quarta-feira, novembro 10, 2010

OK, isso posso fazer.

Se funciona ou não, não sei. Talvez não consiga chegar aos 91 anos com essa vivacidade, por muito que me esforce. Mas, como se costuma dizer, não custa tentar.



E o mais engraçado é que foi na Fox News.

Via 9GAG, The best thing FOX NEWS has ever broadcast.

20 comentários:

  1. com dois filhos é uma maneira de controlar as despesas
    mas há outros métodos de relaxação prostática ao dispor dos candidatos a Matusalém

    por a Fox ser conservadora pressuponho...
    mas pelos programas que tenho visto na fox
    cada vez há mais conteúdo sex explicit

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  2. the JERKALOT method. It's supereffective!

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  3. Barba Rija disse...
    Advantageously, the JERKALOT method is really the best on this notable topic.
    I harmonise with your conclusions and will thirstily look forward to your approaching updates.
    Saying thanks will not just be adequate, for the tremendous clarity in your writing.It's supereffective!
    (ou seja pratico muito pois desde que veio o 2º puto ou isso ou o computador)

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  4. «...will thirstily look forward to your approaching...»

    for a moment there, I expected the worst...

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  5. INFORMAÇÃO NO GENOMA: A CONFUSÃO DO LUDWIG E A AJUDA DO SEU DIRECTOR ESPIRITUAL RICHARD DAWKINS

    Os criacionistas usam um raciocínio simples e irrefutável.

    1) Um código e informação codificada têm sempre origem inteligente (nunca ninguém desmentiu isso com base numa observação)

    2) A vida depende de um código e de informação codificada de extrema complexidade e densidade (nunca ninguém desmentiu isso com base numa observação)

    3) Então, a única conclusão científica e racional é que a vida teve uma origem inteligente.

    É claro que o Ludwig tentou desmentir 1) dizendo que a chuva cria códigos! É uma afirmação demasiado estúpida para ser levada a sério.

    Também tentou desmentir 2) dizendo que o código genético não é mais do que a descrição humana de reacções químicas. Também é uma afirmação demasiado estúpida para ser levada a sério.


    O código genético não é um conjunto de letras ou símbolos criados pelo ser humano para descrever reacções químicas.

    Ele é o programa genético com as instruções para definir as reacções químicas necessárias à produção e reprodução de diferentes seres vivos altamente complexos.

    O código genético não foi criado pelos cientistas. Ele existe no núcleo das células desses mesmos cientistas.

    Não é o código genético que deve a sua existência aos cientistas. São os cientistas que devem a sua existência ao código genético.

    Esta é a grande confusão (eventualmente deliberada) do Ludwig.

    Talvez Richard Dawkins, o director espiritual do Ludwig, possa explicar esta matéria ao seu inexperiente acólito.

    A propósito do DNA muitos têm dito que as letras do código são as bases químicas ACGT, as palavras são os codões, as frases são os genes os s capítulos são os cromossomas.

    Isto, para não falar da informação epigenética.

    É por isto ser assim que Richard Dawkins reconhece que a genética se transformou num domínio da tecnologia da informação.

    Richard Dawkins é claro quando afirma que o código genético é verdadeiramente digital exactamente como se passa com os códigos informáticos.

    Para ele, isso não é uma analogia vaga, mas é literalmente assim.

    Nas palavras de Richard Dawkins, o DNA transporta informação de forma semelhante aos computadores, sendo possível medir a capacidade do genoma em bits.

    Para Richard Dawkins, o DNA não usa um código binário, como 0 e 1, sendo antes um código quaternário em que as unidades de informação são os nucleótidos ACGT.

    Para sublinhar como a vida depende de informação codificada, Richard Dawkins, no seu último livro, “The Greatest Show On Earth; Evidence of Evolution”, New York, Free Press, 2009, p. 405, diz claramente que:

    “a diferença entre vida e não vida não é uma questão de substância, mas de informação.

    Os seres vivos contêm quantidades prodigiosas de informação.

    A maior parte dessa informação está digitalmente codificada no DNA, e existe ainda uma quantidade substancial codificada de outros modos”.


    Ou seja, para Richard Dawkins, tal como para os criacionistas, a vida depende de informação codificada no genoma.

    É exactamente isso que nós dizemos na afirmação 2).

    Portanto, se 1) e 2) são verdadeiras, então 3) é a única conclusão racional.

    Por isso dizemos que o ateísmo é errado e irracional.

    O Ludwig é apenas um sintoma de um problema de irracionalidade mais profundo que afecta todo o seu sistema de crenças.

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  6. Perspectiva,

    Os criacionistas também esgalham pívias? Ou optam pela eutanásia abstinente?

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  7. (pssst... esta é uma boa oportunidade para consolidar a sua vantagem sobre a igreja hipócrita apostólica romana. Surpreenda-os!)

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  8. a práctica de acções conducentes à perda da variabilidade genética

    é considerado sacrílego pela espécie

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  9. Ludwig,

    "Ok, isso posso fazer"

    Dizes isso porque não és criacionista, mas sim um pecador que autoinflige prazer de uma forma totalmente imoral. :P

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  10. Perspectiva,

    Ainda sobre pívias gostava de alertar a comunidade evangélica para um ponto crítico do catecismo católico, em particular da 3ª Parte, 2ª Secção, Cap. 2º, Artº 6º, Alínea 2352 (das Ofensas à Castidade) que me parece muito difuso numa questão decisiva como esta. Veja bem. Se por um lado nos garantem que

    «tanto o Magistério da Igreja como o sentido moral dos fiéis têm afirmado sem hesitação que a masturbação é um acto intrínseca e gravemente desordenado»

    é para logo a seguir franquearem as portas à perversidade servindo-se do mais puro relativismo:

    «Para formar um juízo justo sobre a responsabilidade moral dos sujeitos, e para orientar a acção pastoral, deverá ter-se em conta a imaturidade afectiva, a força de hábitos contraídos, o estado de angústia e outros factores psíquicos ou sociais que podem atenuar, ou até reduzir ao mínimo, a culpabilidade moral.»

    Isto não é a ruína?

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  11. Faço-lhe um apelo naturalista... e nada. Faço-lhe um apelo doutrinal... e nada.

    Não estou a conseguir comunicar com o Perspectiva :(

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  12. «Isto não é a ruína?»

    O relativismo ali presente é a porta do inferno. Prova mais que provada de que até na Igreja o Diabo anda à espreita.

    Por outro lado, o abuso da palavra "Forquilha" da parte do Jónatas, bem conhecida ferramenta do DEMO, acusa e denuncia o Jónatas como provável spambot da grande Besta. Por isso tenham cuidado... quase que aposto que se ouvirem as palavras que ele escreve ao contrário ouvirão gritos provindos do lago ardente...

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  13. Bruce,

    Diz o Vaticano que em Portugal são 89,8% - 9,38 milhões de católicos !

    Não estará na hora de excomungar uns quantos ?

    o_O

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  14. «Não estará na hora de excomungar uns quantos ?»

    Paulo, não te precipites... Recordo-te que segundo o Magistério da Igreja podem existir «hábitos contraídos» e «factores psíquicos» que podem atenuar ou mesmo reduzir ao mínimo a culpabilidade moral.

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  15. A Igreja Católica não é quente nem fria, é morna, por isso é cuspida. O seu líder é a prostituta da Grande Babilónia cuja sede fica nos sete montes. A Palavra de Deus é clara em relação a esse assunto: o onanismo é pecado e quem envereda-se por relativismos, não é de Deus. Não são testemunhos de televisão nem falsos cientistas que demonstram que a Palavra de Deus é falsa.

    E não vi ninguém a responder ao irmão perspectiva. O DNA tem quatro letras. Os genes, com um STOP, formam um léxico. Tem uma gramática. Com mutações, os genes e a gramática são incorrectas e o organismo crasha, ou perde-se informação, por isso o corpo perde características fenotípicas. É necessário que o DNA siga uma sintaxe precisa, impossível através de fenómenos cegos e aleatórios, senão não existe um organismo viável. Até existem computadores de DNA e os cientistas estão a conseguir decifrar os livros e programas de Deus. Só os tolos que não querem ver a Verdade é que têm o descaramento de dizerem que o DNA não é código.

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  16. A Igreja Católica não é quente nem fria, é morna, por isso é cuspida. Ela é a prostituta da Grande Babilónia que vive nos sete montes, por isso é pedra de tropeço. A Palavra de Deus é muito clara: o onanismo é pecado e o relativismo não é de Deus.

    O perspectiva tem razão e não vi nenhuma tentativa de refutação. Em vez disso, mudam de assunto! O DNA tem 4 letras. Os genes formam o léxico, com STOP para separar as frases. E a sequência de genes deve seguir uma gramática, senão o organismo "crasha". Até existem computadores de DNA que funcionam da mesma maneira, mas o CPU é que processa os programas. É literalmente um código. Os cientistas estão a decifrar a linguagem de Deus através dos seus programas, tal como arqueólogos fizeram com a Pedra de Roseta. Até Dawkins diz que o DNA é digital como um computador, mas os ateu não o admitem abertamente. Só os tolos que não querem ver a Verdade é que não entendem que o DNA é informação codificada, ainda por cima na era dos computadores! Nem quando o seu líder Dawkins diz que o DNA é informação codificada...

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  17. O perspectiva tem razão e não vi nenhuma tentativa de refutação.

    Meu caro, terias de rebobinar aqui o blog um bom par de anitos e algumas centenas de posts, até encontrar as primeiras versões deste lençol de spam. Aí decerto encontrarias respostas.

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  18. Car*aalho ... o cara não sabe nem o que é um código, e vem com uma ladainha toda escrota; enche um monte do que já vaza na cabeça, e mete maior banca de fuderosão em argumentos. é mais que triste e deprimente, é deplorável.
    Me diz aí: Pontículas que são a iminência do nada só descrevem linhas retas em ação par, como é que curvam? Isto é um código e não foi feito por 'inteligência' nenhuma, isso é o modus operandi da Natureza (Séc. XXI, estupidozin). Não conseguiram me matar e transformar num santinho pra dar mais lucro a vocês, e nem conseguiram me isolar, nem passar-me à Sociedade como excêntrico; vocês se ferraram comigo. Vou acertar todas as contas, e todos os prejuízos, tudo que fizeram seus canalhas. Cambada de SAFADOS. Igreja é EsgÔto.

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  19. Não faltou muito para os ateus começarem a usar linguagem profana.

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