quarta-feira, janeiro 04, 2017

O Fim

é o título de uma história que escrevi há cerca de 18 anos. Foi publicada em 2001 pela Simetria FC&F e, se não fosse o leitor Herberti Pedroso, nunca mais me teria lembrado disto. Aproveito para agradecer ao Herberti os comentários gentis acerca da história e para pedir desculpa por ter demorado tanto tempo a desenterrá-la e a pôr novamente online. Resisti à tentação de rescrever tudo mas corrigi algumas gralhas.

Para quem estiver interessado, aqui está o pdf: o_fim.pdf. E se alguém quiser reformatar o texto, adaptar, reciclar ou o que mais calhe, tem aqui o ficheiro LaTeX: o_fim.tex.

Bom ano novo.

Errata (8 de Janeiro): havia um problema com os sinais de %, que no LaTeX indicam um comentário e estavam a cortar as frases. Já corrigi. Obrigado ao Luis Carvalho pelo aviso.

7 comentários:

  1. Este comentário foi removido pelo autor.

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  2. Um artigo interessante para começar bem o ano: Se a evolução é supostamente científica, porque é que não pode ser observada?

    Hoje, tal como no tempo de Charles Darwin, tentilhões "evoluem" para tentilhões e iguanas "evoluem" para iguanas... ...tal como a Bíblia ensina!

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  3. Os criacionistas há décadas vinham afirmando que o apêndice tem uma função determinada e importante no corpo humano não estando lá por mero acaso.

    Os evolucionistas, que o Ludwig considera os mais racionais (apesar de acreditarem que tudo - incluindo o cérebro deles - surgiu de processos irracionais) apresentavam o apêndice como um órgão vestigial de milhões de anos de evolução aleatória, sem qualquer função.

    As investigações científicas mais recentes confirmam o que os criacionistas vinham dizendo, demonstrando que o apêndice tem efetivamente uma importante função.

    Os cientistas reconheceram agora:

    "O apêndice humano, uma bolsa estreita que se projeta fora do ceco no sistema digestivo, tem uma notória reputação por sua tendência a se inflamar (apendicite), muitas vezes resultando em remoção cirúrgica. Embora seja amplamente visto como um órgão vestigial com função pouco conhecida, pesquisas recentes sugerem que o apêndice pode servir um propósito importante. Em particular, pode servir como um reservatório para bactérias intestinais benéficas."

    Deus não deixa nada ao acaso!

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    Respostas
    1. Quando o criacionismo tiver uma explicação tão boa (melhor seria a cereja no topo do bolo!) como a Biologia actual...

      Infelizmente está bem longe de tal coisa: Disagreement over Homo naledi offers fascinating peek into creationist peer review.

      Mas vai dando para entreter :)

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    2. O que a Bio0logia atual mostra é o que os criacionistas dizem: tentilhões "evoluem" para tentilhões. Era assim no tempo de Darwin, é assim hoje. A ideia de que as partículas se transformaram em pessoas ao longo de milhões de anos não é biologia: é simplesmente ficção!

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  4. A evidência de design vê-se na literatura científica todos os dias. Vejamos:

    "Cada pequena célula humana contém cerca de três metros de DNA, uma cadeia molecular de dupla hélice contendo vários bilhões de nucleótidos químicos - adenina (A), citosina (C), guanina (G) e timina (T) - dispostos numa sequência específica, ou código, que quando transcrito guia a célula para produzir proteínas específicas. Nesses cerca de três metros de DNA, existem dezenas de milhares de genes, que são segmentos de DNA que dirigem funções específicas, como a produção de uma hormona ou uma enzima. É essencial que a célula controle a atividade de cada uma de suas dezenas de milhares de genes, porque o controle inadequado da atividade gênica pode levar a resultados adversos, como a morte celular ou a formação de uma célula cancerosa ".

    Esta afirmação, que os criacionistas consideram ser evidência de design super-inteligente, não é uma doutrina religiosa inventada pelos criacionistas. É uma observação científica que consta dos mais recentes estudos de biologia e genética.

    Os criacionistas nada têm contra as observações científicas. Apenas lembram que a origem acidental da vida ou a transformação de um ser vivo noutro género diferente e mais complexo nunca foi observada por nenhum biólogo, pelo que quem acredita nisso fá-lo por sua conta e risco, sem qualquer base científica.

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