:

    "Portanto, concluímos que as sequências de nucleótidos passaram a ser código depois de haver cientistas a analizarem o ADN e ARN"

    Não use argumentos estúpidos. As sequências de nucleótidos armazenam informação que pode ser transcrita, traduzida, lida executada, contendo a informação codificadora das instruções para a produção e reprodução de seres vivos complexos e funcionais.

    A comunidade científica não dispõe dessa informação, já que não consegue criar nenhum ser vivo.



    "...tal como as pegadas passaram a ser códigos depois de haver caçadores que perceberam os padrões."

    Mais uma vez, não use argumentos estúpidos. Os cientistas só existem porque no núcleo das células do seu corpo se encontra informação codificada com as instruções para a produção de seres humanos.

    Não foram os cientistas que criaram e codificaram essa informação.

    Foi essa informação codificada que permitiu a sua existência.

    O uso de argumentos estúpidos será usado contra si.

    ResponderEliminar
  73. Perspectiva:

    O "codigo", ou a informação, estão lá. Independente de haver quem a compreenda.

    "Engana-se. O caçador é que conferiu um significado informativo às pegadas, graças à sua inteligência."

    É portanto falso.

    Se se argumentar nesse sentido, temos que admitir que quem dá significado ao ADn são os RNAt e ribossomas. Logo têm de ser inteligentes.

    ResponderEliminar
  74. Ludwig:


    É por isso que há uns dias atrás achei que o Prespectiva poderia ser perigoso.

    Ha demasiada compulsão e temo que o ódio ou o medo estejam por baixo.

    Mas não sou psiquiatra, não posso fazer diagnósticos desses. Apenas opinar.

    ResponderEliminar
  75. O Pedro Amaral Couto apresenta a Hipótese RNA. Mas, como o próprio nome indica, é apenas uma hipótese.

    Isso já os criacionistas já sabem.

    Os criacionista também sabem que para muitos cientistas é uma hipótese sem qualquer viabilidade.

    ResponderEliminar
  76. Ludwig e João:

    Argumentos combatem-se com argumentos.

    O Ludwig tem tentado. Os criacionistas repetem sempre os argumentos do Ludwig.

    No entanto, também repetem a resposta aos mesmos.

    O Ludwig já percebeu que não vai a lado nenhum com a sua pirotecnia argumentativa e agora tenta o papel de vítima.

    Mas desengane-se. Os criacionistas continuaram a responder aos seus argumentos, e a repetir os seus argumentos juntamente com as respostas criacionistas.

    Não adiante fazer-se de vítima ou correr para a mãezinha.

    ResponderEliminar
  77. "Argumentos combatem-se com argumentos."

    Então porque inventas tanta treta?

    Já foste mais refutado que o cavaleiro negro...

    ResponderEliminar
  78. LUDWIG KRIPPAHL, o "NATURALISMO METODOLÓGICO" E UM INCAUTO CIDADÃO:

    LK: Sabes, estou absolutamente convencido que os micróbios se transformaram em microbiologistas ao longo de milhões de anos!!

    IC: A sério? Grandes afirmações exigem grandes evidências!! Quais são as tuas?

    LK: É simples! O meu naturalismo metodológico é infalível. Se olhares bem à tua volta descobres que:

    1) moscas dão moscas

    2) morcegos dão morcegos

    3) gaivotas dão gaivotas

    4) bactérias dão bactérias

    5) escaravelhos dão escaravelhos

    6) tentilhões dão tentilhões

    IC: Mas...espera lá!

    Não é isso que a Bíblia ensina, em Génesis 1, quando afirma, dez vezes, que os seres vivos se reproduzem de acordo com a sua espécie?

    Afinal, os teus exemplos de “naturalismo metodológico” corroboram o que a Bíblia ensina!!

    P.S.

    Responder aos argumentos do Ludwig custa nada e até é divertido.

    ResponderEliminar
  79. João diz:

    "Já foste mais refutado que o cavaleiro negro..."

    Então publiquem isso.

    ResponderEliminar
  80. Jão diz:

    "Se se argumentar nesse sentido, temos que admitir que quem dá significado ao ADn são os RNAt e ribossomas. Logo têm de ser inteligentes"

    Mais um argumento estúpido.

    O que concluimos é que o mecanismo de leitura e tradução foi inteligentemente programado para ler, reconhecer e executar instruções.

    Um computador, um telemóvel, uma ATM, uma linha de montagem, também pode ser inteligentemente programado, sem serem eles mesmos inteligentes.

    Uma coisa sabemos. A inteligência não está no metal do computador, assim como não está nos açúcares e fosfatos do DNA.

    Qual é mesmo a sua dúvida?

    ResponderEliminar
  81. SEQUÊNCIAS POLISSÉMICAS E CÓDIGOS


    O Ludwig procurou apresentar o facto de a sequência de nucleótidos CUG poder ter dois significados, dependendo do contexto, como prova de que o DNA não é um código.

    Mas falha, mais uma vez.

    Em vez disso, ele sublinha alguns importantes pontos para o criacionismo.


    Desde logo, ele reconhece que sequências de símbolos, no DNA, têm uma função representativa de algo que os transcende, transmitindo instruções precisas para a produção de função aminoácidos, proteínas, células, tecidos, órgãos, seres vivos integrados e funcionais.

    Essa função representativa é a essência de um código.

    Além disso, ele sublinha o carácter polissémico dos símbolos, o que é típico de muitos códigos.

    Nas linguagens humanas, a mesma palavra pode assumir vários significados, dependendo do contexto.

    Mas o facto de assumir um ou outro significado em nada refuta o tratar-se de informação codificada.

    No DNA sabe-se que genes idênticos podem assumir significados diferentes, dependendo do contexto regulatório.

    Assim, a sequência GTTCAACGCTGAA pode ser lida a partir da primeira letra GTT CAA CGC TGA A, mas uma proteína totalmente diferente irá resultar de uma leitura iniciada na segunda letra TTC AAC GCT GAA.


    Um terceiro aspecto, é sublinhado pelo físico alemão Werner Gitt, usando o mesmo exemplo do Ludwig.

    No seu artigo “Design by Information”, publicado numa obra colectiva em 2006, Werner Gitt, na nota de rodapé 8, afirma que o código contido no DNA facilmente se percebe ter uma natureza convencional (no sentido de queo significado não é uma propriedade dos açucares e fosfatos que constituem a matéria do DNA).

    Por outras palavras, diz Werner Gitt, não existe nenhuma razão físico-química pela qual a biomaquinaria do DNA atribui à sequência CUG, por exemplo, o significado “leucina”, Com efeito nalgumas espécies a mesma sequência é traduzida por “serina”.

    Para Werner Gitt isso só demonstra a natureza imaterial e convencional do código, no sentido de que se trata de uma realidade independente das propriedades físicas e químicas da matéria.

    Como se vê, não existe nada de novo no argumento do Ludwig e muito menos nada que ponha em causa o que os criacionistas afirmam.

    Pelo contrário.

    O argumento corrobora inteiramente o que os criacionistas dizem,

    Continua a existir código e informação codificada no genoma,
    De resto, isso é reconhecido por todos, menos pelo Ludwig, que continua numa inglória tentativa de negação do óbvio:

    1) Informação codificada tem sempre origem inteligente

    2) O DNA tem informação codificada

    3) O DNA teve origem inteligente

    ResponderEliminar
  82. Perspectiva:

    Se todos nós fizessemos cut/paste das respostas às suas alegações fantasticas ninguem conseguia ler mais nada de outra discussão que por aqui passasse.

    ResponderEliminar
  83. O MÁRIO MIGUEL, AS PEGADAS DO CÃO E O CAÇADOR QUE AS USA PARA CODIFICAR INFORMAÇÃO SOBRE O PARADEIRO DO CÃO

    MM: "As pegados de um cão podem "codificar" com elevado rigor um trajecto por ele feito de um dado ponto A até um dado ponto B"

    Isso só será assim se existir uma inteligência que olhe para essas pegadas e lhes dê esse significado.

    A mesa em que se encontra o meu computador nunca poderia fazer isso, porque não têm inteligência para isso.

    O meu computador talvez fizesse isso se fosse inteligentemente programado para "ler" essas pegadas e concluir que as mesmas são de um cão e que por isso "codificam" a informação sobre o seu paradeiro.

    Mas a atribuição desse significado a essas pegadas exige sempre uma inteligência, porque não existe informação codificada sem inteligência.


    MM: "...estando assim EFECTIVAMENTE o trajecto desse cão "codificado" de forma inequívoca nas suas pegadas, esta codificação e descodificação é tão óbvia real e útil, que caçadores desde há muito tempo fazem bom uso da descodificação deste código, para com elevado sucesso caçarem."

    Exactamente! São os caçadores que, graças à sua inteligência, são capazes de associar um significado informativo a essas pegadas e usá-las como um código.

    Mas uma espingarda, só por si, nunca conseguiria fazer isso.

    O código exige sempre uma atribuição de significado.

    E isso é uma operação intelectual que só um ser inteligente (ou um maquinismo inteligentemente programado) pode fazer.



    MM: "Aqui fica claro um exemplo de informação codificada de forma independente da inteligência, no sentido que não houve inteligência que codificou de forma consciente com um dado objectivo aquela "informação"."

    Já vimos que sim.

    O cão limitou-se a andar.

    Mas os caçadores, por serem inteligentes, conseguiram atribuir a esses sinais no solo, feitos pelo cão, um significado.

    A partir desse momento, eles conseguiram usar esse "código" para armazenar a informação acerca do seu paradeiro.

    Mas esse "código" só existiu a partir do momento em que alguém inteligente percebeu que esses sinais poderiam ser usados para armazenar essa informação.

    Nós usamos os nossos sentidos para atribuir significados informativos a muitas coisas.

    Em todo o caso, no exemplo, que deu, duas coisas são claras:

    1) o significado informativo é sempre atribuído por uma inteligência, porque o código e a informação é sempre uma realidade intelectual.

    2) As pegadas do cão, apesar de tudo, não conseguem criar o mecanismo de leitura e descodificação que permita executá-las e transformá-las noutra realidade que não as próprias pegadas.


    Em contrapartida, as sequências de nucleótidos contém informação que, depois de lida, traduzida e executada permite criar seres vivos altamente complexos e funcionais, capazes de se reproduzirem e sobreviverem em diferentes meios ambientais.

    Se esse era realmente o seu exemplo, falhou completamente.

    MM: “Ele só mostra que o código só existe se, e na medida em que, exista inteligência envolvida. O cão ou a presa, não tem a mínima consciência de codificar o seu percurso, que assim é "codificado" com ZERO inteligência envolvida."

    Engana-se. O caçador é que conferiu um significado informativo às pegadas, graças à sua inteligência.

    A espingarda do caçador nunca conseguiria tal feito.

    MM: "Assim sendo, é absolutamente trivial verificar que existe "informação codificada" sem a intervenção de inteligência"


    O seu exemplo desmente isso. A informação é codificada na mente do caçador.


    MM: "...logo a premissa de que o ADN só pode ter sido feito por uma entidade inteligente devido ao facto de "informação codificada" só ser possível existir se for codificada inteligentemente é falsa"

    Nada disso. O seu exemplo requer que a informação seja codificada na mente do caçador, que por ser inteligente se serve das pegadas para lhes atribuir um significado informativo.

    ResponderEliminar
  84. Os evolucionistas querem atirar areia para os olhos dizendo que os criacionistas inundam o blogue de SPAM.

    Mas esse "SPAM" é apenas constituído por 1) argumentos usados pelos evolucionistas neste blogue; 2) respostas criacionistas.

    O que o Ludwig e os seus acólitos prefeririam é que as pessoas não se apercebessem de quão estúpidos são realmente os seus argumentos.

    ResponderEliminar
  85. Perspectiva, eu bem achava que o seu argumento é estúpido - estava a ser sarcástico. Os ufólogos também acham que algumas montanhas foram feitas por extraterrestres e poderia também gozar deles.

    Os caçadores também não criaram as pegadas do cão. A comunidade científica "não consegue criar nenhum ser vivo", mas John D. Sutherland realizou uma experiência que permitiu a formação de sequências de nucleótidos. Pelos vistos os evolucionistas conseguem o que criacionistas não conseguem. Sugiro que pesquise no Google pelo seu nome com o termo "RNA" ou "ARN".

    Se aceitaste o que Francis Crick disse, então esta expressão associada ao ADN é falsa: «contendo a informação codificadora das instruções». Em relação ao ADN, nós estamos a falar de substituição de moléculas por outras - daí a analogia das cifras ser muitíssimo próxima do que a dos códigos -, o que leva a um ciclo que leva à replicação das mesmas. Tinha já enumerado vários exemplos de sequências de moléculas que têm a mesma propriedade.

    ResponderEliminar
  86. João disse:

    "Se todos nós fizessemos cut/paste das respostas às suas alegações fantasticas ninguem conseguia ler mais nada de outra discussão que por aqui passasse."

    Deixe isso comigo.

    ResponderEliminar
  87. "Se se argumentar nesse sentido, temos que admitir que quem dá "significado ao ADn são os RNAt e ribossomas. Logo têm de ser inteligentes"

    Mais um argumento estúpido.

    O que concluimos é que o mecanismo de leitura e tradução foi inteligentemente programado para ler, reconhecer e executar instruções."

    Então não precisamos de inteligencia para ler codigos mas precisamos dela para saber que é um codigo. Porque o RNAt é estupido ( o perpetiva admite) e ele sozinho transcreve a cifra. É ele quem faz o reconhecimento do codigo e o transforma em proteina.

    Se não daqui a nada estas a dizer que é tudo inteligente ou de origem inteligente. O que desfaz a especificidade do teu argumento e o reduz a uma forma vaga.


    Então o argumento do miguel está correcto. O codigo não precisa de inteligencia para ser criado, nem para existir.

    Só é preciso inteligencia para se tomar consciencia da sua existencia.

    ResponderEliminar
  88. Este comentário foi removido pelo autor.

    ResponderEliminar
  89. Ou então, tens de admitir que não é um código que obrigue a convenções entre partes inteligentes*.

    O que literalemnte significa que não é um código.

    *inteligentes e conscientes.

    ResponderEliminar
  90. Pedro Amaral Couto

    "Perspectiva, eu bem achava que o seu argumento é estúpido - estava a ser sarcástico."

    Problema seu.


    "Os ufólogos também acham que algumas montanhas foram feitas por extraterrestres"

    Está a pensar, certamente, em ateus como Asimov, Crick ou Sagan, fascinados com a existência de vida extra-terrestre.

    Na verdade, foi Sagan que inspirou o projecto SETI de procura de vida extra-terrestre.

    Crick afirmou que a vida deve ter sido trazida por extraterrestres.

    "e poderia também gozar deles."

    Eu gozo com eles!

    "Os caçadores também não criaram as pegadas do cão."

    Mas atribuiram-lhe um significado. Os índios também não criaram as nuvens de fumo, mas usavam-nas para codificar informação.

    Na verdade, nós não criamos a energia e a matéria, mas usamos uma e outra para armazenar informação.


    "A comunidade científica "não consegue criar nenhum ser vivo", mas John D. Sutherland realizou uma experiência que permitiu a formação de sequências de nucleótidos."

    No entanto,sequências de nucleótidos por si mesmas, não criam instruções capazes de produzir e reproduzir seres vivos altamente complexos.

    Elas não conseguem, por si mesmas, gerar informação para isso.

    Na verdade, todos os cadáveres têm DNA e nem por isso a vida surge por acaso.


    "Pelos vistos os evolucionistas conseguem o que criacionistas não conseguem."

    Nem uns nem outros conseguem criar a informação necessária à produção e reprodução de seres vivos.

    Só Deus consegue.

    "Sugiro que pesquise no Google pelo seu nome com o termo "RNA" ou "ARN"."

    Se quiser podemos discutir essa hipótese RNA. Só espero é que depois de ela ser conveniente refutada, aqui neste blogue, não acuse os criacionistas de SPAM.

    "Se aceitaste o que Francis Crick disse, então esta expressão associada ao ADN é falsa: «contendo a informação codificadora das instruções»."

    O mesmo que dizia que a vida foi colocada aqui por extra-terrestres?

    "Em relação ao ADN, nós estamos a falar de substituição de moléculas por outras - daí a analogia das cifras ser muitíssimo próxima do que a dos códigos -, o que leva a um ciclo que leva à replicação das mesmas."

    Cifras ou códigos, trata-se de um sistema codificador de informação.

    Dawkins diz: não é uma analogia. É literalmente assim.


    "Tinha já enumerado vários exemplos de sequências de moléculas que têm a mesma propriedade."

    O fundamental é que a molécula de DNA, que materialmente é apenas açúcares e fosfatos, codifica toda a informação necessária à produção de múltiplos seres vivos altamente complexos e funcionais.

    Não há volta a dar-lhe. Essa informação existe, miniaturizada, no núcleo das células e necessita, para ser operativa, de uma leitura e execução precisas, tal como um programa de software.

    Na verdade, o Bill Gates reconheceu que o DNA é uma forma de software, só que muito mais sofisticado e miniaturizado do que a mente humana consegue criar.

    ResponderEliminar
  91. João diz:

    "O codigo não precisa de inteligencia para ser criado, nem para existir.Só é preciso inteligencia para se tomar consciencia da sua existencia."

    O código consiste na utilização de uma realidade material (v.g. papel e tinta, areia na praia, nuvens de fumo, cargas elétricas) para representar informação.

    A informação e o cóldigo é uma realidade imaterial.

    Os buracos na areia deixados pelas patas de um cão não só um código.

    São apenas buracos na areia. Se chover, eles apagam-se.

    No entanto, a ideia de esse buraco significa que um cão deve ter passado por aí e que as mesmas conduzem ao cão é uma informação que só existe na mente de alguém.

    Essa ideia só existe se for pensada por uma inteligência.

    Ela não tem conteúdo material. Não pode ser observada, medida ou pesada.

    Informação codificada é sempre uma realidade mental, que pode ser armazenada num suporte físico, com o qual não se confunde.

    ResponderEliminar
  92. João:

    "Então não precisamos de inteligencia para ler codigos mas precisamos dela para saber que é um codigo."

    Precisamos sempre de inteligência para criar códigos. A leitura destes pode ser feita por alguém dotado de inteligência, ou por um mecanismo programado para o efeito.

    Uma ATM não é inteligente. Mas pode ser inteligentemente programada para interpretar a pressão nos botões da máquina e transformar isso em instruções.


    "Porque o RNAt é estupido ( o perpetiva admite) e ele sozinho transcreve a cifra."

    Uma linha de montagem também é estúpida. Mas pode ser controlada por mecanismos inteligentemente programados, para responder a instruções.


    "É ele quem faz o reconhecimento do codigo e o transforma em proteina."

    Exactamente porque foi inteligentemente programado para isso.

    A capacidade de atribuir um sigificado a uma sequência de símbolos é sempre inteligente.

    Não existe nenhum processo físico conhecido que crie informação codificada.

    O Ludwig bem tentou comparar isso com atirar berlindes para o chão.

    Mas um código, não se cria atirando berlindes para o chão.

    ResponderEliminar
  93. Porque não é um código:

    "Os buracos na areia deixados pelas patas de um cão não só um código.

    São apenas buracos na areia. Se chover, eles apagam-se."

    Lá está, eles apagam-se.

    ResponderEliminar
  94. EVIDÊNCIA DA CRIAÇÃO INSTANTÂNEA E INTELIGENTE DA VIDA

    1) Sempre que sequências não arbitrárias de símbolos (v.g. letras, números, zeros e uns, traços e pontos) são reconhecidas, como numa linguagem, como representando ideias ou instruções passíveis de serem lidas e executadas, por pessoas ou maquinismos, para a realização de operações específicas orientadas para resultados determinados, estamos perante informação codificada;



    2) Toda a informação codificada (v.g. em papiros, livros, computadores, robôs, ATM’s, telemóveis) não se confunde com o suporte físico.



    3) Sem um código (como os criados pelos Srs. Morse ou Braille), simples letras, zeros e uns, traços e pontos, etc., não têm informação. Do mesmo modo, os fosfatos e os açúcares que quimicamente compõem o DNA não têm, em si mesmos, informação.



    4) Toda a informação codificada (v.g. em papiros, livros, computadores, robôs, ATM’s, telemóveis) tem sempre origem inteligente, não se conhecendo quaisquer excepções a esta regra.


    5) A vida depende da informação codificada no DNA (em sequências de nucleótidos ATGC), que existe em quantidade, qualidade, complexidade e densidade (1.88 x 10^21 bits/cm3) que transcende toda a capacidade tecnológica humana, e que, depois de precisa e sincronizadamente transcrita, traduzida, lida, executada e copiada conduz à produção, sobrevivência, adaptação e reprodução de múltiplos seres vivos altamente complexos, integrados e funcionais;



    6) Acresce que a informação codificada no DNA requer a existência simultânea de maquinismos de descodificação (v.g. ribossoma), sendo que as instruções para construir ribossomas se encontram codificadas no DNA. Além disso, a descodificação requer energia a partir de ATP (adenosina trifosfato), construída por motores ATP-sintase, construídos a partir de instruções codificadas no DNA.

    7) Logo, a vida só pode ter tido uma origem inteligente e instantânea, não se conhecendo qualquer explicação naturalista para a sua origem;

    8) Assim sendo, o registo fóssil e a coluna geológica, com abundantes casos de deposição de sedimentos e sepultamento abruptos, não são evidência da origem casual e da evolução das espécies, mas sim da catástrofe global descrita no livro de Génesis (6-9), da qual abunda ampla evidência nos fósseis, nas rochas, nas montanhas, nos glaciares e nas diferentes concentrações de isótopos.

    9) Por sua vez, as mutações, a selecção natural e a especiação tendem a degradar e a reduzir os genomas, ao longo do tempo, e não a aumentar a sua quantidade e qualidade, corroborando assim a corrupção de toda a natureza criada, por causa do pecado humano, tal como mencionada em Génesis 3.

    10) Muitos dos grandes cientistas (v.g. Francis Crick, Paul Davies), quando confrontados com as quantidades enciclopédicas de informação codificada, extremamente complexa e integrada, constante no DNA, para a qual as leis da física e da química não constituem explicação suficiente, chegam a especular sobre se a mesma não terá tido origem extra-terrestre. Recentemente o próprio Richard Dawkins se mostrou receptivo a essa hipótese.

    11) Na verdade, a Bíblia revela a origem de toda essa informação codificada no genoma. A mesma foi criada por um Deus que se chama LOGOS (Razão/Palavra). Dificilmente poderia ser encontrada uma explicação mas lógica, racional e adequada.

    ResponderEliminar
  95. "Não existe nenhum processo físico conhecido que crie informação codificada"

    Sim, selecção natural sobre mutações acumuladas.

    ResponderEliminar
  96. "Lá está, eles apagam-se"

    Mas isso não cria informação codificada...

    ResponderEliminar
  97. E um processo sobrenatural conhecido para criar DNa, mostra lá sabichão! É que se não podes mostrar agora, o modelo evolutivo é mais plausivel. Porque tem mais bases demonstraveis.

    ResponderEliminar
  98. "leitura destes pode ser feita por alguém dotado de inteligência, ou por um mecanismo programado para o efeito"

    OK, então o Miguel só tem o argumento dele provado quando houver uma maquina capaz de ler o codigo das pegadas, ganhaste. Sim, porque os caçadores são estupidos.

    ResponderEliminar
  99. João:

    "Sim, selecção natural sobre mutações acumuladas."

    As mutações destroem informação genética pré-existente.

    A selecção natural elimina informação genética pré-existente.

    Não são os criacionistas apenas que o dizem:


    “Mutation accumulation does not lead to new species or even to new organs or tissues.” (p. 11)

    “Mutations, in summary, tend to induce sickness, death, or deficiencies.” (p. 29)

    Margulis, L. & Sagan, D., Acquiring genomes. A theory of the origins of species, Basic Books, New York, 2002.


    Continuea a tentar, meu caro.

    ResponderEliminar
  100. "Na verdade, a Bíblia revela a origem de toda essa informação codificada no genoma"

    E no entanto consegue fazer essa revelação sem falar em DNA, genoma, mutações, ou sintese proteica.

    Bravo

    Não seria preciso fazer um update?

    ResponderEliminar
  101. João diz:

    "OK, então o Miguel só tem o argumento dele provado quando houver uma maquina capaz de ler o codigo das pegadas, ganhaste. Sim, porque os caçadores são estupidos."

    Coitadinho de ti. É esse o teu melhor "tiro"?

    Então ainda estás pior do que os caçadores.

    ResponderEliminar
  102. "As mutações destroem informação genética pré-existente."

    Há sim? O resto dos individuos da mesma população adquirem todos essa mutação por contagio? Ou simpatia?

    ResponderEliminar
  103. ""OK, então o Miguel só tem o argumento dele provado quando houver uma maquina capaz de ler o codigo das pegadas, ganhaste. Sim, porque os caçadores são estupidos."

    Coitadinho de ti. É esse o teu melhor "tiro"?

    Então ainda estás pior do que os caçadores."

    Não, não é o melhor. Na realidade esta discussão esta longe de ser algo em que de o meu melhor.

    mas tenho tempo agora e tu és tão cominco como o cavaleiro negro.

    ResponderEliminar
  104. “Mutations, in summary, tend to induce sickness, death, or deficiencies.” (p. 29)"

    yep, como é de esperar pelo modelo evolutivo.

    São precisos milhares de anos, (e a cada passo serão exponencialmente precisos mais) para surgir uma mutação que melhore ainda mais o que demorou milenios a desenvolver.

    ResponderEliminar
  105. João diz:

    "E no entanto (a Bíblia) consegue fazer essa revelação sem falar em DNA, genoma, mutações, ou sintese proteica."

    O que mostra que é verdadeira, sem deixar de falar em linguagem que pudesse ser entendida há 4000 anos atrás.

    Quando diz que a Bíblia diz que a vida foi criada pela Palavra de Deus, a mesma faz uma afirmação que é corroborada pela existência de informação codificada no genoma.

    Quando diz que o pecado introduziu a corrupção e a morte no mundo ela é corroborada pela existência de mutações no DNA responsáveis por doenças e morte.

    Um livro para acessível a um público vasto pode ser verdadeiro sem ter que ser técnico.

    Assim é a Palavra de Deus: verdadeira, mas não técnica.

    ResponderEliminar
  106. “Mutation accumulation does not lead to new species or even to new organs or tissues.”

    Para isso ser verdade é nesseçario que haja algo mais que o ADN a ter a informaçãp de contrução do ser vivo.

    ResponderEliminar
  107. O modelo evolutivo exige que as mutações transformem partículas em pessoas, codificando estruturas e funções inovadoras e mais complexas.

    Essa transformação nunca foi observada, nem pode ser comprovada.

    O que vemos é que mutações degradam e destroem informação.


    A selecção natural elimina a informação genética dos menos aptos, mas não explica a criação da informação genética dos mais aptos.

    ResponderEliminar
  108. As mutações são cumulativas e degenerativas, existindo cerca de 1milhão de mutações deletérias para cada mutação benéfica.

    Existem cerca de 9000 mutações conhecidas no genoma humano, responsáveis por cerca de 900 doenças.

    As mutações têm sido associadas, por estudos científicos, a numerosas patologias, a doenças cardíacas, à progeria, Parkinson, Down, ao cancro na próstata, a doenças de ossos, encefalopatia, a insónias, à morte súbita, etc., etc., etc.


    As mutações corroboram o que a Bíblia ensina: o pecado trouxe consigo a corrupção da natureza física.

    ResponderEliminar
  109. A REDUÇÃO DE INFORMAÇÃO GENÉTICA NOS MAMÍFEROS

    Os criacionistas afirmam que a evolução das espécies não aconteceu, não necessariamente porque prefiram explicações religiosas a todo o custo, mas porque existem boas razões teológicas, hermenêuticas e científicas para reconhece que a Bíblia é, efectivamente, Palavra de Deus e que, por isso a sua autoridade deve ser reconhecida.

    Quando se reconhece a autoridade da Palavra de Deus obtém-se uma grelha interpretativa que funciona como critério de verdade e guia de pesquisa, permitindo compreender o que se observa e fazer previsões sobre o que se espera observar.

    A Bíblia ensina que todos os seres vivos foram criados de forma inteligente, reproduzindo-se de acordo com a sua espécie.


    O conceito bíblico de espécie está mais perto do de género ou família, traduzindo um determinado potencial genómico.

    A existência de um Criador Comum inteligente para todas as espécies permite compreender, não apenas as semelhanças e as diferenças que encontramos entre elas (estamos a falar de um Criador Comum para todas elas), mas também a dependência da vida de informação codificada, sendo que a informação codificada é a marca, por excelência, da inteligência e da racionalidade.

    No entanto, a Bíblia também diz que depois do pecado humano toda a criação ficou sujeita à corrupção e à morte.


    Esta afirmação permite compreender porque é que os genomas estão a perder informação genética.


    Isso foi recentemente observado em estudos sobre o Cromossoma Y (que está a perder genes) e foi novamente confirmado no estudo de muitos mamíferos. Esses estudos confirmam a trajectória descendente da informação.

    Ou seja, as mutações e a selecção natural degradam e eliminam informação genética pré-existente, dando origem a genomas de menor dimensão e com menor variedade e funcionalidade.

    Por esse motivo, o que nós vemos na natureza não é evolução (criando informação genética nova e mais complexa), mas corrupção (eliminando e degradando a informação genética pré-existente).


    A corrupção observada é exactamente o contrário da evolução.

    Esta realidade permite compreender que os fósseis e as camadas de sedimentos não são evidência de evolução (na verdade não existe evidência de evolução gradual no registo fóssil!) mas sim da ocorrência de um dilúvio global, com uma causa fortemente teológica e proporções cataclísmicas globais, por causa do pecado do ser humano.


    Assim se compreendem bem as evidências de catastrofismo na coluna geológica (que explica a emergência do neo-catastrofismo) e a descoberta repetida de tecidos moles, hemoglobina, vasos sanguíneos, etc., em ossos de dinossauros (T Rex e Hadrossauros) não fossilizados.


    Veja-se o estudo:

    After Dinosaurs, Mammals Rise But Their Genomes Get Smaller
    ScienceDaily (July 29, 2009)

    Aí se diz: “The depressed numbers of very young LTRs, Lynch says, strongly suggests a contraction in overall genome sizes of the lineages of the mammals the scientists studied.”

    ResponderEliminar
  110. CROMOSSOMA Y E O LIVRO DE GÉNESIS


    A limitada variação genética no Cromossoma Y nas diferentes populações humanas à volta mundo é inteiramente consistente com a origem recente da humanidade, há escassos milhares de anos atrás.

    A isto acresce que a análise do Cromossoma Y corrobora que todos os homens de hoje descendem de um mesmo homem.

    Do mesmo modo, a análise do Cromossoma Y demonstra que judeus e árabes descendem do mesmo homem, o que corrobora a narrativa bíblica acerca de Abraão e dos seus filhos Ismael (de onde descendem os árabes) e Isaque (de ondem descendem os judeus).

    Na verdade, o tipo de variação que existe no Cromossoma y corrobora inteiramente as narrativas bíblicas.

    Com efeito, recentemente alguns estudos científicos vieram confirmar que o Cromossoma Y se encontra a “evoluir rapidamente”, num processo em que alguns genes se iam perdendo.

    Ou seja, longe de estar a adquirir informação genética nova, codificadora de estruturas e funções mais complexas, como a teoria da evolução exige para ser verdade, a “evolução” do Cromossoma Y não é mais do que redução e deterioração da informação genética pré-existente.

    No fundo, isso só confirma, mais uma vez, a doutrina bíblica.

    A Bíblia ensina que a morte entrou no mundo por causa do pecado de Adão. Com isso iniciou-se um processo de corrupção, de que se fala em Génesis 3.

    A “evolução rápida” do Cromossoma Y, perdendo genes no processo, é apenas mais uma evidência empírica que corrobora a mensagem bíblica.


    Veja-se:

    Male Sex Chromosome Losing Genes By Rapid Evolution, Study Reveals
    ScienceDaily (July 17, 2009)

    ResponderEliminar
  111. João diz:

    "mas tenho tempo agora e tu és tão comico como o cavaleiro negro."

    É pena é não traduzires isso em argumentos plausíveis e te limitares a dizer disparates.

    ResponderEliminar
  112. PAULO GAMA MOTA E O ARGUMENTO DOS ÓRGÃOS VESTIGIAIS

    Por vezes fala-se da existência de órgãos vestigiais, atrofiados, degenerados ou destituídos de função, como evidência de uma hipotética evolução ocorrida no passado.

    O apêndice ou o cóccix são frequentemente mobilizados como exemplo, juntamente com outros.


    O Paulo Gama Mota tentou recentemente defender a teoria da evolução usando o argumento dos órgãos vestigiais.


    Porém, os alegados órgãos vestigiais não servem a causa da evolução, pelas seguintes razões:


    1) Não é em princípio possível provar que um determinado órgão de função desconhecida é inútil, porque é sempre possível descobrir mais tarde a sua função.



    2) Na verdade, foi isso mesmo que aconteceu. No século XIX (em 1890) dizia-se existirem 180 órgãos vestigiais no corpo humano e agora sabe-se (desde 1999) que não existe nenhum.



    3) Esses supostos órgãos vestigiais são, afinal, plenamente funcionais e, nalguns casos, vitais para o desenvolvimento embrionário e para uma vida confortável e normal.


    4) Mesmo que um determinado órgão já não seja necessário isso provaria a degenerescência (resultante da corrupção da Criação) e não a evolução.



    5) Supostos órgãos vestigiais, como o apêndice ou o cóccix, servem, afinal, importantes funções. Basta ler as mais recentes edições da Anatomia de Grey, entre outras obras.



    6) O apêndice é parte integrante do sistema imunológico, com uma localização estratégica.


    7) O cóccix é um ponto âncora para a fixação dos músculos que estruturam todo o diafragma pélvico. O facto é apenas esse.



    8) Só quem acredita na evolução é que pode dizer que o cóccix é uma modificação de uma estrutura óssea caudal. Mas isso pura especulação evolucionista.



    9) Sem a prévia adesão a pressuposições evolucionistas, a afirmação de que o apêndice ou o cóccix são provas da evolução mostra-se totalmente destituída de qualquer evidência empírica.


    10) A evolução de partículas para pessoas necessita de exemplos de novos órgãos, com estruturas e funções mais complexas, e não da degenescência de órgãos pré-existentes.



    11) A perda de funções é inteiramente consistente com a doutrina bíblica da queda e da corrupção da natureza.



    12) A aquisição de novas estruturas e funções através da criação de informação genética nova é impossível, nunca tendo sido observada por ninguém.



    13) A teoria dos órgãos vestigiais foi responsável por múltiplos casos de erro médico.


    14) Trata-se, acima de tudo, de um argumento vestigial em favor da evolução que só convence os menos informados.

    ResponderEliminar
  113. PAULO GAMA MOTA E O ARGUMENTO DAS HOMOLOGIAS (1)


    Paulo Gama Mota defendeu recentemente que a existência de homologias genéticas e morfológicas entre animais prova a existência de um antepassado comum a partir do qual as diferentes espécies evoluíram.

    Na verdade, trata-se de um argumento frequentemente utilizado como “prova” da evolução nos manuais escolares e textos científicos.

    Muitas vezes, desde Richard Owen e Charles Darwin, as homologias têm sido apresentadas como a principal “prova” da evolução.

    No entanto, a ingenuidade infantil deste argumento é imediatamente visível.


    As homologias tanto podem ser usadas como argumento a favor de um antepassado comum como de um Criador comum.


    E na verdade, a opção por um Criador comum faz mais sentido.


    Sendo os pressupostos para a manutenção da vida (v.g. alimentação, respiração, locomoção, reprodução) idênticos nos vários seres vivos, não admira que existam importantes homologias entre eles.


    Isso faz todo o sentido à luz do Génesis, que diz que Deus criou todos os seres vivos na mesma semana para enfrentarem condições ambientais semelhantes, com nutrientes semelhantes.



    Na verdade, se não existisse qualquer homologia genética, morfológica ou funcional entre os vários seres vivos seríamos levados a duvidar da existência de um Criador comum.



    Por outro lado, o hipotético ancestral comum não teria muitas das características que os seres vivos que dele descendem têm (v.g. esqueleto, músculos, coração, sistema nervoso, sistema digestivo), pelo que não consegue explicar o seu desenvolvimento e a grande diversidade de design.



    Existem muitos casos em que seres vivos têm órgãos funcionalmente semelhantes (v.g. olhos, asas, garras) sem que os mesmos tenham qualquer homologia genética que demonstre uma proximidade evolutiva.


    Nestes casos (v.g. asas de aves, insectos e morcegos) os evolucionistas, como não conseguem interpretar as homologias funcionais para provar um antepassado comum evolutivo directo, dizem que houve evolução convergente ou paralela destes órgãos, usando a expressão “analogia” em vez de homologia.



    Também a nível molecular, o evolucionismo dá para tudo.

    ResponderEliminar
  114. PAULO GAMA MOTA E O ARGUMENTO DAS HOMOLOGIAS (2)


    Quando existem grandes diferenças genéticas entre diferentes filos, classes e ordens, diz-se que houve alterações genéticas evolutivas ao longo de milhões de anos.

    Quando existem grandes semelhanças genéticas entre filos, classes e ordens (v.g. informação que controla a expressão genética nalguns tecidos) diz-se simplesmente que se trata de informação genética muito bem conservada.


    Existem outros casos em que homologias genéticas muito significativas conduzem a grandes diferenças morfológicas (v.g. o tenreco e o elefante). Estes casos também não são facilmente explicados por modelos evolucionistas.


    À medida que se vão acumulando novos estudos sobre os genomas, vão surgindo numerosos casos de homologias funcionais que nada têm que ver com homologias genéticas.

    A inversa também é verdadeira.
    Em muitos casos os estudos morfológicos contrariam os estudos da genética molecular.


    Eles mostram, em grande medida, que diferentes tipos, com um grande potencial genético, se foram desdobrando em diferentes (sub)espécies a partir da especialização de informação genética pré-existente.


    É por essas e por outras que a própria “árvore da vida” evolucionista (já tão duvidosa do ponto de vista paleontológico) tem vindo a ser posta em causa pela genética molecular.


    Um outro problema com o uso das homologias como argumento a favor da evolução a partir de um antepassado comum é que as conclusões a que se chega estão inteiramente dependentes das premissas de que se parte.



    As homologias só funcionam (e mesmo assim muito mal!) como argumento a favor da evolução para quem aceite, à partida, premissas evolucionistas, uniformitaristas e naturalistas.



    Elas só podem ser usadas para “provar” a evolução (e mesmo assim com muitas falhas) se se partir do princípio que houve evolução.


    Quem não partir dessas premissas interpreta os dados de forma substancialmente diferente.

    Para os criacionistas, as homologias moleculares, morfológicas e funcionais traduzem apenas o grau de semelhança e diferença entre as várias espécies criadas por um mesmo Criador, para viverem no mesmo planeta.

    Em última análise, tudo assenta na observação de semelhanças e diferenças genéticas, anatómicas e fisiológicas, e na sua interpretação.


    As semelhanças e as diferenças são as mesmas para criacionistas e evolucionistas.

    O modo como uma pessoa interpreta dos dados observáveis depende muito das premissas adoptadas à partida. E estas dependem da sua visão do mundo.

    As homologias são uma poderosa mensagem biótica a favor de um Criador comum.

    ResponderEliminar
  115. O MÁRIO MIGUEL, AS PEGADAS DO CÃO E O CAÇADOR QUE AS USA PARA CODIFICAR INFORMAÇÃO SOBRE O PARADEIRO DO CÃO (1)

    MM: "As pegados de um cão podem "codificar" com elevado rigor um trajecto por ele feito de um dado ponto A até um dado ponto B"

    Isso só será assim se existir uma inteligência que olhe para essas pegadas e lhes dê esse significado.

    A mesa em que se encontra o meu computador nunca poderia fazer isso, porque não têm inteligência para isso.

    O meu computador talvez fizesse isso se fosse inteligentemente programado para "ler" essas pegadas e concluir que as mesmas são de um cão e que por isso "codificam" a informação sobre o seu paradeiro. O cão, em si mesmo, cria tanta informação codificada como as gotas de uma torneira mal apertada.

    Mas a atribuição desse significado a essas pegadas ou a essas gotas exige sempre uma inteligência, porque não existe informação codificada sem inteligência.


    MM: "...estando assim EFECTIVAMENTE o trajecto desse cão "codificado" de forma inequívoca nas suas pegadas, esta codificação e descodificação é tão óbvia real e útil, que caçadores desde há muito tempo fazem bom uso da descodificação deste código, para com elevado sucesso caçarem."

    Exactamente, são eles que, graças à sua inteligência, são capazes de associar um significado informativo a essas pegadas e usá-las como um código.

    Mas uma espingarda, só por si, nunca conseguiria fazer isso.

    O código exige sempre uma atribuição de significado. E isso é uma operação intelectual que só um ser inteligente (ou um maquinismo inteligentemente programado) pode fazer.

    ResponderEliminar
  116. O MÁRIO MIGUEL, AS PEGADAS DO CÃO E O CAÇADOR QUE AS USA PARA CODIFICAR INFORMAÇÃO SOBRE O PARADEIRO DO CÃO (2)


    MM: "Aqui fica claro um exemplo de informação codificada de forma independente da inteligência, no sentido que não houve inteligência que codificou de forma consciente com um dado objectivo aquela "informação"."

    Já vimos que sim. O cão limitou-se a andar. Mas os caçadores, por serem inteligentes, conseguiram atribuir a esses sinais no solo, feitos pelo cão, um significado.

    A partir desse momento, eles conseguiram usar esse "código" para armazenar a informação acerca do seu paradeiro.

    Mas esse "código" só existiu a partir do momento em que alguém inteligente percebeu que esses sinais poderiam ser usados para armazenar essa informação.

    Nós usamos os nossos sentidos para atribuir significados informativos a muitas coisas.

    Em todo o caso, no exemplo, que deu, duas coisas são claras:

    1) o significado informativo é sempre atribuído por uma inteligência, porque o código e a informação é sempre uma realidade intelectual.

    2) As pegadas do cão, apesar de tudo, não conseguem criar o mecanismo de leitura e descodificação que permita executá-las e transformá-las noutra realidade que não as próprias pegadas.


    Em contrapartida, as sequências de nucleótidos contém informação que, depois de lida, traduzida e executada permite criar seres vivos altamente complexos e funcionais, capazes de se reproduzirem e sobreviverem em diferentes meios ambientais.

    Se esse era realmente o seu exemplo, falhou completamente.

    MM: “Ele só mostra que o código só existe se, e na medida em que, exista inteligência envolvida. O cão ou a presa, não tem a mínima consciência de codificar o seu percurso, que assim é "codificado" com ZERO inteligência envolvida."

    Engana-se. O caçador é que conferiu um significado informativo às pegadas, graças à sua inteligência.

    A espingarda do caçador nunca conseguiria tal feito.

    MM: "Assim sendo, é absolutamente trivial verificar que existe "informação codificada" sem a intervenção de inteligência"


    O seu exemplo desmente isso. A informação é codificada na mente do caçador.


    MM: "...logo a premissa de que o ADN só pode ter sido feito por uma entidade inteligente devido ao facto de "informação codificada" só ser possível existir se for codificada inteligentemente é falsa"

    Nada disso. O seu exemplo requer que a informação seja codificada na mente do caçador, que por ser inteligente se serve das pegadas para lhes atribuir um significado informativo.

    Como disse, sem inteligência não haveria a atribuição de qualquer significado às pegadas.



    MM: "... pois o exemplo que dei mostra-o sem a mínima dúvida, portanto o teu argumento sobre o ADN ter que ser NECESSARIAMENTE criado de forma consciente por uma entidade inteligente por ter "informação codificada", foi à vida, lamento."


    Como deve ter percebido, o seu argumento vai ficar nos anais da estupidez, juntamente com outros argumentos do Ludwig.

    Vou repeti-lo, juntamente com a minha resposta.

    No fundo, ele resume-se a isto: os seres inteligentes têm capacidade de atribuir significado informativo às coisas.
    Do mesmo modo, ele reconhece que existe informação codificada a partir do momento em que uma inteligência usa algo (v.g. letras, números, pegadas, nuvens de fumo) para codificar informação.

    Isso já todos sabemos. Assim como sabemos que mesas, cadeiras ou rochas não têm essa capacidade.

    ResponderEliminar
  117. O MÁRIO MIGUEL, AS PEGADAS DO CÃO E O CAÇADOR QUE AS USA PARA CODIFICAR INFORMAÇÃO SOBRE O PARADEIRO DO CÃO (2)


    MM: "Aqui fica claro um exemplo de informação codificada de forma independente da inteligência, no sentido que não houve inteligência que codificou de forma consciente com um dado objectivo aquela "informação"."

    Já vimos que sim. O cão limitou-se a andar. Mas os caçadores, por serem inteligentes, conseguiram atribuir a esses sinais no solo, feitos pelo cão, um significado.

    A partir desse momento, eles conseguiram usar esse "código" para armazenar a informação acerca do seu paradeiro.

    Mas esse "código" só existiu a partir do momento em que alguém inteligente percebeu que esses sinais poderiam ser usados para armazenar essa informação.

    Nós usamos os nossos sentidos para atribuir significados informativos a muitas coisas.

    Em todo o caso, no exemplo, que deu, duas coisas são claras:

    1) o significado informativo é sempre atribuído por uma inteligência, porque o código e a informação é sempre uma realidade intelectual.

    2) As pegadas do cão, apesar de tudo, não conseguem criar o mecanismo de leitura e descodificação que permita executá-las e transformá-las noutra realidade que não as próprias pegadas.


    Em contrapartida, as sequências de nucleótidos contém informação que, depois de lida, traduzida e executada permite criar seres vivos altamente complexos e funcionais, capazes de se reproduzirem e sobreviverem em diferentes meios ambientais.

    Se esse era realmente o seu exemplo, falhou completamente.

    MM: “Ele só mostra que o código só existe se, e na medida em que, exista inteligência envolvida. O cão ou a presa, não tem a mínima consciência de codificar o seu percurso, que assim é "codificado" com ZERO inteligência envolvida."

    Engana-se. O caçador é que conferiu um significado informativo às pegadas, graças à sua inteligência.

    A espingarda do caçador nunca conseguiria tal feito.

    MM: "Assim sendo, é absolutamente trivial verificar que existe "informação codificada" sem a intervenção de inteligência"


    O seu exemplo desmente isso. A informação é codificada na mente do caçador.


    MM: "...logo a premissa de que o ADN só pode ter sido feito por uma entidade inteligente devido ao facto de "informação codificada" só ser possível existir se for codificada inteligentemente é falsa"

    Nada disso. O seu exemplo requer que a informação seja codificada na mente do caçador, que por ser inteligente se serve das pegadas para lhes atribuir um significado informativo.

    Como disse, sem inteligência não haveria a atribuição de qualquer significado às pegadas.



    MM: "... pois o exemplo que dei mostra-o sem a mínima dúvida, portanto o teu argumento sobre o ADN ter que ser NECESSARIAMENTE criado de forma consciente por uma entidade inteligente por ter "informação codificada", foi à vida, lamento."


    Como deve ter percebido, o seu argumento vai ficar nos anais da estupidez, juntamente com outros argumentos do Ludwig.

    Vou repeti-lo, juntamente com a minha resposta.

    No fundo, ele resume-se a isto: os seres inteligentes têm capacidade de atribuir significado informativo às coisas.
    Do mesmo modo, ele reconhece que existe informação codificada a partir do momento em que uma inteligência usa algo (v.g. letras, números, pegadas, nuvens de fumo) para codificar informação.

    Isso já todos sabemos. Assim como sabemos que mesas, cadeiras ou rochas não têm essa capacidade.

    ResponderEliminar
  118. É um bocado off-topic, mas não deixa de ser engraçado: The Chaser's War on Everything: Do you Believe the Bible is True?

    ResponderEliminar
  119. "É pena é não traduzires isso em argumentos plausíveis e te limitares a dizer disparates"

    Não são disparates. Tem a mesma origem que a maquina que usas para encher isto de spam.

    ResponderEliminar
  120. O "troll" criacionista já não tem cura mesmo. Estamos perante um caso grave de esquizofrenia aguda aliada à dissonância cognitiva, a julgar pela fúria do corta-e-cola nas caixas de comentários.

    ResponderEliminar
  121. Perspectiva,
    estava a referir-me a algo como isso: 1, 2.

    Tenho um livro chamado "Um Mundo Infestado de Demónios" de Carl Sagan que começa por criticar esse tipo de crendices. O 3º capítulo chama-se "O Homem na Lua e o Rosto em Marte" analisa o fenómeno da pareidolia com o exemplo de faces nos montes da Lua e de Marte. Portanto foste muitíssimo ao lado.

    É claro que gozas da investigação científica. Não é preciso informar-nos sobre isso. É por isso que são os evolucionistas que viajam no espaço e estudam-no e conseguem formar as tais sequências de nucleótidos, enquanto os criacionistas vão para advocacia e ficam sentados para usar óculos bíblicos nas descobertas dos outros. (tinha escrito num artigo sobre isso)

    Carl Sagan promoveu o programa SETI que mapeia os sistemas estrelares do universo que podemos conhecer a partir da Terra. Se houver vida extraterrestre, inteligente ou não, serão os evolucionistas a descobri-la. Seja como for, será sempre um evolucionista a mostrar que não existe vida em cada planeta, que o estuda e que o ocupa.

    Francis Crick sobre a panspermia escreveu: (...) «the scientific evidence is inadequate at the present time to say anything about the probability.»
    E num artigo da Carolina Biological Supply Company é dito: «the mental exercises that Crick entertains both for and against his theory are stimulating and informative.»
    Ele tinha meramente formulado uma hipótese - como é dito em diversos sites criacionistas -, como é normal acontecer em Ciência. (escrevi sobre o assunto num artigo)

    Isaac Asimov era autor de ficção científica, tal como Júlio Verne e Kepler. Em Inteligência Artificial estuda-se as suas obras.

    Por outro lado, os religiosos crédulos acreditam imediatamente que uma bosta de ave é um milagre da Virgem Maria: Proof that people will believe any crap.

    O que a química é para o ADN, a geologia é para essas montanhas em Marte e a física para a bosta que caiu no carro. Têm tanta informação codificadora como as pegadas e os estratos do Grand Canyon. O vento, a água, a actividade vulcânica e os meteoritos são como o cão. Mas há uns que acham que são a prova de que deuses, extraterrestres e santos desenharam-nos.

    ResponderEliminar
  122. Perspectiva,
    o exemplo das pegadas do cão e as nuvens de fumo dos índios são muitíssimo diferentes.

    No caso dos sinais de fumo há uma convenção para associar os tamanhos dos fumos e os espaçamentos entre eles a caracteres de um alfabeto. A mesma mensagem tanto podia ter o propósito de dizer que já há pão em casa como para dizer que já acabou o papel higiénico.

    No caso do cão, ele não combina com os caçadores o que significa a pressão, a orientação e espaçamento das pegadas. Aliás, ele não pode evitar que as pegadas indiquem o seu peso, a velocidade e sentido. Neste caso não existe qualquer convenção. Podemos dizer o mesmo para as rochas que sofreram processos de erosão e dos anéis de uma árvore, da árvore chamuscada quebrada em duas.

    Portanto o "atribuiram-lhe um significado" tem significados diferentes para cada caso. No primeiro caso é como dizer o que significa "já comprei pão". No segundo caso é como dizer que as nuvens significam que vai chover. A Filosofia é lixada, não é?

    ResponderEliminar
  123. Mário Miguel03/08/09, 23:00

    Jónatas Machado AKA Perspectiva,

    «"As pegados de um cão podem "codificar" com elevado rigor um trajecto por ele feito de um dado ponto A até um dado ponto B"

    Isso só será assim se existir uma inteligência que olhe para essas pegadas e lhes dê esse significado.»


    É falso, isso não será só assim se existir uma inteligência que a possa descodificar. Se não existisse vida inteligente no planeta, o cão ao percorrer o ponto A até ao ponto B, a sua "informação ficará disponível para ser lida", ficará "codificada" nas pegadas mesmo que não haja ninguém que a possa descodificar. E isso não refuta em um milímetro que a "codificação de informação" necessita de inteligência, lamento muito...
    O facto de afirmar que a pegada é uma codificação do percurso, aqui, codificação pode ser substituída por: "marcas no solo que permitem reconstruir o percurso do cão", podem ser transcritas para um código, por exemplo para uma função s=f(X,Y,Z), mas essa transcrição para código se não for feita não implica que a informação não esteja no solo à espera de leitura. Fica claríssimo que o cão, sem inteligência, deixa informação gravada num suporte físico, independentemente da inteligência do leitor. O leitor não necessita de existir para que essa informação lá esteja disponível para ser lida. Mas sem inteligência há exemplos na natureza que arrasam o que dizes: Seres vivos, só pelo instinto, deixam marcas (informação codificada) que outros seguem (descodificando sem inteligência) por instinto para acasalar.

    «A mesa em que se encontra o meu computador nunca poderia fazer isso, porque não têm inteligência para isso.»

    Certo, mas irrelevante para o facto que a "codificação de informação" necessita de inteligência".

    «O meu computador talvez fizesse isso se fosse inteligentemente programado para "ler" essas pegadas e concluir que as mesmas são de um cão e que por isso "codificam" a informação sobre o seu padadeiro.»


    Errado. Vou dar um exemplo claro disso. Passado no Canal Discovery: devido a uma mudança de rota de elefantes, e devido unicamente às suas pegadas, como que um programa (informação) imprimido no solo, um riacho que ia numa dada direcção, "leu" (à sua maneira) o novo caminho e mudou de direcção por interacção directa com as pegadas. Aqui houve codificação, e descodificação. Como que um cartão perfurado dos velhos computadores que, com inteligência envolvida por parte do programador, tendo como consequência a de os computadores funcionarem de forma diferente, adequados ao que o programador queria que os computadores fizessem através dos furos dos cartões, que na versão sem inteligência pode ser a pegada do elefante. No caso dos elefantes houve codificação de um novo percurso para o riacho e toda a água subsequente leu essa nova informação (novo leito) replicando o novo percurso para toda a nova água que ia chegando, toda a nova água lia a nova informação, repicando para cada molécula um novo percurso diferente do anterior.

    A codificação feita sem a intervenção de inteligência pelo cão, é ABSOLUTAMENTE independente da descodificação, e o processo de descodificação é irrelevante para o facto claro e inequívoco que a codificação foi feita com ZERO inteligência envolvida.

    «Mas a atribuição desse significado a essas pegadas exige sempre uma inteligência, porque não existe informação codificada sem inteligência.»

    Existe informação """codificada""" sem inteligência SIM, e o cão é a prova clara e trivial disso, o facto de estar à espera que quem a leia não implica que ela não esteja lá, no caso do cão é claro, e no caso dos elefantes é claro para quem "escreve" e para quem "lê" não há inteligência envolvida.

    Continua...

    ResponderEliminar
  124. Mário Miguel03/08/09, 23:00

    «"...estando assim EFECTIVAMENTE o trajecto desse cão "codificado" de forma inequívoca nas suas pegadas, esta codificação e descodificação é tão óbvia real e útil, que caçadores desde há muito tempo fazem bom uso da descodificação deste código, para com elevado sucesso caçarem."

    Exactamente, são eles que, graças à sua inteligência, são capazes de associar um significado informativo a essas pegadas e usá-las como um código.

    Mas uma espingarda, só por si, nunca conseguiria fazer isso.

    O código exige sempre uma atribuição de significado. E isso é uma operação intelectual que só um ser inteligente (ou um maquinismo inteligentemente programado) pode fazer.

    »


    Jónatas, não refutaste em nada o facto da CODIFICAÇÃO DE INFORMAÇÃO ser feita sem intervenção de inteligência, só insistes no facto, que para mim é pacífico, para o caso do cão, que é necessário inteligência para ler essa informação no caso de se querer interpretar o percurso racionalizando-o, mas isso não refuta o acto de “codificação de informação”, e no caso dos elefantes, como já referi, nem o leitor é inteligente.

    «Já vimos que sim. O cão limitou-se a andar. Mas os caçadores, por serem inteligentes, conseguiram atribuir a esses sinais no solo, feitos pelo cão, um significado.

    A partir desse momento, eles conseguiram usar esse "código" para armazenar a informação acerca do seu paradeiro.

    Mas esse "código" só existiu a partir do momento em que alguém inteligente percebeu que esses sinais poderiam ser usados para armazenar essa informação.
    »


    Jónatas, por mais que te esforces não tens como negar que há gravado no solo a interacção do cão que, de forma independente do descodificador, imprime no solo o que é necessário para se obter o percurso (por que método for): as pegadas/"informação codificada" não depende haver descodificador, estará lá latente, por mais que te doa, mesmo que morra toda a vida inteligente no universo, se assim ocorrer a única coisa que ocorre e que o percurso do cão não será reconstituído, mas estará lá.


    «Em todo o caso, no exemplo, que deu, duas coisas são claras:

    1) o significado informaativo é sempre atribuído por uma inteligência, porque o código e a informação é sempre uma realidade intelectual.
    »


    Concordo sem o mínimo problema que o significado seja dependente da inteligência, o que refuta ZERO do que eu disse.

    «2) As pegadas do cão, apesar de tudo, não conseguem criar o mecanismo de leitura e descofificação que permita executá-las e transformá-as noutra realidade que não as próprias pegadas.»

    Falso, a pressão da pegada do cão interagiu com o solo que tinha um dado estado (sem pegada) transformando-o numa outra realidade (solo com pegada). O mecanismo de leitura deriva da constituição do solo que "lê" a pressão ao se deixar alterar pela pata do cão, assumindo o solo, após as pegadas, uma nova configuração, o solo mudou ao ler a pegada.

    «Em contrapartida, as sequências de nucleótidos contém informação que, depois de lida, traduzida e executada permite criar seres vivos altamente complexos e funcionais, capazes de se reproduzirem e sobreviverem em diferentes meios ambientais.»

    Ainda bem que referes isto: a leitura do ADN é feita sem inteligência envolvida, a leitura do ADN não tem humor, birras, gostos, ou personalidade ou sentido de identidade. A leitura do ADN é desprovida de inteligência é um processo “mecânico” sem vontade própria ou ideias, como o caçador que lê as pegadas. Obrigado por te fazer ver este ponto. Os meus agradecimentos.


    «Se esse era realmente o seu exemplo, falhou completamente.»

    Pelo que expus, o que dizes não tem sentido.

    «Ele só mostra que o código só existe se, e na medida em que, exista inteligência envolvida.»


    Já mostrei que isso é falso.


    Continua...

    ResponderEliminar
  125. Mário Miguel03/08/09, 23:00

    «Continua a pensar no assunto e volte a tentar.
    »


    Acabei de o fazer.

    «"O cão ou a presa, não tem a mínima consciência de codificar o seu percurso, que assim é "codificado" com ZERO inteligência envolvida."

    Engana-se. O caçador é que conferiu um significado informativo às pegadas, graças à sua inteligência.

    A espingarda do caçador nunca conseguiria tal feito.
    »


    Como já referi anteriormente isso é falso, o descodificador não é necessário para que haja "informação guardada num dado suporte", chama-lhe codificada, gravada, memorizada, o que for.

    «"Assim sendo, é absolutamente trivial verificar que existe "informação codificada" sem a intervenção de inteligência"

    O seu exemplo desmente isso. A informação é codificada na mente do caçador.
    »



    Já dei vários exemplos neste comentário que refutam isso.

    «"...logo a premissa de que o ADN só pode ter sido feito por uma entidade inteligente devido ao facto de "informação codificada" só ser possível existir se for codificada inteligentemente é falsa"

    Nada disso. O seu exemplo requer que a informação seja codificada na mente do caçador, que por ser inteligente se serve das pegadas para lhes atribuir um significado informativo.

    Como disse, sem inteligência não haveria a atribuição de qualquer significado às pegadas.

    »



    Já foi explicado anteriormente a tua confusão. O ter significado sim, só para uma entidade inteligente, mas não é de significado do percurso que se trata no caso do cão, mas sim como é que a informação foi transcrita para o suporte que a memoriza, que no caso foi feito com inteligência ZERO. Essa transcrição para um suporte não necessitou de inteligência e assim é absolutamente trivial verificar que existe "informação codificada" sem a intervenção de inteligência, logo a premissa de que o ADN só pode ter sido feito por uma entidade inteligente devido ao facto de "informação codificada" só ser possível existir se for codificada inteligentemente é falsa, pois o exemplo que dei mostra-o sem a mínima dúvida, portanto o teu argumento sobre o ADN ter que ser NECESSARIAMENTE criado de forma consciente por uma entidade inteligente por ter "informação codificada", foi à vida, lamento.

    Continua...

    ResponderEliminar
  126. Mário Miguel03/08/09, 23:01

    «"... pois o exemplo que dei mostra-o sem a mínima dúvida, portanto o teu argumento sobre o ADN ter que ser NECESSARIAMENTE criado de forma consciente por uma entidade inteligente por ter "informação codificada", foi à vida, lamento."

    Como deve ter percebido, o seu argumento vai ficar nos anais da estupidez, juntamente com outros argumentos do Ludwig.

    Vou repeti-lo, juntamente com a minha resposta.
    No fundo, ele resume-se a isto: os seres inteligentes têm capacidade de atribuir significado informativo às coisas.
    Do mesmo modo, ele reconhece que existe informação codificada a partir do momento em que uma inteligência usa algo (v.g. letras, números, pegadas, nuvens de fumo) para codificar informação.

    Isso já todos sabemos. Assim como sabemos que mesas, cadeiras ou rochas não têm essa capacidade.
    »


    A ideia é simples, o atribuir significado é do pelouro de uma entidade inteligente, e esse facto aceito pacificamente e ele não invalida nada do que eu disse para as pegadas do cão, que como já expliquei, não invalida que existe "informação codificada" sem a intervenção de inteligência, e que há casos que o “leitor” também não necessita de ser inteligente, mas este último caso, dos elefantes, se te faz confusão, ignora-o, fica só como caso do cão que me serve para anular o teu argumento do ADN que, como afirmavas de forma errada, necessita de necessariamente de inteligência para ser codificado.

    Quando falo de código/codificação, faço um certo abuso de linguagem, não vou por aspas em todos os “códigos”. O código do ADN foi criado para facilitar a compreensão de todas as complexas interacções envolvidas naquela molécula com outras, e em simplificação de linguagem não temo em dizer que o ADN é um código, como a expressão ADN é também é um código. Se eu não souber o código, o ADN funciona independentemente disso, enquanto não se atribuiu um código às reacções químicas ocorridas no ADN, estas, eram unicamente vistas como um conjunto de reacções químicas.

    O código é um sistema de símbolos que permite interpretar, transmitir uma mensagem, representar uma informação de dados, nada mais, o código é imaterial. A molécula do ADN, em si mesma e em rigor, pela definição de código, não pode ser um código. Um (velhinho) cartão perfurado só é código para o programador, efectivamente para o PC, o cartão altera unicamente os estados do PC, que sendo estados diferentes assumem acções diferentes perante os mesmos inputs, da mesma foram que a água assumiu outro trajecto mediante as depressões deixadas pelos elefantes no solo (aqui o solo é o cartão perfurado) que levou a água a adoptar outro percurso (outro output).

    Definição de "código" no dicionário em linha da Priberam aqui.

    FIM da série dos vários comentários encadeados.

    ResponderEliminar
  127. Mario Miguel:

    Isso só será assim se existir uma inteligência que olhe para essas pegadas e lhes dê esse significado.»

    É falso, isso não será só assim se existir uma inteligência que a possa descodificar. Se não existisse vida inteligente no planeta, o cão ao percorrer o ponto A até ao ponto B, a sua "informação ficará disponível para ser lida", ficará "codificada" nas pegadas mesmo que não haja ninguém que a possa descodificar. E isso não refuta em um milímetro que a "codificação de informação" necessita de inteligência, lamento muito...

    Sim, mas o obvio passa-lhe ao lado. So o que ninguem vê é que é real.

    ResponderEliminar
  128. Perspectiva,
    assista a este pequeno "sketck" dos Monty Python. Conta as vezes que é dito "SPAM". Foi esse "sketch" que deu o conceito de SPAM no mundo da Internet. O teu copy & paste é "SPAM, SPAM, SPAM, SPAM, SPAM, SPAM, it got to be SPAM, lovely SPAM, it got to be SPAM, lovely SPAM, SPAM, SPAM, SPAM, SPAM, SPAM, SPAM, SPAM, lovely SPAM, wonderful SPAM, SPAM, SPAM, SPAM". E há uma categoria de SPAM chamada "SPAM espiritual". Podes encontrar informação sobre ela em sites anti-SPAM.

    Ainda bem que disseste que só Deus é que consegue "criar a informação necessária à produção e reprodução de seres vivos". Vou guardar a frase com carinho. E ainda bem que ficaste consternado para ficares à espera sentado para refutar uma experiência. LOL Infelizmente as únicas experiências criacionistas são como a da manteiga-de-amendoim e da banana desenhada.

    Espero que não tenhas a ingenuidade de pensar que acho que apenas com uma molécula de ARN surjam proteínas, ou que surge na primeira instância seres capazes de reprodução sexuada. Por si só faz o que outras moléculas gigantes que enumerei fazem, como nos compostos aromáticos, como as electrofílicas. Curiosamente, uma delas, a gliceraldehide é um componente do ARN. O próximo passo deve ser obter uma solução aquosa que promova a a síntese de proteínas. Depois dizes que vais ficar à espera para que seja refutada, e por aí adiante - que é o papel dos criacionistas.

    ResponderEliminar
  129. ATENÇAO! O CRIACIONISMO MORREU!!!

    ResponderEliminar
  130. perspectiva, tens mesmo a ideia que nos, H. sapiens, somos algo de fantastico, nao? pois para mim... uns muito menos que os outros. es um triste. tu, o sabino e companhias. q badochice. deuses, biblia, arcas, evas... que palhaçada. parecem putos.

    ResponderEliminar
  131. Nas palavras de Dawkins:

    “It could be ...


    Outra confusão óbvia do Mats e do Marcos, nos seus blogs, e do Jónatas Machado nos comentários aqui (por alguma razão, o Jónatas ainda não conseguiu criar um blog), é no termo “informação”. No sentido coloquial, esta palavra implica consciência e inteligência porque informar é transmitir alguma ideia a alguém. Mas no sentido técnico o termo nem sempre implica inteligência. Pode ser uma propriedade de sequências abstractas de símbolos, da execução de programas no computador ou até de marcas na lama. A impressão da pata do cão copia informação da pata para a forma da lama. O que não implica códigos inteligentes. Em certa medida, um cão a passear sobre a lama aumenta a quantidade de informação desse sistema sem recurso a qualquer código inteligente.
    Joao disse...
    “Mutations, in summary, tend to induce sickness, death, or deficiencies.” (p. 29)"

    yep, como é de esperarJoao disse...
    Ludwig:


    É por isso que há uns dias atrás achei que o Prespectiva poderia ser perigoso.

    Ha demasiada compulsão....perspectiva disse...
    ATOMISMO E CRISTIANISMO

    Tito Lucrécio Caro, nunca reclamou, para os seus escritos, qualquer inspiração divina. No seu poema Rerum Natura, limitou-se a escrever o que pensava.

    Era um louco e suicidou-se.

    Para ele, o Universo, a vida e o homem têm uma origem irracional. No caso de Tito Lucrécio Caro, o seu fim foi ...


    Alguns neandertais não notavam o sabor amargo. .....

    ResponderEliminar

Se quiser filtrar algum ou alguns comentadores consulte este post.