quarta-feira, Dezembro 24, 2008

Treta da Semana (passada): Terapia Quântica.

Graças ao aviso do Satanucho gravei uma reportagem na SIC sobre a terapia quântica. A matéria foi introduzida explicando que esta terapia «tem como objectivo corrigir os desequilíbrios da energia no corpo», seguiu-se o testemunho de uma senhora que gosta muito da terapia, a entrevista à directora da “clínica” de tretapia quântica e, para equilibrar, o testemunho de outra senhora que diz que a maquineta lhe paralisou os maxilares. Pelo meio, em rodapé, lia-se que «especialistas garantem que alivia stress, fadiga, doenças crónicas e prolongadas». Não disseram quem eram os especialistas nem em que matéria se especializaram. Ao jornalista deixo uma dica para reportagens futuras. Google. Experimente.

Nas imagens da clínica via-se que o aparelho era o SCIO, o Scientific Consiousness Interface Operation. Foi inventado pelo «Prof William Nelson, investigador da NASA que dedicou mais de três décadas da sua vida à investigação de medicinas alternativas, física quântica, psicologia e biologia. Ao trabalhar nestas teorias trivectoriais no projecto APOLO da NASA e investigando os campos electromagnéticos aplicados à medicina, desenvolveu o tratamento energético mais avançado do mundo» (1). Tinha ficado bem mencionar na reportagem que o inventor da terapia é procurado por burla nos EUA (2), razão pela qual continua a sua “investigação” na Hungria, de onde vende estes aparelhos.

O SCIO/QXCI (de Quantum Xeroid Consciousness Interface, para quem queira saber) é um aparelho extraordinário que «detecta mais de 12000 elementos do corpo humano a uma velocidade superior a 200 transações por segundo, revelando pela reactividade electrofisiológica da pessoa os seus níveis (vitaminas, aminoacidos, enzimas, minerais, nutrientes, açucares naturais, toxinas, doenças, bactérias, fungos, alergias, parasitas, virus, factores mentais e emocionais, orgãos, músculos... etc)» (1). A desvantagem, além de estragar a série do Dr. House (doença estranha, bzzzt, caso resolvido), é que não funciona. Até diagnosticou, na mesma pessoa e ao mesmo tempo, gravidez e cancro testicular (3).

Há aqui muita treta. O aparelho é treta, o equilibrio energético é treta, o diagnóstico pelas frequências electromagnéticas é treta. Até o teledisco do genial Professor, que podem ver abaixo, é uma bela treta. Mas há muitos que defendem estas alternativas alegando que são inofensivas, que mesmo não funcionando não fazem mal a ninguém. Outra treta. Comprar gato por lebre é prejuízo, um diagnóstico errado é perigoso e perder tempo com curas a fingir pode matar. Mas há aqui mais que treta.

Este post vem atrasado porque um dos meus miúdos apanhou uma pneumonia*. Estas coisas eclipsam tudo o resto até estarem controladas. Uma doença séria absorve toda a nossa preocupação e o empenho emocional no problema dificulta a avaliação racional das opções. É por isso que o argumento do “mal não faz” é pior que treta. A “medicina” alternativa é um abuso de pessoas vulneráveis. É um mal em si, além das consequências graves que pode ter, e não merece a mesma tolerância com que permitimos outras superstições. É preocupante que façam uma reportagem na TV sobre esta “terapia” sem mencionar sequer que o inventor é procurado por fraude.



*Foi uma bela prenda de Natal, estes dias de preocupação e noites sem dormir. Mas o miúdo já está a melhorar, mais graças à cefuroxima que ao menino Jesus.

1- Medicina Quântica, Terapias Quânticas
2- Seattle Times, MIRACLE MACHINES:The 21st-Century Snake Oil. Ver também este documento do tribunal (em .pdf)
3- QuackWatch, Stephen Barrett, Some Notes on the Quantum Xrroid (QXCI) and William C. Nelson

46 comentários:

  1. Graças também ao cuidado dos pais...não é?

    ResponderEliminar
  2. Mário Migule24/12/08, 22:56

    Ludwig,

    Não és tu que usas o Opera?

    Então toma lá um presentinho - Corrector Ortográfico para o Opera -, para não dizeres que não te dou nada. Isto não quer dizer implicitamente que escrevas mal; na matéria do Copyright e que passam umas "gralhazitas".

    Boas Festas.

    ResponderEliminar
  3. Maria,

    «Graças também ao cuidado dos pais...não é?»

    Bem, nós gostamos de pensar que sim :)

    Mas, objectivamente, o que fazemos é mantê-lo confortável enquanto o antibiótico mata a bicharada...

    Mário,

    Sim, têm passado muitas gralhas, mas comentários grande escritos à pressa não é o mesmo que posts (por exemplo, quase ninguém os lê :)

    Mas obrigado à mesma pela prenda. Vou experimentar.

    ResponderEliminar
  4. Já agora, Mário, assinaste "Mário Migule" por causa do corrector ortográfico? Espero que não :)

    (Principalmente, espero que não sejas mesmo Migule e não tenha sido eu a ler mal como Miguel este tempo todo :)

    ResponderEliminar
  5. Mário Miguel25/12/08, 00:03

    Ludwig,

    Escrevi mesmo mal, LOL! Foi-se um "e" para onde não devia.

    Quando referi "na matéria do Copyright é que passam umas "gralhazitas".", repara que coloquei entre "", o que quis dizer com "gralhas" no Copyright, é a ideia no geral - uma gralha completa;-) -, e não erros ortográficos, pelo menos não dei por eles. Era uma chalaça.
    O corrector ortográfico em português para o Opera, foi algo livre de qualquer chacota ou ironia.

    ResponderEliminar
  6. Mário Miguel25/12/08, 00:15

    Ludwig,

    Parece que, no meu primeiro cometário, passei a ideia errada.

    ResponderEliminar
  7. Não sei como não é possivel ver através desta algarviada.

    Medicinas alternativas não existem. É o mesmo que dizer realidades alternativas.

    Boas festas.

    Ludwig: as melhoras para o teu miudo.

    ResponderEliminar
  8. Mário,

    «Parece que, no meu primeiro cometário, passei a ideia errada.»

    Essa parte de acharem que eu estou enganado percebi (não percebi ainda é as razões para acharem isso, mas essa é outra coisa :)

    Pensei foi que também te estivesses a referir às gralhas que saem nos comentários. Estes normalmente não tenho tempo de rever antes de carregar no botão...

    ResponderEliminar
  9. João,

    Obrigado. Ele já está a recuperar; agora é só ter cuidado até completar o tratamento.

    ResponderEliminar
  10. É curioso os poderes extraordinários de número infinito que essas tretas têm. Eu prefiro o descrente arrogante Dr. House.

    Espero que tenham tido um Bom Natal.
    Felizmente o menino Jesus fez o Ludwig lembrar-se de um bom medicamento para o rapaz. Eu pedi juízo para o Jónatas, Mats, Sabino &amp co.

    ««Graças também ao cuidado dos pais...não é?»
    Bem, nós gostamos de pensar que sim :)»
    Isso é que é humildade! LOL Mas são os pais que dão os medicamentos.

    ResponderEliminar
  11. Mario Miguel,
    e conheces algum corrector para o Open Office?
    Obrigada e Boas Festas
    Cristy

    ResponderEliminar
  12. Pedro Amaral Couto,

    «Isso é que é humildade! LOL Mas são os pais que dão os medicamentos.»

    Parece-me que está neste problema a origem de muitas "terapias" da treta, da reza às medicinas alternativas.

    A forte pressão psicológica para fazer alguma coisa é difícil de combater. É preciso um esforço para não enterrar o miúdo em pachos de alcool, vitaminas, xaropes de cenoura, vapores de eucalipto e mais mezinhas que venham, em vez de o deixar descansar em paz, que é o que ele mais precisa nestas alturas.

    Não me admira que um miudo mais espertalhão nesta situação tenha pedido aos pais para rezar por ele. Enquanto os velhos se entretêm o tipo dorme um bocado.

    E as medicinas alternativas parece-me terem sido seleccionadas não por serem eficazes (é muito difícil acertar ao acaso num tratamento eficaz) mas por serem inofensivas. Um tratamento popular para feridas, em alguns sitios durante a idade média, era aplicar os emplastros ao instrumento que tinha causado a ferida em vez de os aplicar na ferida. Pode não fazer sentido à primeira vista, mas tratando-se de montes de lama e plantas cheios de bactérias é melhor para o paciente que sejam aplicados o mais longe possível da ferida.

    ResponderEliminar
  13. Se os pais dessem um veneno, seriam responsáveis pela morte.

    Também acho que como há a mentalidade do "mal não faz" experimenta-se de tudo na tentativa de tratar alguém. Mas realmente existem plantas que têm efeitos benéficos e adversos, mas menos acentuados do que um químico concentrado.

    Essa do emplastro nos instrumentos que causam a ferida é novidade para mim. No fim-de-semana vou fazer uma pesquisa para aumentar a minha colecção. Na semana passada havia montes de panfletos em Cacilhas, com propaganda religiosa listando uma série de doenças e outros problemas da vida. A motivação para quem se junta a essa malta deve ser a mesma dos que usam mezinha e das que se tratam do câncro da mama no programa da IURD.

    ResponderEliminar
  14. Vê também

    Kenelm Digby e Powder of sympathy.

    A treta é como a música pop. Não há nada de novo; é tudo coisas velhas com uns toques de modernice :)

    ResponderEliminar
  15. Mário Miguel26/12/08, 14:43

    Cristy,

    Presumo que queres o dicionário (Corrector Ortográfico, Hifenização e Sinónimos) para português europeu do OpenOffice; nesse caso clica aqui, tem inclusive as instruções pormenorizadas, com imagens, que explicam como se instala.

    O sítio do OpenOffice em português está aqui. Explora-o, pois há lá extras que podes achar interessantes.

    Se quiseres instalar o OpenOffice portátil em português (já tem o corrector português incluído), que se pode transportar, por exemplo, numa pen-drive, vai aqui.

    O sítio oficial, internacional, do OpenOffice, é este.

    Extras para o OpenOffice, internacional, aqui. Estes extras devem servir para o OpenOffice em português, há lá dicionários, correctores etc. Explora o sítio...

    Agora é esperar que o teu irmão não me parta a cabeça, pois isto tudo é de borla. Ele é vingativo, e acho que não vai deixar escapar esta ;-), embora não tenha relação com a minha posição com o copyright.

    Boas Festas a todas e todos, e as melhoras do filhote do Ludwig.

    ResponderEliminar
  16. Mário,

    Não deixo escapar, mas é só para dizer obrigado que também tinha estado à procura disso :)

    ResponderEliminar
  17. Mas, já agora :)

    Se comparares a qualidade e preço do Ms Orifice com o Open Office tens uma ideia do tradeoff que temos com o copyright. E se tiveres em conta que quem comercializa serviços baseados no Open Office está a competir com monopólios protegidos por lei, dá para ver que o copyright é mais um gamanço que um tradeoff.

    Mas provavelmente vão-me dizer que escrever software não tem nada que ver com escrever músicas ou livos, e que com essas coisas se deve usar um sistema que é absurdo em tudo o resto... E provavelmente não me vão explicar porquê... :P

    ResponderEliminar
  18. Mário Miguel26/12/08, 15:56

    Ludwig, eles, OpenOffice, competem pro amor à camisola (para particulares) por opção, não por obrigação. Eu entendo o que dizes, mas neste caso, não vejo que quem produz o M$Office, não o possa "proteger", também não me respondeste até hoje com uma boa razão para invalidar isso. Se é por que os outros, onde o o M$Office vai buscar "inspiração", isso é uma falácia como já aqui demonstrei.

    ResponderEliminar
  19. Mário Miguel26/12/08, 16:12

    Vês Cristy, a culpa disto tudo é tua:)

    ResponderEliminar
  20. Mário Miguel,

    « mas neste caso, não vejo que quem produz o M$Office, não o possa "proteger", também não me respondeste até hoje com uma boa razão para invalidar isso.»

    Acho que já. Ideias e informação não são propriedade porque o seu uso por parte de uma pessoa não impede o uso por parte de outra.

    Com bens materiais precisamos de leis de propriedade. Com ideias, números e sequências de caracteres não precisamos disso.

    Mais, para tornar informação propriedade é preciso coagir as pessoas a não usar a informação sem pagar. Isto tem os defeitos de qualquer forma de coação mais o defeito de inibir a inovação e a partilha de ideias.

    Para te dar um exemplo prático, se aplicássemos esse conceito à investigação científica tinhamos uma fracção minúscula da inovação que temos agora, e uma fracção minúscula do proveito que poderíamos ter mesmo desse pedacito de inovação.

    É pela experiência que tenho com a enorme vantagem de partilhar livremente ideias e informação que sou contra quem quer pôr arame farpado à volta de sequências de bits.

    ResponderEliminar
  21. Caro Ludwig

    Não consigo concordar consigo. O meu trabalho está intimamente ligado a programação e, acredite, não estamos a falar só de ideias. Estamos a falar de muito trabalho, muitos procedimentos, testes e reformulações. Não deve ser o trabalho recompensado e protegido?

    Quanto à investigação, repare que é preciso COMPRAR as revistas científicas para aceder à grande maioria de artigos científicos. Além disso, onde estão os grandes investimentos na investigação cientifica? Na saúde, onde os produtos dessa investigação são patenteados... Aliás, como exemplo, o que realmente atrai investimento à investigação é a capacidade de criação de tecnologia, que está sujeita a patente.

    "Ideias e informação não são propriedade porque o seu uso por parte de uma pessoa não impede o uso por parte de outra."
    Tal argumento pode ser aplicado à arte em geral, com a música como caso flagrante. O processo criativo (e a programação É um enorme processo criativo) deve ser protegido!

    ResponderEliminar
  22. Caro JDC,

    Está a confundir duas coisas muito diferentes. Uma é a remuneração pelo trabalho, e nessa estamos de acordo. Programar dá trabalho, tal como dá trabalho compor musicas, diagnosticar doenças, dar aulas, fazer investigação ou conduzir autocarros. Todos os profissionais que prestam serviços devem ser remunerados pelo trabalho que fazem, e têm o direito de negociar essa remuneração.

    A "protecção" não tem nada a ver com isto. Por exemplo, se for programador numa empresa pagam-lhe o salário mas o copyright é da empresa. O produto do seu trabalho ficou tão "protegido" que nem o autor lhe pode mexer. Se a lei for tal que ninguém possa ser impedido de distribuir ou utilizar informação que adquiriu legitimamente o trabalho do programador pode ser recompensado à mesma. Não pode é ser trancado.

    «Tal argumento pode ser aplicado à arte em geral, com a música como caso flagrante.»

    Precisamente.

    «O processo criativo (e a programação É um enorme processo criativo) deve ser protegido!»

    Não. Deve ser recompensado e incentivado. Mas não há razão nenhuma para restringir o acesso ao resultado ou conceder monopólios sobre os direitos de partilhar ou utilizar a informação (isso que chama "proteger").

    O próprio termo "proteger" é muito enganador. Proteger é fazer com que algo não seja destruido ou danificado. Não é o caso, porque os ficheiros partilhados até ficam mais protegidos por haver mais cópias. O que se quer fazer aqui é mais próximo de censurar, que é impedir a distribuição de certa informação qualquer que seja a forma como é transmitida (zip, rar, encriptado, em CD, pela net, etc...)

    ResponderEliminar
  23. Vês Cristy, a culpa disto tudo é tua:)
    É nornal, Miguel, neste site a culpa é sempre dos jornalistas :-)
    Qunto ao resto: deus te pague que eu não tenho trocos. Mas a sério: dá-me um jeitão, muito obrigada.
    Cristy

    ResponderEliminar
  24. obrigado pela referencia mestre, e boas festas.
    dei o aviso da reportagem e acabei por não a ver, carago

    ResponderEliminar
  25. Satanucho,

    Obrigado eu :)

    Se quiseres, tenho o avi gravado. Não o ponho online por causa das tretas do copyright (vão-me dizer que se tem que proteger a reportagem ou coisa do género), mas se me mandares um email deve dar para arranjar qualquer coisa sem termos a ASAE à porta...

    ResponderEliminar
  26. Este comentário foi removido pelo autor.

    ResponderEliminar
  27. manda, manda
    satanucho@gmail.com

    é o mail que eu uso para tretas e afins, tanx

    e ja agora, uma sugestão de (mais)uma possivel treta que saiu hoje com o publico, agua que faz emagrecer, porque tem fibras (1%) que incham no estomago e dão uma sensação de ....treta.
    é a nova treta , perdão agua do luso...ele há coisas.....
    bom fds

    ResponderEliminar
  28. vim aqui parar por acaso. Mas, esse acaso deveu-se ao meu interesse na terapia quantica. E queria deixar uma mensagem já que me parece bastante ceptico.
    Como tudo na vida pode fazer mal, mas certamente tambem pode fazer bem. Se nao teve a (infelicidade) de ter que experimentar como pode ter tantas certezas? O facto de quem desenvolve um projecto cometer farude faz do projecto um engano. Então nem vamos começar a falar da industria farmaceutica.
    Acho que até me conhece e jamais acreditaria que eu recorresse a tal terapia, mas em desespero de causa...é o que me fez levantar da cama e seguir com a minha vida, ao fim de 14 meses à procura de resposta na medicina tradicional. E a carga psicologica mata mais depressa que a propria doença, acredite!

    ResponderEliminar
  29. Cara Inês,

    Não me arrogo de ter certezas. Mas note que há uma infinidade de coisas que nunca poderemos experimentar. Julgar por isso que todas ajudam a curar as nossas maleitas é pouco sensato. Não me parece que o facto de eu não tenha experimentado justifique crer que a terapia quântica ajuda.

    Não é apenas por ter sido criada por alguém condenado por fraude. É também porque a pessoa foi condenada por fraude precisamente por vender estas máquinas dizendo que servem para estes propósitos. Ser condenado por fraude por fazer uma coisa é indicativo que essa coisa é uma fraude, não concorda?

    E se recorreu a esta "terapia" em desespero de causa, lamento muito. E mais me revolta. Porque é precisamente das pessoas em desespero de causa que estes abutres vivem, lucrando com a miséria dos outros.

    Seja como for, com ou sem isto, e mesmo que julgue que foi por isto, espero que o seu problema se resolva pelo melhor.

    ResponderEliminar
  30. PEÇO DESCULPA POR VOSSA EXCELÊNÇIAS SEREM MAIS ENTENDIDAS NA MATERIA QUE EU.TAMBÉM VI A REPORTAGEM,E A SRª QUE DISSE MAL DA TERAPIA JÁ VINHA COM O PROBLEMA DE OUTRO LADO.EU JÁ EXPERIMENTEI 4 SESSÕES E SE NÃO FOSSE A QUANTICA AINDA TOMAVA CAIXAS DE VASTAREL PARA ALARGAR VEIAS.TINHA CENTENAS DE VERTIGENS POR DIA.NÃO TENHO,HOJE DOU TERAPAIA QUANTICA

    ResponderEliminar
  31. Realmente dizer mal do que nao se conhece e facil. Mas antes de falar devia experimentar... Que Deus ilumine a sua alma, pois como ser deixa muito a desejar...
    Talvez ate seja procurado por fraude, ou outra coisa, nao interessa. O importante e que esta maquina ja ajudou muitas pessoas e isso e o que realmente interessa.

    ResponderEliminar
  32. meu nome é karla e eu ja experimentei a maquina de terapia quantica em portugal quando la morei,sei de pessoas que usam essa maquina a distancia escravisando outras pessoas fazendo delas cobaias humanas,nao é treta com essa maquina e um demente monitorando a ocorre se ate abuso sexuais.se quiser saber mais meu tel é o 0055 31 93083706 minas gerais Brasil.

    ResponderEliminar
  33. Parece-me a mim que há interesses ocultos no sistema de saúde americano e não só, que levam a conclusões precipitadas.
    Quanto à suposta fraude do inventor, não encontrei nada credivel que prove tais acusações. Não basta um jornal de um estado atirar umas larachas sensionalistas para vender mais.
    A excentricidade de uma pessoa torna-a menos credivel? Então e a imagem do "cientista louco", como o Nikola Tesla?!
    Leiam estes artigos da "Nature" e da "Science" sobre máquinas de quantica e tirem as vossas conclusões:

    http://www.nature.com/news/2010/100317/full/news.2010.130.html

    http://www.sciencenews.org/view/generic/id/57385/title/Physicists_observe_quantum_properties_in_the_world_of_objects

    http://news.sciencemag.org/sciencenow/2010/03/quivering-gizmo-ushers-in-quantu.html?ref=hp

    ResponderEliminar
  34. Dá para ver que este senhor é mais um daqueles que se calhar a sua agenda clínica estará dentro dos 5 dias da semana quase vazia. Vê a fugir os tretas dele para as terapias quânticas e outras similares, e então diz banalidades sem conhecimento. Vá 1º fazer e depois fale com honestidade e conhecimento. Não entre em pânico por deixar de ter trabalho. Olhe que os competentes têm sempre a sua agenda preenchida e não vêm para aqui deitar bacoradas fora da boca. Respeito o trabalho dos outros. SERÁ QUE VOCÊ É UM PROFISSIONAL DE COMPETÊNCIA RECONHECIDA?

    ResponderEliminar
  35. Bom dia, Sr. blogueiro português,
    sou brasileira e nesta semana tive contato com um aparelhos desses. Cética como sou, fui tirar a prova. Estou boquiaberta até aqui, com a precisão dos detalhes revelados no diagnóstico. Não entendo o processo nem o método, mas asseguro que ele foi incrivelmente detalhado e assertivo. Não me recomendou voltar e nem me cobrou nada, já que era numa feira da área, em São Paulo. Além disso, depois desse dia não mais tomei remédios para dormir, e durmo bem. Se puder explicar, e não com opiniões acerca de sugestionamento de minha parte, porque me conheço bem o suficiente para entender meu ceticismo e meu histórico de saúde, aceito suas versões para definir o que teria acontecido com meus sintomas agora desaparecidos. Grata, Elsa.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Eu respondo-lhe embora com alguns meses de atraso.

      É o chamado efeito placebo, provavelmente até sabe o que é, mas como quer aumentar as dúvidas das pessoas que pesquisam por medicina/terapia quântica, resolveu lançar um pouco mais de confusão.
      O que todas essas máquinas fazem –medir a resistência elétrica - pode ser feito facilmente com um multímetro de €10.

      Eliminar
  36. Cara Elsa,

    Não vejo como possa explicar seja o que for. O que me diz é que lhe revelaram detalhes precisos, que deixou de tomar medicamentos e que agora dorme bem. Fico feliz por si mas não faço sequer ideia do que a Elsa tem, como poderei explicar o que lhe aconteceu?

    ResponderEliminar
  37. Tanto que ainda tem por descobrir... *suspiro* ... só espero que o "respeitem" da mesma maneira que "respeita" uma treta que desconhece....

    ResponderEliminar
  38. Não percebo porque se nega algo que se desconhece.Sem se experimentar,como se pode dizer mal...E os resultados que quem experimenta reconhece.E todas as informações que aparecem e que são confirmadas por quem recebe terapia?!Se houver alguém com duvidas pode-me ligar e darei gratuitamente uma terapia de quântica.
    967027348.Se o nº chegar não identificado não vale a pena esperar resposta.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. QUÃNTICA: (ou "quântica"?)
      um argumento falacioso é um argumento que pode parecer bom, mas é mau, por isso é fácil de cair nele.

      Por exemplo, você apela a testemunhos de quem recebeu a terapia.
      Pois bem, conhece alguma terapêutica, por mais inútil que seja, que não tenha testemunhos positivos?

      Já foram realizadas várias experiências psicológicas e médicas que demonstram o poder do placebo, pressão de grupo, ressonância cognitiva e a facilidade em cair em argumentos falaciosos. Existem pessoas que vão gastando fortunas em engodos.

      A questão é: a vossa terapêutica passa os testes médicos controlados? Se a resposta é "não", temos algo a criticar, quer tenhamos experimentado ou não, ou quer fique com os nossos números de telefone ou não (um dado precioso para muitas empresas nos chatearem).

      Eliminar
  39. Quãntica,

    «Não percebo porque se nega algo que se desconhece.Sem se experimentar,como se pode dizer mal...»

    Eu nunca experimentei heroína, amputações, cair do 5º andar, espetar um garfo num olho ou comer alcatrão. No entanto, estou confiante na minha opinião de que isto não são coisas boas. A inteligência humana, quando usada, tem essa capacidade de extrapolar de dados conhecidos para circunstâncias desconhecidas.

    O que os dados que conheço indicam é que a teoria subjacente a estas terapias quânticas é uma treta pegada e daí posso extrapolar que se isto funcionar será só por sorte, o que é muito improvável.

    ResponderEliminar

  40. Aconselho-lhe, caro autor, a tratar da sua negatividade com quântica!!

    Mas como de certeza, não tem tempo para cuidar de si e prefere espalhar desarmonia nos outros, não é mesmo, escolhe criticar o que desconhece ?

    Você sabe que existem "amputações mentais" e uma heroína muito mais maléfica do que a droga, chamada síndrome do omnisciente? poderia continuar por aí fora...

    Creio que o senhor já percebeu o seu quadro clínico psiquico.

    Uma oração para si !

    Quanto ao Cromos do cosmos, aconselho seriamente, tratar-se apenas com placebo, caso a doença lhe bata à porta ( embora, espero de coração que não
    lhe bata nada de grave) , pois não terá de gastar nem um cêntimo !



    ResponderEliminar
  41. Que patético. Mas não surpreendente de quem só consegue ver o mundo a preto e branco.

    ResponderEliminar
  42. A Terapia Quântica (INDIGO - Sistema de Biofeedback) usa uma tecnologia certificada pela União Europeia e não só... :

    Directive 93/42/EEC
    ISO 13485:2003 EN ISO 13485:2003 / AC:2009
    ISO 13485:2003
    (...)

    ResponderEliminar

Se quiser filtrar algum ou alguns comentadores consulte este post.